FAKE: Abraji chama de “jornalismo independente” agência ligada a milionários

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) divulgou no site do Congresso de Jornalismo Investigativo, uma pesquisa sobre ódio nos EUA, feita pela entidade Pro Publica, chamada pela Abraji de “jornalismo independente”. Na verdade, o grupo citado tem o apoio de grandes fortunas da esquerda financeira global, o que deixa o jornalismo investigativo ensinado e propagado pela Abraji bem mais suspeito do que a entidade gostaria de admitir.

Com texto de Karine Seimoha, a matéria publicada no site do Congresso diz: “Projeto de jornalismo independente identifica e mapeia crimes de ódio nos Estados Unidos”. Mas a verdade é bem diferente da propaganda:

FATO: Em 2016, mesmo ano em que a Abraji recebeu US$ 350 mil da Open Society e da Ford Foundation, a Pro Publica embolsou US$ 500 mil da fundação de Soros para a atividade “mensuração de justiça social”.

O evento de jornalismo investigativo, promovido anualmente pela Abraji, costuma ter o apoio financeiro de entidades como a Open Society e a Fundação Ford, apesar de insistir trabalhar com independência. Em 2018, a associação respondeu ao questionamento de Estudos Nacionais sobre o patrocínio do milionário George Soros dizendo que o magnata “não tem ingerência sobre o conteúdo da associação”. Recentemente, a Abraji saiu em defesa do jornalista norte-americano Glenn Greenwald.

Dessa vez, o site do Congresso noticiou a divulgação do Documenting Hate, organizado pela Pro Publica, entidade segundo a matéria do Congresso, “não recebe patrocínio público nem privado”. Na verdade, a Pro Publica tem o apoio das maiores fundações internacionais, a maioria conhecidas por financiarem pautas da esquerda cultural, como imigração, racismo, islamofobia, aborto, Lgbtfobia.

É só conferir a página oficial do grupo, em sua seção apoiadores. Apesar de o apoio não ser sempre financeiro, já que o único registro de destinação financeira da Open Society que aparece é em 2016, a coincidência de princípios norteadores já seria suficiente para desconstruir a imagem de independência que a Abraji tenta atrair para o grupo e para ela mesma, que também já recebeu grandes somas de grupos interessados no fomento de pautas culturais progressistas e na desestabilização de governos alinhados à defesa de valores naturais, tais como Trump e Bolsonaro.

O documento afirma ter medido o suposto aumento no discurso de ódio nos EUA após a posse de Donald Trump, que considerou como evento potencializador desse fenômeno. Como costumam ser as conclusões de todo projeto financiado pelas mesmas fundações, a intolerância religiosa e o nacionalismo aparecem com principais ameaças a um mundo livre de intolerância e preconceito.

Para a jornalista Rachel Glickhouse, uma das realizadoras da pesquisa, “acho que certa parte da população ficou empoderada com o Trump para fazer coisas assim contra negros, latinos e imigrantes. Confundem liberdade de expressão com crime”, diz a jornalista.

De acordo com a matéria da Abraji, a Pro Publica “também trabalha com parcerias em toda a América Latina, a fim de fazer a informação chegar ao máximo de pessoas possível, aumentando a audiência e encontrando novas fontes. Esse processo também faz parte de um dos objetivos centrais da ProPublica: dividir para conquistar”.

Abaixo, as despesas e os principais apoiadores da Pro Publica:

2 thoughts on “FAKE: Abraji chama de “jornalismo independente” agência ligada a milionários

  1. Tem a questão do crpiterio do que seria “ódio” que esse povo usa. Fazer um Sinal da Cruz é ódio.

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