Foro de São Paulo esteve próximo de conquistar o poder na América Latina, diz Bolsonaro nos EUA

Jair Bolsonaro e Donald Trump (Foto: Jim Watson/AFP)

No discurso proferido em Washington durante o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro enfatizou a proximidade dos dois países após décadas de líderes brasileiros antiamericanos e comprometidos com ideologias de esquerda.

O combate ao terrorismo e ao crime organizado foi um dos tópicos levantados por Bolsonaro na cooperação técnica entre os dois países, assim como o restabelecimento da democracia na Venezuela, “de especial interesse entre os dois países”, disse o presidente.

Bolsonaro lembrou que o regime de Maduro faz parte do Foro de São Paulo.

“O regime ditatorial venezuelano faz parte de uma coligação internacional conhecido como Foro de São Paulo, que esteve próximo de alcançar o poder em toda a América Latina. Pela via democrática, nos livramos deste projeto no Brasil”.

O presidente relacionou a importante mudança ocorrida nos EUA em 2017, com a eleição de Donald Trump e acrescentou que também o Brasil mudou em 2019. O desejo de uma América grande, segundo Bolsonaro, é compartilhado pelo Brasil, que deseja também um Brasil grande.

“Brasil e Estados Unidos também estão irmanados na garantia das liberdades individuais, no respeito à família tradicional, no temor a Deus, nosso criador, contra a Ideologia de Gênero, o politicamente correto e as fake news”

Inspirando-se em Ronald Reagan, Bolsonaro disse: “o povo deve dizer o que o governo pode fazer e não o contrário”

Bolsonaro afirmou que o encontro desta terça-feira (19) “retoma uma antiga tradição de parceria e ao mesmo tempo abre um capítulo inédito na relação entre Brasil e Estados Unidos”.

“Hoje, destravamos assuntos que já estavam na pauta há décadas e abrimos novas frentes de cooperação“, disse o presidente, acrescentando ser esta a hora de superar velhas resistências.

Bolsonaro termina pedindo a Deus que abençoe a América e o Brasil, o que chamou de duas maiores democracias do Ocidente.

 


 
 

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