Rússia desafia países europeus que se colocaram contra Maduro

A Rússia anunciou nesta segunda-feira (4) que rejeita o ultimato dado pelos países europeus ao ditador venezuelano, Nicolás Maduro, para que convoque eleições.

“Percebemos as tentativas de legitimar a usurpação do poder como uma ingerência direta e indireta nos assuntos internos da Venezuela”, disse à imprensa o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov.

A declaração do governo da Rússia veio após diversos países europeus anunciarem o reconhecimento do venezuelanoJuan Guaidócomo presidente interino do País.

O governo de Vladimir Putin também disse que apoiará a iniciativa de mediação do México e do Uruguai para solucionar a crise na Venezuela, frente ao grupo de contato da União Europeia (UE).

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou:

“Continuaremos defendendo o direito internacional, apoiando as iniciativas apresentadas por alguns países latino-americanos, como o México e o Uruguai, que apontam para a criação de condições para o diálogo nacional com participação de todas as forças políticas da Venezuela.”

O chefe da diplomacia da Rússia comentou também a declaração do presidente norte-americano, Donald Trump, que disse neste domingo (3) que o envio de militares à Venezuela é “uma opção”.

Lavrov disse que as palavras do líder dos Estados Unidos “atentam” contra as bases do direito internacional, segundo a agência EFE.

Informação: Renova Mídia

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