O site Afterabortion.org reuniu uma série de artigos científicos de diferentes países, indicando que as mulheres que passam por um aborto estão muito mais expostas ao desenvolvimento de transtornos de saúde física e mental.

  • Distúrbios/Transtornos
  • Comportamentos/pensamentos suicidas
  • Transtornos de humor
  • Ansiedade
  • Alcoolismo
  • Tornar-se dependentes químicos de substâncias (drogas)
  • Aumento da propensão
  • +59%
  • +61%
  • +61%
  • +261%
  • +280%

Traduzimos a compilação dos estudos, veja abaixo:

Riscos do aborto: Uma compilação de estudos psicológicos relacionados ao aborto
Fonte: Afterabortion.org

Estudo feito na Califórnia analisou registros de 56.741 mulheres verificou que mulheres que cometeram aborto estão 160% mais predispostas a necessitar de tratamento psiquiátrico nos 90 dias após o aborto.

transtornos psicologicos associados ao aborto

Após 8 semanas de um procedimento de aborto, 44% das mulheres demonstraram problemas de ordem psicológica, 36% relataram transtornos de sono, 31% sentimento de arrependimento profundo e 11% passou a usar remédios receitados por psiquiatras (2)

Outro estudo relacionado aos distúrbios de sono foi publicado na revista oficial da Associação Profissional do Sono (Associated Professional Sleep Societies). A pesquisa verificou que mulheres que experienciaram um aborto tem maior probabilidade de sofrer distúrbios de sono se comparadas com as mulheres que tiveram seus bebês (27).

Um estudo realizou uma retrospectiva de cinco anos em duas províncias do Canadá e verificou um significativo aumento de serviços médicos e psiquiátricos entre as mulheres com histórico de aborto. No grupo de mulheres que passaram por um aborto, 25% visitou psiquiatras e no grupo controle, o percentual foi de apenas 3%. (3). Também nessa experiência do Canadá, ficou evidente que as mulheres que passaram por um aborto tem maior probabilidade do que as demais mulheres, de precisar tratamentos psicológicos. Esses riscos tornam-se ainda mais elevados quando se trata de adolescentes, mulheres separadas ou divorciadas e mulheres com histórico de mais de um aborto (4).

Verificou-se que as mulheres relutam em procurar ajuda como um mecanismo de auto repressão, mas após algum tempo de negação elas acabam procurando um atendimento psiquiátrico. Devido ao fato de muitas mulheres passarem por um período mais longo de negação, sem a busca pelo auxílio médico, acredita-se que muitos casos podem acabar não sendo relacionados com a experiência do aborto, porque quando as pacientes vão ao psiquiatra, relatam sintomas diversos (5).

Segundo um novo estudo publicado pelo Britain’s Royal College of Psychiatrists, mulheres que passaram por um aborto são 81% mais propensas a sofrer problemas psicológicos e distúrbios mentais. Os casos mais extremos são relacionados com comportamentos suicidas.

Um estudo baseado em meta-análise examinou e combinou o resultado de 22 estudos publicados em 1995 e 2002, incluindo dados de 877.181 mulheres de seis diferentes países.

Todos os 22 estudos revelaram altos níveis de distúrbios mentais e psicológicos associados a experiência do aborto, com pelo menos um sintoma.

Utilizando técnicas estatísticas padronizadas para combinar os resultados dos diversos estudos, a meta-análise revelou que mulheres com histórico de aborto apresentam níveis mais elevados de ansiedade (34%),  depressão (37%), alcoolismo (110%),  maconha (230%), e maiores níveis de comportamentos suicidas (155%).

Outro estudo verificou que mulheres que levaram a gravidez indesejada adiante e tiveram seus bebês, são menos propensas a sofrer de distúrbios mentais e psicológicos. Mulheres com histórico de aborto são 55% mais propensas a distúrbios psicológicos (25).

Um estudo de 2010, publicado no Canadian Journal of Psychiatry examinou uma amostra representativa de mais de 3 mil mulheres dos Estados Unidos e verificou que a experiência do aborto aumentou em 98% o risco de distúrbios psicológicos e mentais, comparativamente com grupo de mulheres que não fizeram um aborto em gravidez indesejada.

