Olavo diz que não teve influência sobre escolha de Weintraub para o MEC

O filósofo Olavo de Carvalho postou em suas redes sociais que não teve qualquer influência sobre a nomeação de Abraham Weintraub para ministro da Educação nem atuou para que o novo ministro trouxesse de volta os alunos de Olavo que haviam sido afastados da gestão anterior.

A notícia de que Olavo estaria por trás da nomeação de Weintraub foi divulgada pela Folha de S. Paulo, sobre a qual o filósofo respondeu em um post caracterizando o jornal como uma organização criminosa.

Não tive a menor influência na escolha do ministro Weintraub — a quem muito aprecio — e, é claro, não pedi a ele que trouxesse de volta ao Ministério aqueles que eu mesmo recomendei que saíssem de lá correndo. A Fôia é uma organização criminosa e nada mais.

Olavo de Carvalho pediu a seus alunos que se retirassem de cargos no governo depois que alguns de seus alunos começaram a ser afastados de atribuições mais relevantes. O primeiro a se exonerar e denunciar a situação no MEC foi Silvio Grimaldo, que publicou uma série de denúncias, inclusive em artigo no Estudos Nacionais, relatando a fraqueza do ex-ministro Vélez sobre seus subordinados, o que acabaria por enfraquecê-lo até perder todo o poder no Ministério.


 
 

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