Fake news de Intercept expõe possíveis crimes da imprensa brasileira

A suposta troca de mensagens divulgada na manhã deste sábado (29), pelo site The Intercept Brasil, no Twitter, indica claramente a possibilidade de edição delas por parte dos jornalistas do Intercept, que acabaram excluindo a postagem. O assunto foi destaque em sites como o Conexão Política, na manhã deste sábado. O analista Leandro Ruschel afirmou no Twitter que a admissão de “erro de edição” poderá levar Glenn Greenwald a um pedido de prisão por fraude processual.

Não bastasse a suspeita da Polícia Federal, cujas investigações apontam para a relação de Glenn Greenwald com hacker russo procurado pelo FBI, através de Edward Snowden e os donos do Telegram, o erro na publicação acabou revelando que o próprio conteúdo das mensagens pode ser totalmente falso.

A parceria firmada entre o site de Greenwald e jornais como Folha de S. Paulo e Veja, divulgados na última semana, rebaixa a já depauperada credibilidade do jornalismo nacional. Não há registros de situação como esta em um país dominado por poucos grupos de comunicação, constantemente empenhados em descredibilizar quaisquer vozes discordantes da sociedade por meio das redes sociais. Um dos elementos chave para compreender todo esse processo é a atuação de milionários como George Soros, que destina regularmente o seu dinheiro em projetos de extrema esquerda no Brasil, além de financiar sites como Agência Pública e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji).

A história recente dessa situação pode ser brevemente resumida em episódios que se iniciam já na cobertura das eleições. Durante a campanha presidencial, editores da revista Piauí admitiram haver planos claros de prejudicar o então candidato Jair Bolsonaro de qualquer jeito, nem que para isso precisasse “fingir fazer jornalismo”, segundo as palavras do editor no podcast da revista Piauí, em maio de 2018.

Após a vitória de Bolsonaro, as agências de Fact-Checking, Aos Fatos e Agência Pública, ambos ligados ao UOL (FSP) e ao milionário George Soros (Pública), informaram que iriam deixar de lado a checagem de fatos para entrar em nova atividade: a fiscalização do governo Bolsonaro. Depois disso, vimos o ataque contundente da imprensa, alcunhada de “extrema imprensa”, ao governo e a todas as pautas caras especialmente à agenda cultural que elegeu Bolsonaro.

A credibilidade do jornalismo profissional, no Brasil, vem perdendo para as redes sociais. Como mostro no livro Fake news: quando os jornais fingem fazer jornalismo (2019), a atividade jornalística brasileira converteu-se em um órgão de propaganda que não hesita em cometer crimes. No caso da parceria com o site The Intercept Brasil, que é acusado de acobertar criminosos internacionais na prática de um crime que atenta contra a segurança nacional, os jornais Folha de S. Paulo e revista Veja podem estar envolvidos na prática de um crime internacional que precisa ser investigado.

Esperamos que a Polícia Federal não hesite em indiciar os grupos de mídia e agentes econômicos que os financiam, e que não repita o temor e hesitação que teve o governo federal ao não chamar para depor o jornalista Glenn Greenwald logo da invasão dos celulares do ministro Moro. De acordo com o informado, o governo calculou que se prendesse o jornalista, poderia ser acusado de agir contra a liberdade de imprensa. O resultado desse “cálculo” pode estar aí, diante de todos. Deveriam saber que quando a liberdade de imprensa é utilizada para o cometimento de crimes, ela não tem mais o mesmo valor. Torna-se urgente o posicionamento da PF e do governo diante dessa ameaça à segurança de instituições e pessoas, como está ficando cada vez mais claro.

Greenwald é um agente a serviço de entidades ou grupos internacionais que agem claramente contra o Brasil. Ou se admite isso e se age em conformidade com esse crime ou a segurança do Brasil sera refém de temores psicológicos e supostas necessidades de políticas de bom relacionamento com a imprensa. O temor do desgaste político deveria ser justificado apenas nos oportunistas políticos. Será este o caso?

Chegamos ao ponto que para prender um criminoso precisamos ir contra o politicamente correto. Agora entendemos a verdadeira função da ditadura amordaçante do bom-mocismo político.

 

4 thoughts on “Fake news de Intercept expõe possíveis crimes da imprensa brasileira

  1. Não são fake news. São True news. Tivemos muitas dessas noticias falsas durante as eleições. E todos sabem disso. Não foi por acaso que um país aqui da América do Sul denominou uma lei contra fake news de Lei Bolsonaro.

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