Gayzismo até na biologia: a destruição da inteligência avança nas universidades

“Interromper as articulações discursivas e institucionais ‘heterossexistas’ prevalecentes sobre sexualidade, animais e natureza”. Para essa mui urgente e nobre finalidade, o Eugene Lang College, parte da The New School, na cidade de Nova Iorque, oferecerá o curso “Queer Ecologies” neste segundo semestre.

Na apresentação do curso consta que “partindo de tradições tão diversas quanto a biologia evolutiva, movimentos LGBTQ +, estudos feministas da ciência e justiça ambiental, este curso irá (…) examinar as maneiras pelas quais o sexo e a natureza são compreendidos.” A professora será Heather Davis.

Não, prezados, não é que o gayzismo queira meramente invadir a biologia, já bagunçada pelas tantas linhas evolucionistas, ecofascistas, confusões conceituais e fraudes científicas. O fato é que as agendas sócio-comportamentais propaladas pelo multimilionário globalismo ocidental integram um plano de remodelagem total também da produção de conhecimento. Portanto, dominar as universidades é parte fundamental do processo da planificação cultural de larga escala. Entre os primeiros resultados temos o aprofundamento da destruição das personalidades e das inteligências entre a esquerda universitária e jornalística. Além da nojeira apresentada pelas militâncias LGBT, pró-aborto e feminista em suas manifestações “culturais” e de rua, que é apenas o que há de mais visível das consequências cognitivas e psicológicas dessa mega-operação macabra.

 

(Edson Camargo, com informações do Campus Reform.)

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *