A perigosa militarização da China de Xi Jinping

O alerta máximo de militarização da China apareceu no artigo de Gordon G. Chang, autor de The Coming Collapse of China, publicado no site do Gatestone Institute, nesta segunda-feira (4).

O texto remete a uma movimentação perigosa do governo de Xi Jinping, no sentido de “recuperar” territórios que nunca pertenceram à China, em uma clara manobra expansionista de um país que sempre afirmou ter armamentos apenas por questões de defesa. O fato é que nenhuma potência está ameaçando claramente o país comunista para justificar uma militarização desta envergadura.

Grande parte do equipamento que o Exército Popular de Libertação da China está adquirindo: porta-aviões, veículos anfíbios para transporte de tropas e caças invisíveis, tem o intuito de colocar em evidência o poder e não a defesa da pátria. Foto: porta-aviões Tipo 001A da China em 2017. (Imagem: GG001213/Wikimedia Commons)

O líder chinês transmitiu palavras de incentivo de uma campanha militar que, segundo ele, trilha passos “a partir de um novo ponto de partida”. Será que a China poderá mudar a estratégia geopolítica e assumir o lugar de outras potências comunistas aparentemente “pacificadas” como a Coréia do Norte?

Segundo Chang, líderes chineses, não apenas Xi Jinping, acreditam que seus domínios devem ser muito maiores do que são hoje. “O temor é que, agindo com base em sua própria retórica, eles acabem usando novas e admiráveis armas com a intenção primordial de invadir e ocupar territórios, se apoderar de águas e espaços aéreos internacionais”, diz o escritor.

Chang lembra que na década de 1930, a mídia internacional divulgou a ideia de que o Japão estava sendo cercado por potências hostis que queriam evitar sua ascensão. Eri Hotta escreve no livro Japan 1941: Countdown to Infamy que os japoneses “se convenceram a acreditar que eram vítimas de circunstâncias e não agressores”. É exatamente isso o que os chineses estão fazendo neste momento”, acredita.

“Lamentavelmente, esse trágico comportamento paradigmático é evidente hoje em uma Pequim onde os chineses, usando dragonas com estrelas em seus ombros, parecem querer repetir um dos piores erros do século passado”.

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