Além disso, a meta-análise combinada com resultados de outros 8 estudos com mulheres que experienciaram gravidezes indesejadas, publicado em 2013, concluiu que “não há nenhuma evidência que possa sugerir que recorrer ao aborto traga qualquer benefício terapêutico ou reduza problemas psicológicos”

No outro lado da discussão, o Professor David Fergusson, que se autointitulou ateu e pró-escolha, em entrevista, participou de um estudo em 2008 que concluiu que as mulheres que continuam uma gravidez indesejada (não planejada) não sofrem aumento significativo de problemas psicológicos. E ainda, que buscar a opção do aborto não reduz os seus riscos de distúrbios mentais. Refutando argumentos de grupos pró-escolha, que dizem que se a mulher não pode recorrer ao aborto, poderá sofrer danos psicológicos por ter que arcar com a maternidade indesejada.

“Em geral, não há evidências na literatura sobre aborto e distúrbios mentais que sugerem que o aborto reduz riscos de quaisquer transtornos psicológicos para a mãe que tem uma gravidez indesejada”. O autor escreveu “Embora alguns estudos tenham concluído que o aborto tem efeito neutro na saúde mental, nenhum estudo indica que o aborto pode reduzir os riscos de transtornos psicológicos e mentais”.  Vale destacar que trata-se de uma pesquisa insuspeita, uma vez que o autor autointitulou-se pró-escolha.

Ideias suicidas e tentativas de suicídio

Estudos mostraram que aproximadamente 60% das mulheres que passaram pela experiência de um aborto apresentaram sequelas como a ideias suicidas ou chegaram a tentar o suicídio.

Pesquisa publicada no British Journal of Medicine demonstra um estudo feito na Finlândia, que identificou fortes relações entre a experiência do aborto e os registros de suicídios.

O índice geral de suicídios para todas as mulheres era de 11,3 para cada 100 mil naquele período na Finlândia. Contudo, no grupo de mulheres que passaram por um aborto o índice verificado foi de 34,7 para cada 100 mil mulheres. Ou seja, três vezes maior do que a média geral. (13)

Estudos similares foram feitos nos Estados Unidos e Dinamarca. Os estudos analisaram registros de mortalidade de mulheres de 1980 a 2004. Nos registros das mortes ocorridas durante esses 24 anos, evidenciou-se que o índice de mortalidade do grupo das mulheres que fizeram um aborto é maior do que o grupo das mulheres que tiveram filho.(24)

Um estudo dos Estados Unidos, examinou mais de 173 mil registros de mulheres de baixa renda na Califórnia. Dentre esses registros, o havia um grupo de mulheres que fez o aborto e outro que aceitou a maternidade. Ao relacionar os dados com os registros de óbito, os pesquisadores viram que as mulheres que passaram por um aborto tem 2,6 mais chances de cometer suicídio, em comparação com as mulheres que decidiram ter seus bebês. Verificou-se ainda, que o grupo das mulheres que deram a luz possui índices de mortalidade por suicídio inferiores a média geral da população.

Abuso de álcool e drogas

Em torno de vinte estudos mostraram haver uma relação entre o aumento dos índices de uso de drogas e álcool e a experiência do aborto(16).
A ocorrência do aborto e o uso de álcool também mostrou-se estar associado a ocorrência de comportamentos violentos(17).

Transtornos alimentares

Outro estudo verificou que o aborto pode ter relação, para algumas mulheres, aos transtornos alimentares como bulimia, anorexia nervosa, entre outros (19).

Disfunções sexuais

Um estudo verificou que 35% das mulheres que tem um aborto em seus históricos de saúde alegaram sofrer de distúrbios sexuais. Algumas mulheres alegaram começar a ter estes problemas logo após o aborto e outras após algum tempo maior. Dentre os transtornos verificados incluem, perda do prazer, dor durante o sexo, aversão ao sexo, aversão ao parceiro ou o desenvolvimento de um estilo de vida sexual promíscuo (12).

Maus tratos e abuso infantil

Um livro e um estudos publicado no Jornal Canadense de Psiquiatria indicam que o aborto tem sido relacionado com diversos casos de depressão, comportamento violência, abuso de álcool e subsequentes episódios de abuso infantil e maus tratos. (20)

Relação do aborto com uso de cigarro

Estudos OMS (Organização Mundial da Saúde) e Associação de Obstetria e Gynecologia da Scandinávia indicaram que o aumento do consumo de cigarro está relacionado com o estresse pós-aborto (14). Mulheres que fizeram um aborto são duas vezes mais propensas a se tornar fumantes compulsivas e sofrer dos riscos a saúde correspondentes (15).

