rejeição ao aborto no brasil e no mundo

Rejeição ao aborto cresce para 87% no Brasil, segundo pesquisa

A rejeição da população sobre a questão do aborto aumentou. Em 2016, o mesmo instituto verificou que 84% da população Brasileira era contra ao aborto.

A pesquisa foi realizada em diversos países e permite comparações entre países. A pesquisa mostrou que nos países em que o aborto é legalizado a aprovação da população sobre a prática é muito maior.

Na Suécia, em que aborto é prática legalizada desde 1938, a aprovação da população sobre a prática é de 77%.

Na Hungria, onde o aborto foi legalizado em 1955, a aprovação foi de 67% e na França, que legalizou 1975, a aprovação sobre é de 67%.

Os números mostram que quanto mais antiga a lei sobre o aborto, maior é a aceitação da população sobre o aborto.

Outro padrão verificado nesta linha é com relação ao percentual de abortos por número de gestações ao ano.

Na Suécia, 24,9% das gestações terminam em aborto em 2015. Na Hungria, o percentual verificado foi de 17,4%, em 2013, e na França a parcela de gestação terminada em aborto foi de 15,3% no ano de 2013.

A pesquisa foi realizada em 20 de janeiro e 3 de fevereiro de 2017, em 24 países. No total, foram entrevistadas 17.551 pessoas, sendo adultos de 18 a 64 anos nos Estados Unidos e 16 a 64 anos nos demais países. A margem de erro estimada é de 3,5%.

Sobre a Ipsos

A empresa Ipsos atua em 88 países na área de pesquisas. Ocupa a terceira posição na indústria, sendo uma das maiores empresas de pesquisa eleitoral no mundo e atua também na área de publicidade, fidelização de clientes, marketing, mídia, opinião pública e coleta de dados. Site da empresa no Brasil: www.ipsos.com.br

Fontes:

Estudo e estatísticas de abortos Suécia – Estudos Nacionais

Estatísticas de abortos na Hungria – Números

Estatísticas de abortos na França – Números

Pesquisa Instituto Ipsos 2016

Resumo da pesquisa Ipsos 2017

Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.
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