Olavo de Carvalho alerta ministros sobre jornalismo militante e pede CPI do Foro de SP

“Ministros, acordem. Os jornalistas que não deixam vocês trabalharem são os mesmos que durante dezesseis anos cobriram o Foro de São Paulo com uma cortina de proteção contra os olhares da população”, lembra o filósofo Olavo de Carvalho em seu perfil no Facebook, nesta terça-feira.

Olavo alerta os membros do governo para que entendam que não há mais jornalismo sendo praticado no Brasil, mas por não saberem exatamente o que é jornalismo, imaginam que ele está sendo normalmente praticado.

No Brasil não existe nenhuma “liberdade de imprensa”, existe apenas a vontade tirânica da classe jornalística organizada e unânime.

CPI do Foro de São Paulo e extinção dos partidos ligados a ele

O filósofo sugere a deputados de direita que façam uma CPI para investigar a influência e poder do Foro de São Paulo nos partidos que, segundo ele, deviam ser extintos imediatamente.

“Quem ainda não percebeu que a mídia brasileira é o agente de desinformação do Foro de São Paulo nunca entenderá nada da política nacional e será destruído sem nem perceber por quem”.

E os deputados e senadores que subiram levados pela onda Bolsonaro, por que não abriram até hoje pelo menos uma CPI do Foro de São Paulo? Em que país imaginam que estão vivendo?

O ATO NÚMERO UM do governo Bolsonaro tinha de ter sido a extinção dos partidos filiados ao Foro de São Paulo e a punição judicial de todos os crimes cometidos em favor dessa organização, inclusive pela mídia chique. Sem isso, ficar implorando “Deixem-nos trabalhar” é algo como as ovelhas implorarem aos lobos famintos: “Deixem-nos pastar.”

Olavo criticou a ideia de projetos como o Escola Sem Partido, que representa a fraqueza e submissão da direita às ideias da esquerda e do establishment jornalístico que a representa.

Tem gente, na direita, que quer que depois de cinquenta anos de propaganda esquerdista nas escolas, tudo que se possa opor a isso seja a neutralidade isentista. Falta de espinha dorsal.

Se levamos mais de meio século para finalmente conhecer, com o livro do Mauro Abranches, a força avassaladora da KGB no Brasil do governo Goulart, quanto tempo levaremos para entender quem comanda o jornalismo nacional hoje em dia?

Neste país não há um são jornalista que não creia que sua opinião está acima das preferências majoritárias do eleitorado.

Marxismo cultural e Nova Ordem

A expressão “marxismo cultural” não é muito boa, mas ainda não há outra para nomear a passagem do velho marxismo-leninismo às modas ideológicas dos anos 60, ainda dominantes no mundo, que forjaram a união indissolúvel da militância enragée com o poder das megafortunas globalistas.

A total liberação das drogas é um dos inumeráveis pontos de união entre esquerdistas “enragés” e as megafortunas empenhadas em substituir o proletariado pela produção automatizada e lumpenproletarizar a população inteira.

“Guru”

Por fim, Olavo dá recado aos representantes da mídia mainstream que ainda repetem que ele seria o guru de Bolsonaro: “Se eu fosse o guru do governo, como uns bostinhas dizem que sou, eu não precisaria estar escrevendo essas coisas aqui…”, referindo-se ao seu perfil do Facebook.

 


 
 

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