Divórcio e problemas crônicos em relacionamentos

Artigos publicados em revistas científicas nas últimas décadas tem demonstrado que em muitos casais o aborto tem se demonstrado origem de problemas de relacionamento culminando em divórcios.
Os estudos verificaram que muitas mulheres após o aborto desenvolvem dificuldades de formar laços emocionais duradouros com seus companheiros. Avalia-se que esses problemas podem ocorrer devido as reações psicológicas causadas pela experiência do aborto, como a redução de autoestima, disfunções sexuais, abuso de substâncias, aumento de níveis de depressão, crises de ansiedade (21).

Veja o artigo em inglês que compilação.

Legalização e pressão social são maiores causas do aborto, diz estudo

A cultura do aborto, incentivada pelo ativismo “pró-escolha”, tem sido responsável por indicar às mulheres o que elas devem escolher. Essa é uma das conclusões do estudo publicado pelo americano David C. Reardon, Aborted Women, Silent no More (ainda não traduzido para o português). O livro apresenta uma série de estudos e pesquisas com centenas de mulheres que passaram pela experiência de um aborto, além de trazer um diagnóstico do mercado de abortamentos nos Estados Unidos.

Segundo o estudo, 83% dos abortos não são realizados por escolha individual da mulher. Além disso, 75% das mulheres alegam que não teriam feito aborto se a prática não fosse legalizada. Os dados levantaram ainda que apenas 3% dos abortos nos EUA são feitos por motivo de violência sexual.

A pesquisa foi feita com 252 mulheres de 42 estados dos Estados Unidos, com depoimentos de 20 mulheres e dados de estudos sociológicos e jornalísticos com mulheres que fizeram aborto.

Reardon intercala capítulos de estudos, análises estatísticas e depoimentos de mulheres. O livro traz, pela primeira vez, um estudo com dados que vão além das limitações temporais e geográficas.

O estudo traz o dado alarmante de que 83% dos abortos não foram realizados por escolhas da mulher. A maioria das mulheres alega que não teria recorrido ao aborto se não fosse a pressão recebida por diversas pessoas, como namorados, esposo, amigos, médicos, membros da família etc.

As pressões sociais e da família em favor do aborto foram classificadas, em 55% dos casos, como “muito fortes”. Além disso, segundo o estudo, 75% das mulheres alegam que não teriam feito um aborto se a prática não contasse com o respaldo legal do Estado, isto é, se não fosse legalizado no país.

Para a maioria das mulheres, o conselheiro da clínica de aborto é visto como promotor do aborto. Treinado para dissuadir a ideia de “bebê”, usam eufemismos como “esvaziar o útero”, “problema fetal”, evitando explicações sobre o desenvolvimento do feto ou sobre as dimensões morais da decisão. Os conselheiros das clínicas encorajam a cliente referindo-se ao feto como um “amontoado de células”.

Sequelas físicas e mentais

Reardon demonstra em seu livro que o aborto não é de forma alguma psicologicamente terapêutico. Ao contrário, mostra-se causa de uma série de problemas de origem física e psicológica para as mulheres.

No âmbito dos problemas físicos, estatísticas mostram  que procedimentos de curetagem ou aborto por vácuo, usados em 90% dos abortos, possuem 12% de chances de ocasionar danos físicos ao corpo da mulher.

Dentre as complicações graves mais comuns relacionadas ao aborto por vácuo estão a infecção, excesso de perda de sangue, embolia, perfuração do útero, lesões cervicais, complicações em anestesia, convulsões, hemorragias e choque endotóxico. Dentre as complicações menos graves incluem-se: infecções, febres, calafrios, queimaduras de segundo grau, dores, vômito, perturbações gastrointestinais e ciclos menstruais dolorosos.

Evidências de estudos de diversos países demonstram ainda grande ocorrência de complicações percebidas meses ou anos após o aborto. O estudo destaca, maiores índices de câncer, complicações nas gravidezes subsequentes, sangramento etc.

