Rápida nota sobre as eleições e a tal “esquerda cristã”

Época de eleição exige paciência, mas há algo até divertido, para além da mera “zuera”: é ver a comunistada que se diz cristã, os tais adeptos da “teologia” da “missão integral” (TMI) e da “teologia da libertação” (TL), revelando a todos quem realmente são. Ao defender os candidatos mais descaradamente anticristãos, como Guilherme Boulos, ou farsantes notórios a serviço do establishment e do globalismo, como Marina Silva, podemos ver os lobos, mediante surto e histeria, tirando a pele de ovelha.

Máscaras caem, uma após outra. Nos púlpitos, nos grupos musicais, no mercado editorial, nos salões das igrejas, nas redes sociais e, como não poderia deixar de ser, nos deprimentes “grupinhos do zapzap”. Mentes obstinadas, vaidosas, e na maioria dos casos, irrecuperáveis. E que, portanto, devem ser tratadas com todo o rigor, além de terem seu nomes catalogados.

“Ah, irmão, mas e o amor?”

O amor pelo lobo, burguesão, é ódio pelas ovelhas. Acorde. Essa rede de soberbos e hipócritas quer, além de fazer da igreja mera funcionária da revolução, destruir a fé cristã, misturando-a com a mais assassina das ideologias.

(Por Edson Camargo.)

 

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