Financiada por Soros, Abraji publica nota em defesa de Greenwald

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) publicou uma nota em seu site e redes sociais, repudiando os ataques contra o jornalista americano Gleen Greenwald, após a divulgação de mensagens dos celulares de Moro e procuradores federais, através do seu site The Intercept Brasil. A entidade classificou de antidemocráticas as críticas dirigidas ao jornalista que integra rede de ciberativistas internacionais.

A nota critica especialmente o Ministro da Justiça Sérgio Moro pela forma como se referiu aos responsáveis pela divulgação das mensagens obtidas ilegalmente através de invasão hacker. Moro se referiu ao site The Intercept Brasil como “site aliado a hackers criminosos” e, segundo a Abraji, a declaração do ministro teria causado uma onda de ataques virtuais contra o jornalista pedindo, inclusive, a sua deportação.

Greenwald é conhecido parceiro do hacker Edward Snowden, refugiado na Rússia, com o qual ganhou fama ao divulgar conteúdos sigilosos do governo dos EUA. Domingo (16), o perfil hacker Pavão Misterioso informou haver transações financeiras ligando o site The Intercept Brasil a hacker russo procurado pelo FBI, que teria sido contratado para invadir os celulares de Moro e dos procuradores federais.

A Abraji conta com o apoio financeiro de fundações internacionais como a Ford e a Open Society, de propriedade do milionário George Soros, conhecido por bancar sites e projetos de esquerda no mundo todo. O apoio e comprometimento da entidade com a esquerda financeira internacional, está documentado em uma série de artigos neste site.

A entidade jornalística prestou solidariedade ao parceiro dos hackers, caracterizando as críticas como autoritárias e antidemocráticas.

“A Abraji manifesta solidariedade a Glenn Greenwald e repudia os ataques direcionados a ele, à sua família e a seus colegas do Intercept, especialmente os que partem de agentes públicos. Tentativas de intimidar e silenciar um veículo são ações típicas de contextos autoritários e não podem ser tolerados na democracia que rege o país”.

Greenwald pertence a rede de ativistas virtuais que favorecem esquemas de poder

Segundo reportagem de perfil anônimo, hackers como Snowden, Julian Assange e jornalistas como Greenwald, fazem um tipo de ciberativismo anarquista que, na prática, acabam trabalhando para governos ou políticos que pagam mais e têm interesse na desestabilização de certos governos e apoio a grupos que os beneficiem. O quanto eles conhecem ou concordam com os objetivos de seus patrões não se sabe. Na verdade, tratando-se de libertários anarquistas, pouco importa.

Mas o jornalista norte-americano nem sempre foi um defensor de minorias ou pacifista como tenta parecer. Greenwald chegou a advogar para um líder neonazista acusado de vários crimes, no tempo em que advogava nos EUA. E ele o fez por cinco anos sem cobrar nada, o que acende a suspeita de que tenha sido seu namorado. Justificou-se pela defesa da liberdade de expressão, mas não sem antes agredir verbalmente as vítimas do neonazista por processarem o pobre supremacista branco.

Greenwald também não tem opiniões negativas sobre o terrorismo islâmico, que considera apenas um efeito da política externa dos EUA, ou seja, a culpa pelo 11 de setembro é de quem foi atacado e não de quem atacou. Este é o jornalista defendido pela Abraji.

Será que essas histórias serão encaradas como meras “críticas” por entidades como a Abraji? Como uma entidade que se diz investigativa se vê diante do paradoxo de receber dinheiro internacional para agir em favor de ativistas defensores de terrorismo

Hoje o jornalista é “casado” com o atual deputado David Miranda, suplente que “herdou” o mandato do ex-deputado Jean Wyllys. Segundo informação do perfil hacker Pavão Misterioso, Greenwald teria comprado o mandato do ex-deputado em favor do companheiro, garantindo posição privilegiada à agenda dos hackers no Congresso Nacional.

4 thoughts on “Financiada por Soros, Abraji publica nota em defesa de Greenwald

  1. Joio e trigo já estão separados no mundo e só falta queimar as ervas daninhas para que se tenha boa colheita no futuro.

  2. Sergio Moro cancela participação no congresso da Abraji – (Renova Mídia – 20/06/2019)

    Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) criticou o ministro por conectar o site The Intercept a “hackers criminosos”.

    https://renovamidia.com.br/sergio-moro-cancela-participacao-no-congresso-da-abraji

    Ao invés de ficar indo onde há “cama de gato”, tem que preparar a a volta do “pau de arara” para essa raça podre, enquanto não há prisão perpétua e pena de morte.

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