Perseguição anticristã: notas que você nunca lerá na mídia mainstream

Nos EUA, o procurador geral Jeff Sessions anuncia uma “força-tarefa para a liberdade religiosa” visando proteger os direitos de grupos baseados na fé, fazendo valer o texto da Constituição. Se mesmo nos Estados Unidos, nos últimos anos, o clima cultural levou os cristãos a sentirem que estavam sob ataque, em outras partes do mundo a situação dos cristãos é simplesmente dramática. Esperemos a grande mídia atacar a administração Trump no que diz respeito à nova “força-tarefa”, e a prosseguir na omissão cínica e sistemática de noticiar episódios como os que vão abaixo:

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O governo de Ruanda continua a fechar igrejas que não cumprirem as novas exigências estabelecidas no início do ano. Tais medidas estão se tornando, a cada dia, mais difíceis de serem cumpridas. 8 mil igrejas já foram fechadas. Uma delas, durante a celebração de um casamento.

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http://www.uscirf.gov/sites/default/files/Tier1_NORTH%20KOREA.pdf

Cristãos torturados e mortos na Coréia do Norte. Para quem ainda não leu, eis o link para o boletim referente a 2017 sobre a perseguição anticristã no país comunista no qual, segundo informa um membro da resistência cristã, a única religião permitida é a adoração ao ditador Kim Jong-Un.

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Na China, a perseguição também aumenta devido às novas regras estabelecidas no início do ano pelo governo comunista. As congregações estão se tornando mais cautelosas na recepção de visitantes durante cultos e celebrações. Tornou-se prática comum dividir-se em grupos menores para as reuniões, afim de evitar a entrada de espiões trabalhando para o governo.

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Na Eritréia, 35 cristãos foram libertos na semana passada. Centenas ainda permanecem presos no país que é considerado “a Coréia do Norte da África”. Para um cristão sair da prisão, alguém que possua uma licença comercial deverá pagar uma quantia equivalente a 20 mil dólares (um valor exorbitante para tais famílias), e garantir que o cristão libertado não sairá do país.

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No Vietnã, em nome da “cyber-segurança”, o governo impôs mais riscos aos cristãos que usam a Internet para divulgar os abusos da elite política e incentivar o ativisimo. As leis aprovadas em 12 de junho receberam duras críticas de legisladores dos EUA. As leis também obrigam empresas como Google e Facebook a armazenarem seus dados no país, a abrirem escritórios lá, “verificar”  informações de usuários e cedê-las às autoridades assim que exigidas, sem qualquer ordem judicial prévia.

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Na Índia, hindus demoliram uma igreja pois querem que Sangameshwar seja uma “vila livre de cristãos”. Em Uttar Pradesh, em 18 de julho, o colégio cristão Saint Andrews foi atacado pelo grupo hindu radical Akhil Bharatiya Vidyarthi Parishad (ABVP), que invadiu a escola e agrediu administradores, funcionários e professores, segundo relata Sajan K. George, presidente do Conselho Global de Cristãos da Índia (GCIC).

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E ainda há os últimos casos de perseguição na Nigéria, Turquia, Paquistão, Sudão do Sul, Irã e muitos outros países. Sem esquecer, é claro, do esquerdismo nosso de cada dia no Ocidente, seja nas universidades, na grande mídia, na política, na indústria do entretenimento, etc.

(Edson Camargo, com informações de Persecution.org.)

 

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