Netflix e o Conluio da Morte x Georgia

Com índices demográficos em constante declínio e taxas de natalidade negativas, Georgia opta por dar um basta no número de mortes de bebês por aborto e aprovar a lei “Heartbeat Bill” (lei do batimento cardíaco).

O Governador Brian Kemp assinou a lei que torna ilegal realizar o aborto após a detecção do batimento cardíaco do feto e com essa medida, chamada popularmente de #HB481, obteve o protesto da indústria cinematográfica que alegou não realizar mais produções caso a lei entre em vigor.”

Com produções como: “The Walking Dead” (AMC), “Invocação do Mal 3”, “Esquadrão Suicída” (Warner), A indústria cinematográfica está preocupada com as suas funcionárias não terem o direito de matar os seus filhos e, assim se recusarem a trabalhar nestas empresas. Alegando essa justificativa, se reuniram juntamente com Disney, Universal, Sony Pictures, e outros estúdios menores para declarar boicote a Georgia.

Liderados pela Netflix, fica claro que tal medida da indústria cinematográfica se alia à Industria da Morte com a intenção de ser retaliativa e deseja usar o “caso Georgia” a fim de servir de exemplo contra as medidas protetivas à vida, que ganham cada vez mais espaço em diversos países do mundo. Já que a relutância expressa da Netflix em produzir conteúdo em regiões com fortes leis anti-aborto aparentemente não se estende ao Oriente Médio, onde o aborto é ilegal e ainda assim a empresa vem aumentando o número de projetos realizados, segundo a Variety .

O Governador Republicano Brian declarou que a Geórgia é um “estado que valoriza a vida” e “fica de pé para aqueles que são incapazes de falar por si mesmos”. Ratificando em seu discurso que não retrocederá: “Somos eleitos para fazer o que é certo – e defender a preciosa vida é sempre a coisa certa a fazer. Nós valorizamos e protegemos a vida inocente – mesmo que isso faça com que as celebridades gritem ”.
O movimento pró vida em todo mundo comemorou o feito e declarou boicote ao serviço de streaming. A Geórgia é particularmente lucrativa para os cineastas, graças as isenções fiscais que oferece e, aparentemente, o tiro saiu pela culatra.

Clique aqui caso deseje assinar a petição contra os ataques contra os avanços provida. Alguns internautas também têm reagido com o cancelamento de suas contas no Netflix, divulgando o link da área de cancelamento de assinaturas.

 

Por HTZC


 
 

4 thoughts on “Netflix e o Conluio da Morte x Georgia

  1. “a Netflix está preocupada com as mães não terem o direito de matar seus filhos”
    É sério que esse tal Estudos Nacionais é jornalismo? Sinceramente me assusta, tem gente que deveria ser interditado.

    1. Excelente matéria jornalística!! Patric Orcina, já li outras postagens suas e posso afirmar apresentas uma grave dissonância cognitiva (CID 1313 – mentalidade revolucionária aguda). A sua reação emocional não é argumento! Tu não admites a existência de nada que não seja progressismo/esquerdismo. O que deveria te assustar é a agenda abortista, e não a denúncia dela! Por fim, tu achas que está onde, no 247?! Jornalismo tem lado, e não há problema nisso, pelo contrário, assumir o lado/alinhamento ideológico, ser sincero e justo são requisitos do bom jornalismo e, salvo engano este site se coaduna com o jornalismo conservador ou pró vida e é aplaudido por milhões de cidadãos brasileiros (cristãos, conservadores, defensores da Civilização). Algum problema?! Ah, sua opinião não importa, bárbaro!

    2. Patric Orcina, eu concordo que tem gente que deveria ser interditado. Como eu faço para entrar em contato com os seus familiares e explicar como é o processo para a sua interdição?

    3. Patrick, mas aborto é isto mesmo, o assassinato de um ser humano pela própria mãe e/ou terceiros. Errado é quando os jornalistas usam os eufemismos como saúde reprodutiva ou interrupção voluntária da gravidez para disfarçar a natureza cruel do aborto.

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