Os efeitos psicológicos são igualmente devastadores. Uma análise cuidadosa de dados de pacientes e estatísticas de saúde, bem como depoimentos de mulheres após a experiência do aborto demonstram um grande número de mulheres que passam a sofrer de depressão, ansiedade, distúrbios sexuais e de sono, estresse, perda da autoestima, abuso de álcool e drogas, pensamentos suicidas ou mesmo atitudes.

O livro mostra um estudo publicado no American Journal of Psychiatry, onde 50% das mulheres que fizeram um aborto viam a experiência como negativa. Outro estudo, mostrou que 26% das mulher sentem-se culpadas e 12% estava sofrendo de sérios problemas psicológicos.

Com uma análise de diversos estudos científicos o autor conclui que a grande maioria das mulheres que realizam um aborto terão que lidar com problemas como insônia, ansiedade, sentimento de isolamento e até mesmo de síndrome do “bebê fantasma”, que é quando a mulher passa a “ter visões” do bebê abortado quando olha para outras crianças.

Estupros

Embora a discussão sobre direito ao aborto inicie sempre a justificativa dos casos de violência sexual, o estudo mostra que esses casos correspondem a um pequeno percentual: em torno de 3% dos abortos nos Estados Unidos.

Isso põe a claro a estratégia ativista no mundo. Nos países onde a prática não é legalizada, a estratégia dos grupos pró-aborto foca-se na violência sexual, já que normalmente a legislação permite o abortamento para esses casos. Os ativistas visam, com isso, ampliar a necessidade e diminuir restrições.

A decisão da mulher

Uma vez demonstrado que 83% das mulheres sentiram-se forçadas a fazer o aborto, o livro coloca alguns questionamentos sobre a cultura envolvida na questão do aborto.

O livro traz como anexo um artigo de uma mulher. Ela é Nancyjo Mann, fundadora de uma organização internacional de defesa da vida.

Ela critica que a defesa de muitos grupos feministas e “pró-escolha” está baseado em um paradigma “tradicional e machista”, uma vez que estimulam uma cultura dualista que impõe às mulheres que elas devem escolher entre maternidade ou carreira.  Nesse discurso, ironicamente a mentalidade “pró-escolha” dita o que a mulher deve ou não escolher.

Segundo Nancyjo Mann, as mulheres não devem ter que escolher entre carreira ou maternidade, e sim receber condições para exercerem sua maternidade quando desejarem ao invés de receber pressões para escolher a dita liberdade por meio de um aborto.

Negócios antes da medicina

O capítulo 8 do livro, chama-se “Negócios antes da medicina” (Business Before Medicine). Nesse capítulo o autor penetra em uma análise completa do mercado de abortamentos dos Estados Unidos e outros países, mostrando quão lucrativo tornou-se para as clínicas, que passam a ver prioritariamente os negócios e depois a saúde psicológica ou os danos físicos que a mulher terá de arcar nos anos seguintes a um aborto.

Além disso, instituições internacionais e governos tem investido grandes volumes de dinheiro público nas causas relacionadas em prol a expansão do aborto.

Em um dos depoimentos trazidos no livro, há a história de uma adolescente que teve ajuda do conselheiro (vendedor) da maior clinica de aborto dos Estados Unidos, a Planned Parenthood, para fazer o aborto sem que seus pais soubesse. A clínica buscou a adolescente em casa com uma van escolar. Como ela se atrasou para voltar para casa o funcionário da clínica ainda forjou uma carta com explicações para seus pais ficarem mais tranquilos, acobertando o que a adolescente havia feito.

A Planned Parenthood ficou conhecida mundialmente por funcionários do alto escalão flagrados em negociações para venda de órgãos de fetos abortados, no ano de 2015.

O livro está disponível apenas em inglês, como e-book ou livro físico.

Título: Aborted Women: Silent No More
Autor: David C. Reardon
Editora: Wstchester, IL:Crossway Books. 373 páginas.

Notícias, artigos e estudos sobre a realidade brasileira e o contexto internacional. Selo editorial especializado em comunicação, sociologia e história recente do Brasil.
Fontes citadas no artigo:

1. An excellent resource is Thomas Strahan’s Detrimental Effects of Abortion: An Annotated Bibliography with Commentary (Third Edition) This resource includes brief summaries of major finding drawn from medical and psychology journal articles, books, and related materials, divided into major categories of relevant injuries.  An online version can be found at AbortionRisks.org

2. Ashton,”They Psychosocial Outcome of Induced Abortion”, British Journal of Ob&Gyn., 87:1115-1122, (1980).

3. Badgley, et.al.,Report of the Committee on the Operation of the Abortion Law (Ottawa:Supply and Services, 1977)pp.313-321.

