Suécia imigrantes cometem coletivo e são libertados

Suécia: imigrantes cometem estupro coletivo e são libertados

A advogada descreveu o ocorrido como o pior caso de estupro em que já havia trabalhado.

O crime ocorreu em Fittja, Estocolmo, no verão passado, e envolveu até 20 homens, mas apenas cinco foram identificados.

Os imigrantes, antes de arrastarem-na até o segundo andar de uma escada, “discutiram quem iria usar-me primeiro”, disse a vítima de 30 anos. “Muitos aguardavam a sua vez”, acrescentou.

Os criminosos esmurraram a cabeça da mulher contra o degrau da escada, deixando-a inconsciente, e, ameaçando-a com uma faca, efetivaram o crime de estupro. Todo o incidente foi capturado pelas câmeras de vigilância. Após a brutal provação, a vítima tentou sinalizar de diversas maneiras que precisava de ajuda, mas foi ignorada.

revista estudos nacionaisNo dia 19 de dezembro, os cinco imigrantes muçulmanos foram absolvidos pelo tribunal distrital de Sodertorn, sob o princípio de que a mulher teria realizado sexo voluntariamente com eles. Apesar do tribunal reconhecer que a vítima sofreu diversos ferimentos, declararam que estes não eram admissíveis como evidência de violação violenta.

Apesar dos relatos de que os homens haviam filmado o incidente em seus celulares e foram vistos rindo por toda parte, o tribunal descartou o testemunho porque “os vídeos do incidente não foram encontrados”. Presumivelmente, a ideia de que os criminosos possam ter excluído a filmagem não foi considerada.

A advogada da suposta vítima, Elisabeth Massi Fritz, expressou seu choque com o veredicto, chamando-o de “um constrangimento para o nosso sistema legal”.

“Nenhum agressor deve escapar de uma violação tão cruel e implacável. Este é o pior crime de estupro em que trabalhei durante meus 26 anos de carreira”, disse Fritz, acrescentando que irá apelar a decisão, prometendo: “Nós não desistiremos”.

A crise da imigração e o aumento da criminalidade na Suécia

Como relatamos em outros artigos, os guetos de imigrantes da Suécia são tão perigosos que nem a polícia entra. Inclusive, as forças policiais estão se organizando para tentar acalmar a situação, montando forças especiais e instalando microfones para captar o som de mulheres gritando.

Enquanto a grande mídia embarcou em uma campanha de desinformação para minimizar a gravidade dos ataques sexuais desde que a Suécia abriu suas fronteiras para os imigrantes muçulmanos em 2015, as violações só tendem a aumentar. Por exemplo: as denúncias de estupro em festivais de música aumentaram em 1000% Link. Uma pesquisa recente descobriu que 50% das mulheres jovens do país se sentem inseguras para caminhar pelas ruas, algo que não existia antes.

Por fim, enquanto os ataques sexuais e violação de mulheres estão fora do controle, o governo sueco se ocupa com a publicação panfletos, informando que utilizar a palavra refugiados entre aspas é discurso de ódio, e que questionar a idade dos imigrantes é uma forma de extremismo.

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Fontes:

[1] thelocal.se – Five men acquitted in Fittja rape case

[2] Infowars – Sweden: Migrants Charged With “Ruthless” Gang Rape of Woman Walk Free

[3] Swedish music festival sex attacks up 1000%

[4] Swedish Government Report Says Putting the Word “Refugees” in Quotation Marks is “Hate”

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