Cuba é acusada de escravidão no Tribunal Penal Internacional por causa de programas como o “Mais Médicos”

Dois órgãos ligados à defesa dos direitos humanos denunciaram a ditadura cubana no Tribunal Penal Internacional (TPI) em razão das “missões de internalização” do regime, programa dentro do qual se inseria o “Mais Médicos” brasileiro.

Os titulares da ação foram a associação Defesa dos Prisioneiros Cubanos e a ONG Unión Patriótica de Cuba. A denuncia, anunciada em uma coletiva de imprensa da Organização dos Estados Americanos (OEA), afirma que o o regime castrista está cometendo, dentre outras coisas, “crime de escravidão”.

A petição apresentada e já acatada pelo TPI diz ainda que Cuba impõe condições de trabalho severas a quem participa dessas missões internacionais – são milhares de cubanos todos os anos enviados para alguns país americanos e europeus. O documento fala de repressão, de agentes cubanos que vigiam os profissionais delegados, em separação forçada dos familiares, em documentação cassada, em assédio sexual, violência, doutrinação e em confisco do salário pelo governo.

Sendo assim, o fato reascende uma discussão importante que se deu no início do governo Bolsonaro. Ainda na época da transição, o presidente condicionou a permanência dos médicos cubanos do “Mais Médicos” a que eles fizessem o Revalida – teste que avalia a competência do profissional de saúde formado no exterior –, que tivessem seu salário integral e que pudessem trazer sua família ao Brasil. Havana não aceitou e, portanto, o convênio foi encerrado, acarretando na quebra do vínculos com milhares de médicos alocados em todo o território nacional.

Com efeito, Bolsonaro foi muito criticado por parte da grande mídia, por opositores e por intelectuais que viram na medida nada mais que um revanchismo antipetista quando não um ódio abertos aos pobres que ficariam, de agora em diante, desamparados de assistência médica nos rincões do país.

No entanto, a justificativa da nova administração era justamente a que se confirma agora nas denuncias acatadas pelo TPI, qual seja: de que Cuba estaria praticando, com seus civis, uma espécie de escravidão moderna e que o Brasil não poderia ser cúmplice desse crime.

Vale dizer, por fim, que o encerramento do convênio com a ditadura cubana não acarretou, conforme alardeado, no fim do programa de expansão de assistência médica. O “Mais Médicos” continua em vigor, porém, agora, com profissionais brasileiros e, principalmente, livres.


 
 

5 thoughts on “Cuba é acusada de escravidão no Tribunal Penal Internacional por causa de programas como o “Mais Médicos”

  1. Sempre soube que o presidente Bolsonaro estava certo !
    Só não via a mentira dos mais médicos, quem não queria ,ou os esquerdistas que apoia a ditadura de Cuba, Venezuela e todas as porcarias ligada ao comunismo .
    Esta noticia deveria está em todos os jornais ,se fôssemos um país sério, com uma impressa séria e comprometida com o país, estaria ocupando primeira página dos jornais…

  2. Eu estava ganhando baixo a escravidão de Cuba 4 salários mínimos enquanto Agora baixo a proteção das promessas de Bolsonaro estou ganhando o salário de desempregado, fazendo bico como ayudante de pedreiro para poder pagar aluguel, comer e mandar dinheiro para meus filhos em Cuba. Faz 6 meses esperando a oportunidade , abrirão 2 editaos para o programa dos mais médicos e não tem vagas para cubanos, enquanto os brasileiros entram a trabalhar e saem às poças semanas. Eu era escravo segundo vcs, mas nunca foi discriminado de tal forma como nesta etapa da minha vida, com três especialidades médicas, dos master, e múltiplos cursos de pós-graduação né encontro trabalhando em ofícios que respeto mas que nunca realizei durante minha vida de escravo.

  3. Correção:- Eu estava ganhando baixo a escravidão de Cuba 4 salários mínimos enquanto Agora baixo a proteção das promessas de Bolsonaro estou ganhando o salário de desempregado, fazendo bico como ajudante de pedreiro para poder pagar aluguel, comer e mandar dinheiro para meus filhos em Cuba. Faz 6 meses esperando a oportunidade , abrirão 2 editais, e cada um com 3 etapas( na última delas seria para os cubanos, onde nunca sobra vagas) para entrar no programa dos mais médicos e não tem vagas para cubanos, enquanto os brasileiros entram a trabalhar e saem às poucas semanas. Eu era escravo segundo vcs, mas nunca foi discriminado de tal forma como nesta etapa da minha vida, com três especialidades médicas, dois master, e múltiplos cursos de pós-graduação não encontro trabalhando em ofícios que respeto mas que nunca realizei durante minha vida de escravo

  4. O anticomunismo primário continua e a imbecilidade vai aumentando!…no Brasil são, pelo nenos, 5,7 dezenas de milhões de brasileiras e brasileiros que por padecerem dessa deficiência cognitiva programada votaram nesse crápula execrável do bolsonarzeco é nazi-fascista assumido….e não está acescrsvizar os brasileiros, já está matando de fome e subnutrição muitos deles!….

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