Coalizão “de PSOL a NOVO” com dinheiro de George Soros quer influenciar eleições

Em tempos de busca por transparência e combate ao caixa dois em campanhas eleitorais, dinheiro internacional impulsiona iniciativa de união de partidos brasileiros contra avanço da direita.

Uma coalizão formada entre partidos brasileiros reúne movimentos de caráter liberal e progressista com o objetivo de influenciar o resultado das eleições brasileiras de 2018. As entidades articuladoras da iniciativa receberam mais de 7,7 milhões de dólares de fundações internacionais que incluem entidade do milionário húngaro George Soros.

É o que destacou as manchetes do dia 14, da Folha de São Paulo, deixando clara a união dos partidos de centro e esquerda na “coalizão que pede o pluralismo e tolerância na política“, mostrando que a iniciativa foi orquestrada por “mais de 60 organizações e movimentos da sociedade civil – os institutos Ethos, Igarapé, Alana e Sou da Paz estão entre os signatários“.

Embora não citem nomes, sabe-se que se trata de uma ação para criar uma solução que evite a eleição do pré-candidato favorito nas pesquisas, Jair Bolsonaro. Todos os institutos citados como apoiadores da coalizão que une partidos como PSOL e NOVO, têm vinculação direta ou indireta com os financiamentos do milionário George Soros, por meio da Open Society, assim como da Oak Foundation, Google, Nações Unidas e diversas outras entidades internacionais.

A coalizão fala em nome da democracia, o que deixa no ar a inevitável pergunta: iniciativas com financiamento internacional milionário em ações para coordenar um ambiente político e eleitoral não seriam, na verdade, verdadeiras ameaças à democracia? Em tempos de busca por lisura e transparência de financiamento de campanhas, como serão tratadas tais influências internacionais que podem afetar cenário e desfecho eleitoral?

Leia também: Como o termo “gênero” foi transformado para servir à ideologia

Envolvidas na coalizão, são dezenas as entidades apoiadoras e beneficiárias do dinheiro de fundações que têm os mesmos objetivos de George Soros. Destacamos algumas:

Instituto Sou da Paz

O instituto confirma, em sua página Institucional > Parceiros, que recebe recursos da Open Society, de George Soros, assim como daOak Foundation, Fundação Lemann, PNUD, Credit Suisse, Rede Globo, Fundo Brasil de Direitos Humanos (Financiado por Soros e outros), TVML Foundation entre outros.

O site da Open Society confirma doação direta ao Sou da Paz, de montantes de 125 mil dólares em 2016 e 695 mil dólares em 2017. Demais ligações são vistas indiretamente, da Open Society (OS) ao Sou da Paz, assim como vemos outras fundações do gênero da OS investindo em parceiros do instituto Sou da Paz.

Financiamento indireto do Sou da Paz

Um levantamento feito no site da Fundação Ford mostra crédito de 2 milhões de dólares para o Fundo Brasil de Direitos Humanos, que é apoiador do Sou da Paz. A Oak Foundation destinou mais 3,6 milhões de dólares ao Fundo, entre 2016 e 2017. No site da Open Society consta mais 50 mil dólares ao Fundo. Ao todo, esse único apoiador do Instituto Sou da Paz recebeu mais de 5,6 milhões das fundações globalistas, em um curto período. Outra apoiadora do instituto é a ONG Conectas, que recebeu 971 mil dólares da Oak Foundation, em 2016.

Considerando doações diretas e indiretas, no curto período, verifica-se um montante de recursos recebidos pelo Sou da Paz, advindo das diversas fundações e fundos, superior a 6,3 milhões de dólares.

Instituto Igarapé

O Instituto Igarapé confirma em sua página Sobre > Financiadores, receber apoio de diversas organizações internacionais incluindo governos, ONU e bancos. Chama atenção constar na sua lista a Open Society (George Soros), Fundação Fernando Henrique Cardoso, Instituto Sou da Paz, Departamento de Pesquisa Internacional do Canadá, PNUD, Ministério das Relações Exteriores da Noruega, Google Brasil e outros.

O site da Open Society confirma que doou 79,6 mil dólares ao Instituto Igarapé, em 2017. O Instituto Fernando Henrique Cardoso recebeu 15,7 mil dólares em 2016.

Instituto Ethos

O instituto Ethos tem como parceiros institucionais a Coca-Cola Brasil, Natura, Shell, Walmart, Alcoa, gad. Não foram mapeadas ligações com as fundações. Contudo, a Coca-Cola tem como um dos sócios importantes o Sr. Warren Buffet, que investe milhões em pautas globalistas por meio da Fundação Bill e Melinda Gates e por meio da Fundação Coca-Cola.

