Líder direitista da Hungria: “Cultura cristã ou multiculturalismo para a Europa”

Laszlo Balogh/Getty Images

Com as eleições no parlamento da União Europeia se aproximando, o primeiro ministro húngaro, Viktor Orbán, lança a candidatura de seu partido Fidesz – União Cívica Húngara e alerta sobre o destino que o velho continente está prestes a receber: a cultura cristã ou o multiculturalismo.

As eleições que irão decidir a nova configuração da União Europeia serão no próximo mês de maio.

Viktor Orbán ressaltou o momento decisivo do pleito e deixou a pergunta no ar: “a Europa permanecerá européia ou daremos lugar às massas vindas de outras culturas? Nós decidiremos se protegeremos nossa cultura cristã europeia ou daremos lugar ao multiculturalismo.”

Orbán colocou, ainda, uma linha clara entre os dois lados da polaridade que as próximas eleições representam. De um lado há os representantes da visão pró-imigração indiscriminada, como Alemanha e França; de outro, os que se opõem a tal modelo de política – predominantemente os países do leste europeu.

“O líder húngaro deixou bem claro de que lado da cerca ele está, fazendo esforços para construir pontes com o vice-primeiro-ministro populista e Ministro do Interior italiano, Matteo Salvini, cujo partido da Liga (Lega) poderá se tornar o maior do Parlamento Europeu se a pesquisa atual se mostrar precisa”, acrescentou o Breitbart.

Para consolidar a Europa na visão que lhe é ideal, Viktor Orbán fez uma lista de itens que resumem os objetivos a serem alcançados, havendo uma vitória conservadora nas eleições de maio:

  • A gestão da migração deve ser tirada dos burocratas de Bruxelas e devolvida aos governos nacionais.
  • Devemos dizer claramente que nenhum país será obrigado a aceitar migrantes contra a sua vontade.
  • Ninguém deve ser admitido na Europa sem identificação e documentos válidos.
  • Devemos abolir os cartões de migrantes pré-pagos e o visto de migrante.
  • Bruxelas não deve dar mais financiamento às ONGs financiadas por George Soros.
  • Na Europa, ninguém deve ser discriminado porque se declara cristão.
  • Aqueles que têm o direito de decidir, em vez do Parlamento Europeu e do Conselho Europeu, decidam que os líderes que se opõem à imigração encabeçem as instituições da UE.

 
 

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