Universidade proíbe ideologia de gênero em sala de aula

“Homem é homem e mulher é mulher, segundo Deus e a Ciência”, declarou reitor da universidade UniCesumar, do Paraná.

Até agora, a Universidade UniCesumar tem sido a única instituição de médio ou grande porte que demonstrou compartilhar da visão de mundo de 90% dos brasileiros, opondo-se à agenda global. Enquanto aumenta a lista de empresas que apoiam a ideologia de gênero, ao menos uma empresa, no Brasil, parece se manter fiel às estruturas da realidade. Com isso, demonstra não somente estar do lado do povo brasileiro, mas estar operando sem a interferência das pautas da agenda internacional do globalismo.

Posicionamento da empresa preocupa militância

A oposição à ideologia de gênero contudo, até o momento, não foi objeto de campanha de marketing, mas foi manifestada em uma fala do reitor da universidade, Wilson de Matos Silva, conforme matéria divulgada no jornal O Diário em 15 de outubro.

Apesar da instituição simplesmente ter demonstrado a mesma preocupação que a maioria da população brasileira, a posição da empresa ganhou mais destaque na internet por parte dos seus críticos.

Alguns blogs que apoiam a ideologia de gênero escrevem sobre a opção da universidade com grande preocupação. Para Margot Jung, a postura da universidade é preocupante, “principalmente por ter cursos na área de saúde”. Em seu blog, Margot cita o caso de uma aluna do segundo ano de um curso na área da saúde que, até o momento, não teve aulas sobre o tema do gênero.

Conforme a autobiografia de seu site, Margot Jung foi sindicalista e se descreve como feminista, coordenadora de Grupo de Pais e Mães de LGBT e presidente da Associação Maringaense de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais.

A universidade

Apesar de pouco conhecida, a UniCesumar tem mais de 100 mil alunos pelo país e faz parte do seleto número das 4% das instituições de ensino superior mais bem avaliadas pelo MEC, com mais de 68 centros espalhados pelo Brasil. A recente polêmica acabou revelando uma rara instituição que não parece tão preocupada em estar conectada com os grandes grupos internacionais, mas em manter o respeito pela postura do povo brasileiro, majoritariamente contrário a pautas como a Ideologia de Gênero.

O fenômeno do “marketing contra o cliente”

Em artigos anteriores, analisei alguns aspectos sobre o fenômeno do marketing atual que observamos no Brasil: grandes empresas não querem mais o feedback dos cliente e, apesar de saberem que a população é contra pautas como aborto e Ideologia de Gênero, insistem em usar isso como marketing “social”. As experiências têm fracassado e a população vem tentando boicotar e deixar de consumir produtos e serviços das marcas que apoiam essas pautas.

Leia também: Empresas servem a objetivos globalistas com ‘marketing de lacração’

Esse movimento empresarial poderia ser visto como uma grande contradição se não conhecêssemos a estrutura de financiamento ao globalismo internacional, tão forte que tem feito com que empresas deem mais importância às pautas dessa elite do que ao seu público alvo.

Leia também: Quando as empresas não querem o feedback do cliente: o fim da era do marketing

Sabendo que até Philip Kotler, o guru do marketing, trabalhava para grandes globalistas da esquerda, vemos hoje que os próprios conceitos de marketing contemporâneos converteram-se em meros produtos de marketing.

Essa é, contudo, uma realidade do marketing exclusiva para grandes empresas. Os pequenos e médios empresários mantém-se fieis à estrutura da realidade em que a satisfação do cliente é importante.

Leia também:

 – Saiba quem são as empresas engajadas na ideologia de gênero

 –  Rejeição do brasileiro à Ideologia de Gênero em números

 

 

 

Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com e para a Revista Estudos Nacionais. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.

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