4. R. Somers, “Risk of Admission to Psychiatric Institutions Among Danish Women who Experienced Induced Abortion: An Analysis on National Record Linkage,” Dissertation Abstracts International, Public Health 2621-B, Order No. 7926066 (1979); H. David, et al., “Postpartum and Postabortion Psychotic Reactions,” Family Planning Perspectives 13:88-91 (1981).

5. Kent, et al., “Bereavement in Post-Abortive Women: A Clinical Report”, World Journal of Psychosynthesis (Autumn-Winter 1981), vol.13,nos.3-4.

6. Catherine Barnard, The Long-Term Psychological Effects of Abortion, Portsmouth, N.H.: Institute for Pregnancy Loss, 1990).

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8. Francke, The Ambivalence of Abortion (New York: Random House, 1978) 84-95.

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10. Adler, “Sample Attrition in Studies of Psycho-social Sequelae of Abortion: How great a problem.” Journal of Social Issues, 1979, 35, 100-110.

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13. Speckhard, Psycho-social Stress Following Abortion, Sheed & Ward, Kansas City: MO, 1987; Gissler, Hemminki & Lonnqvist, “Suicides after pregnancy in Finland, 1987-94: register linkage study,” British Journal of Medicine 313:1431-4, 1996.C. Haignere, et al., “HIV/AIDS Prevention and Multiple Risk Behaviors of Gay Male and Runaway Adolescents,” Sixth International Conference on AIDS: San Francisco, June 1990; N. Campbell, et al., “Abortion in Adolescence,” Adolescence, 23(92):813-823 (1988); H. Vaughan, Canonical Variates of Post-Abortion Syndrome, Portsmouth, NH: Institute for Pregnancy Loss, 1991; B. Garfinkel, “Stress, Depression and Suicide: A Study of Adolescents in Minnesota,” Responding to High Risk Youth, Minnesota Extension Service, University of Minnesota (1986).

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18. Oro, et al., “Perinatal Cocaine and Methamphetamine Exposure Maternal and Neo-Natal Correlates,” J. Pediatrics, 111:571- 578 (1978); D.A. Frank, et al., “Cocaine Use During Pregnancy Prevalence and Correlates,” Pediatrics, 82(6):888 (1988); H. Amaro, et al., “Drug Use Among Adolescent Mothers: Profile of Risk,” Pediatrics 84:144-150, (1989)

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20. Benedict, et al., “Maternal Perinatal Risk Factors and Child Abuse,” Child Abuse and Neglect, 9:217-224 (1985); P.G. Ney, “Relationship between Abortion and Child Abuse,” Canadian Journal of Psychiatry, 24:610-620, 1979; Reardon, Aborted Women – Silent No More (Chicago: Loyola University Press, 1987), 129-30, describes a case of woman who beat her three year old son to death shortly after an abortion which triggered a “psychotic episode” of grief, guilt, and misplaced anger.

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24. See Reardon DC, Coleman PK. Short and long term mortality rates associated with first pregnancy outcome: Population register based study for Denmark 1980-2004. Med Sci Monit 2012;18(9):PH 71 – 76; and Reardon DC, Ney PG, Scheuren F, Cougle J, Coleman PK, Strahan TW.  Deaths associated with pregnancy outcome: a record linkage study of low income women. South Med J 2002 Aug;95(8):834-41.

25.  Source: Coleman PK. Abortion and mental health: quantitative synthesis and analysis of research published 1995–2009. The British Journal of Psychiatry (2011) 199, 180–186.

26. Mota, NP et. al., “Associations Between Abortion, Mental Disorders and Suicidal Behavior in a Nationally Representative Sample,” The Canadian Journal of Psychiatry 55(4): 239-246 (April 2010).

27. DC Reardon and PK Coleman, “Relative Treatment Rates for Sleep Disorders and Sleep Disturbances Following Abortion and Childbirth: A Prospective Record Based-Study,” Sleep 29(1):105-106, 2006.