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Fontes apontam que Obama teve ajuda dos britânicos para espionar Trump

Pelo menos três fontes diferentes informaram à Fox News que o ex-presidente dos EUA, Barrack H. Obama contou com a ajuda da agência de espionagem britânica para espionar o atual presidente Donald Trump.

Segue abaixo, informações da tradução de Heitor De Paola, do texto de John Nolte:

Se o juiz Andrew Napolitano está certo, esta nova informação pode percorrer um longo caminho para explicar todas as belas negações da comunidade de inteligência e mostrar que as denúncias da velha mídia de que Trump tinha sido grampeado, estavam certas. Embora possa não ter sido o governo americano a fazer a espionagem, alguém, em algum lugar, escuta e entrega a informação à administração Obama …enfim temos uma suspeita sobre quem fez o quê: os britânicos.

Parte da transcrição das declarações de Napolitano:

Três fontes de inteligência informaram a FOX News que o presidente Obama saiu da cadeia de comando. Ele não usou a NSA, nem a CIA, não usou o FBI, nem o Departamento de Justiça … Ele usou GCHQ. Que diabos é GCHQ? Essa é a sigla para a agência de espionagem britânica -[1] Eles têm acesso 24/7 [2] ao banco de dados da NSA. Então, basta duas pessoas irem até eles e dizer: “O Presidente Obama precisa de transcrições de conversas que envolvem o Candidato Trump ou, mais tarde, o presidente eleito Trump”. Obama é capaz de obtê-las sem deixar impressões digitais americanas sobre este assunto.

Devo acrescentar que já ontem à noite (14/03/2017) Napolitano informou que Obama tinha essa capacidade. Ele não citou as fontes que afirmaram que a Administração Obama tinha realmente feito isso.

A partir desta manhã (15/03), porém, três fontes dizem que isto é exatamente o que Obama fez, o que contribuiria para finalmente dar sentido à reportagem do New York Times de 19 de janeiro – um relatório que claramente indicava que a Casa Branca de Obama havia recebido relatórios de grampos Trump. Dados grampeados utilizados no inquérito de Assessores de Trump…

O F.B.I. está conduzindo as investigações, auxiliado pela Agência de Segurança Nacional, a C.I.A. e a unidade de crimes financeiros do Departamento do Tesouro. Os pesquisadores aceleraram os seus esforços nas últimas semanas, mas não encontraram nenhuma evidência conclusiva de delito, disseram os funcionários. Um deles disse que os relatórios de inteligência com base em algumas das comunicações grampeadas tinham sido enviados para a Casa Branca.

Lembrem, antes de Trump abrir o assunto em seus tweets a espionagem da Administração Obama contra ele para dar ares de verdade às falsas notícias sobre um suposto RussiaGate. A corrupta mainsteam media estava ansiosa para dar a impressão de que a Administração Obama investigava Trump através de escutas telefônicas, como se pode ver na história do New York Times acima.

Obviamente, agora esta abordagem saiu pela culatra do seu precioso Barry [3], a mídia está dizendo: agora não importa.

Antes do fim do dia, a fim de turvar as águas e proteger Barry, esta mídia vai veementemente atacar a credibilidade da Fox News e suas fontes – e em fazendo isso vai mostrar ser a única que vem utilizando fontes confidenciais por seis meses para espalhar todo esse Fake News em relação à Nothingburger [4] que é a RussiaGate.

NOTAS DO TRADUTOR

[1] Government Communications Headquarters
[2] 24 horas, 7 dias por semana
[3] Barry Meyer, repórter do NYT
[4] Vazio(a), oco (hambúrguer de coisa nenhuma)

Tradução: Heitor De Paola

Obama mantém-se longe das suspeitas da mídia

O link abaixo contém uma pequena análise do documento que comprova o contato do presidente eleito dos EUA Barack Obama com o governador cassado do estado de Illinois Rod Blagojevich, cerca de uma semana antes do escândalo que provocou a prisão do governador, sob a acusação de tentativa de venda da cadeira de Obama no Senado.

http://www.judicialwatch.org/weeklyupdate/2009/03-obama-blago-scandal-update#anchor1

O documento foi obtido do escritório de Blagojevich, através do Freedom of Information Act, recurso jurídico que obriga os órgãos oficiais a liberar documentos que muitas vezes não tiveram sido investigados.

Estranhamente, o documento citado no link não foi mencionado por qualquer jornal norte-americano e muito mentos pela mídia internacional.

A opção pessoal de jornalistas, decorrida do apelo emocional da candidatura Obama pelo mundo (descartando os apoios de cunho ideológico), tem causado um tipo de omissão que, se não for rapidamente corrigida trará ao mundo uma decepção descomunal por parte dos que acreditavam ser, o primeiro presidente negro da história norte-americana, uma esperança para o mundo.

A experiência mostra que o medo deve sobrepor-se a esperança no caso de líderes políticos populistas.