Outros apoiadores

Outras entidades apoiadoras da coalizão que receberam doações da Open Society são: a Transparência Internacional (373 mil dólares, em 2016), o Instituto Update (90 mil dólares). Mais informações sobre o financiamento da esquerda, no Brasil, por fundações internacionais, está disponível no Relatório Estudos Nacionais, n.02 (julho, 2018) e em reportagem da Revista Estudos Nacionais do mês de junho.


Atualização de 27 de agosto de 2018, 15h10min.

Para informações adicionais sobre o NOVO é importante assistir os vídeos (todos), de Bernardo P Kuster, sobre o partido:

Atualização de 02 de outubro de 2018:
Além dos vídeos, para compreender alguns dos problemas do apoio do partido Novo à Agenda 2030 leia o artigo: Como o termo “gênero” foi transformado para servir à ideologia


 
 

17 thoughts on “Coalizão “de PSOL a NOVO” com dinheiro de George Soros quer influenciar eleições

  1. Importante e séria essa análise…feliz a idéia do titulo; chega-se a informações pertinentes para o momento escabroso no qual estamos vivendo. Gostei e quero mais.

    1. Muito complicado sua colocação. Não explica ao povão induz ser em caráter desonesto as doações (que não foram!) E por outro lado não conclui onde quer chegar apontando o indício de fraude eleitoral

  2. Noossaaaa!!! Quanta “gente boa”…#SQN!!! “Sou da Paz”???? Juram??? Aquela “ONG” maravilhosa cujos dirigentes andavam envolvidos com tráfico de armas, mas são pelo desarmamento (só do pagador de impostos)…claro. Pena que não dá para desLer uma “obra prima” dessas. Perdi 2 minutos do meu tempo que não voltam nunca mais.
    #BolsonaroEmPrimeiroTurno
    #ÉBomJAIRseAcostumando

  3. Que MERDA de vídeo, quem quiser checar sobre a mentira que esse cara fala sobre o documento estar repleto de citações sobre “ideologia de gênero” olhem em cada palavra que ele marca em amarelo, a palavra é “gênero” e não “ideologia de gênero”, a maioria das palavras está associada à “igualdade de gênero” o que NÃO tem absolutamente NADA a ver com “ideologia de gênero”

  4. Bando de vagabundos estes institutos. So tem uma funçao: proteger vagabundos. Voto no Bolsonaro so pra quebrar eles.

  5. O cara cita coalizão entre PSOL e NOVO sem nenhuma referência ou fonte. Que perca de tempo lendo isso. Deveriam ter vergonha de publicar uma matéria tão ruim quanto esta!
    E o vídeo então, o cara esbravejando e criando conspirações riscando palavras. Querem liberdade mas tentam forçar argumentos no grito, simplesmente uma piada.

    1. Otávio, se você prestar atenção ao texto verá que existem links externos que referenciam o que foi dito. A coalizão, chamado oficialmente de “Pacto”, existe e são abundantes as informações sobre. E não se diz “perca de tempo” mas sim “perda de tempo”. Podemos compreender o motivo da sua incompreensão ao ler texto pela sua incapacidade de manejar regras básicas de sua língua nativa.

  6. Marlon… Quanta asneira.
    Você é contra o Amoedo?
    Não? Me parece que sim!
    Você já fez comentário da agenda 2030 da ONU a outros candidatos?
    Se fez gostaria de ver. Porque não diz logo quem defende?
    Eu gostaria muito de ter Amoedo como presidente neste primeiro momento, mas isso é Utopia.
    Meu voto vai para Bolsonaro mas na torcida de que Amoedo se torne forte e deixe de ser utopia.

    1. José, sugiro a leitura do recente texto publicado. http://estudosnacionais.com/genero/como-o-termo-genero-foi-transformado-para-servir-a-ideologia/

      O candidato a vice-presidente comprova o que se suspeitava, o Novo não tem conhecimento sobre os reais objetivos da Agenda 2030, ou tem e está se fantasiando de alternativa de direita sem ser efetivamente direita nas pautas morais, como já indicou ao dizer que não vetaria uma eventual legalização do aborto. As coisas não são tão simples quanto parece e a simples leitura do documento, interpretando o termo gênero como somente designação da sexualidade em termos biológicos, os está levando a apoiar algo que leva o Brasil para terreno do inimigo.

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