Quem é Mark Weinstein, criador do MeWe – parte 1

Quem é Mark Weinstein, criador do MeWe – parte 1

08/02/2018 0 Por Estudos Nacionais

revista estudos nacionaisCriador da nova rede social MeWe, Mark Weinstein, escreve em  veículo ligado a George Soros e diz que sua rede não possui anúncios, monitoramento, captação de dados e manipulação.

Após muitas reclamações e acusações de censura e exposição no Facebook, um sujeito chamado Mark Weinstein, profissional na criação de redes sociais, resolveu criar um site especialmente direcionado para zelar pela segurança e privacidade dos usuários. O MeWe não possui anúncios, nem monitoramento dos usuários ou captação de dados.

Weinstein já era conhecido nos Estados Unidos por ser um grande especialista em privacidade cibernética. Inclusive, já deu entrevistas para o USA Today e para CNN, escrevendo também para o The Huffington Post sobre o tema. Mark Weinstein também possui diversas críticas contra o monitoramento e uso de dados realizado por empresas como o Facebook e o Google, acreditando que a privacidade é algo essencial e veio a se tornar um bem de muito valor no mundo atual, constituindo um dos principais motivos para que as pessoas deixem de usar redes sociais.

Fatos importantes sobre o criador do MeWe
Chama atenção o fato de Mark ser colunista de um site abertamente de esquerda,  The Huffington Post, que inclusive conta com apoio de George Soros. Em sua coluna, fala sobre sua especialidade, privacidade nas redes sociais. Alguns de seus textos tratam a “problemática da Fake News” no Facebook, em suposição de uso de Fake News pelo Presidente Donald Trump, citando por exemplo, o caso da certidão de nascimento do ex-presidente Obama (que na visão de Weinstein, é fake news).

Weinstein também trabalhou em um projeto criado pelo ex-presidente Barack Hussein Obama, fundado em 2011,  chamado National Strategy for Trusted Identities in Cyberspace (NSTIC). Este comitê, ligado diretamente à Casa Branca, foi criado com objetivo de melhorar a privacidade e segurança na internet, em parceria com setor privado, movimentos, terceiro setor,  governos e outras organizações. Não há como negar que o criador do MeWe entende de segurança online.

precisamos-falar-sobre-aborto-livro-pacote-1-exemplarEm outro artigo, Mark Weinstein analisa recentes problemas de censura no Facebook, descrevendo como uma grande violação de privacidade e censura o fato do Facebook ter retirado tópicos conservadores da linha do tempo de usuários, propositalmente, por conter uma equipe de liberais administrando suas políticas de privacidade. Mas pondera a importância do tratamento de Fake News de forma distinta.

Em seu Twitter, Mark Weinstein faz propaganda de que sua rede social não contém manipulação de linha do tempo, fake news, anúncios, reconhecimento facial e truques, mostrando que a nova rede social aposta na falência da credibilidade do Facebook e na insatisfação dos usuários diante destes problemas.

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Segundo o criador do MeWe, ele poderá ultrapassar o número de usuários do Facebook, uma vez que o mesmo estaria perdendo usuários continuamente. No último ano, por exemplo, houve uma queda de 21% de engajamento, ou seja, na comunicação entre amigos na rede. O Facebook só se preocupa com a receita deles, algo ainda crescente, entretanto, há sempre espaço para a próxima grande coisa. O WhatsApp, Snapchat e Instagram provaram isso, entretanto, o Facebook comprou as marcas, não conseguindo, apenas, comprar o Snapchat.

Diante de ligações de Mark Weinstein com The Huffington Post (e consequentemente George Soros), surgem dúvidas a respeito da propaganda utilizada pelo fundador da nova rede social. Afinal, o melhor upgrade para um  programa de manipulação será sempre a proposta ou alegação da libertação do sistema manipulador descoberto, no caso, o Facebook.

Em tempos de Fake News (rótulo descredibilizador), a reconquista da credibilidade da internet parece ter tirado o sono daqueles que ganham bilhões manipulando mentes, movimentos sociais e governos.


Por: Marlon Derosa, Cristian Derosa e Raul Effting, em Estudos Nacionais, 08 de fev. 2018.

Fontes:Huffington Post – Mark Weinstein; media research center