Terrorista da Nova Zelândia se descrevia como “eco-fascista” e admirava China

Brenton Tarrant

No manifesto que publicou antes do massacre, o terrorista que matou 49 muçulmanos hoje (15/03/2019) na Nova Zelândia se descrevia como “eco-fascista” e afirmava ser o país por ele mais admirado a China.

Massacre na Nova Zelândia

“Quando eu era jovem, era comunista, depois anarquista e, finalmente, libertário, antes de me tornar eco-fascista.” Assim descreveu Brant Tarrant sua trajetória política. Tarrant também destacou que se considerava um “ecofascista por natureza”.

Em seguida, respondendo a pergunta “Você já foi ou é conservador?”, o assassino escreveu o seguinte: “Não, o conservadorismo é corporativismo disfarçado. Não tenho nada a ver com isso.”

Por fim, de forma peculiarmente sincera, ele também expressou admiração pela China comunista. “A nação com os valores políticos e sociais mais próximos da minha é a República Popular da China”.

Acompanharemos o uso político que a esquerda fará do episódio.

Fonte: The Great Replacement (manifesto de Tarrant)


 
 

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