Censura: entenda o que está acontecendo nas redes sociais

Censura: entenda o que está acontecendo nas redes sociais

18/12/2017 0 Por Raulf Effting

Há muito se vem falando do crescimento da censura nas redes sociais, e acredite, ela realmente está acontecendo.

Pode-se dizer que a crescente censura é devido aos efeitos causados pela circulação de informação na internet, que abalaram as pernas de muitos poderosos ao redor do mundo, constituindo algo totalmente novo e inesperado. Por exemplo: através do Facebook, o povo Líbio se organizou para a derrubada do sangrento ditador Muammar al-Gaddafi, bilionário da indústria do petróleo; os brasileiros, através de páginas e grupos, deram início a inúmeros protestos que levaram ao Impeachment da ex-presidente Dilma Rouseff. Mas talvez o que mais enfureceu os globalistas e a mídia mundial tenha sido a sua grande derrota através da vitória do presidente americano Donald Trump, deixando mais do que claro o poder das redes sociais ao substituírem o próprio establishment midiático utilizando-se da divulgação de inúmeras notícias que são propositalmente ocultadas pelos jornais de propriedade dos bilionários.revista estudos nacionaisDe fato, o Facebook, o Youtube e a Google são empresas ligadas a esses bilionários, mas sua estrutura tomou proporções que fugiram do controle, levando a sua própria derrota. Então, surge a questão: ”como vamos controlar o negócio sem atrapalhar os nossos planos?”

Acontece que os métodos de controle já estão em ação. Basta perceber a quantidade de queixas e protestos de pessoas que acusam as mídias sociais, principalmente o Facebook,  de censurarem suas ideias, críticas, notícias e apagarem páginas e perfis pessoais.

Censura na Europa

Algo visível é o que está ocorrendo na Europa, não apenas os boicotes da União Europeia aos países que se recusam a receber imigrantes, mas a coordenação com os meios de comunicação para não mostrar ao mundo os efeitos da imigração.

Apenas para efeito de ciência, assista ao pequeno vídeo:

[av_video src=’https://www.youtube.com/watch?v=aiXDstdsyK4′ format=’16-9′ width=’16’ height=’9′]

Parece que estamos na Síria, não é? Mas estamos na Alemanha, em Hamburgo!

E cenários como este não cessam de surgir:

Carros sendo incendiados em Paris.

Motim e confronto com a polícia em Paris.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O álbum é enorme e poderíamos mostrar centenas de fotos. Mas que parte disto está sendo noticiado por aí? Muito pouco ou, até mesmo, nada.

Talvez devêssemos voltar ao ano de 2015, quando, durante uma refeição, Mark Zuckerberg (CEO do Facebook) e Angela Merkel (Chanceler da Alemanha) foram pegos de surpresa com um microfone que gravou pequenos trechos de suas conversas.

Depois de Merkel ter perguntado a Zuckerberg sobre os posts ofensivos a respeito da crise dos refugiados, o CEO do Facebook disse: “precisamos trabalhar nisso”.

precisamos-falar-sobre-aborto-livro-pacote-1-exemplar“Você está trabalhando nisso?”, Perguntou Merkel.

“Sim”, o Sr. Zuckerberg teria respondido, antes que a transmissão fosse interrompida.

Também, no último dia 6 de  dezembro, o governo polonês, a fim de reivindicar sua autonomia, fez um vídeo informativo que, infelizmente, foi censurado pelo Youtube.

O vídeo aborda a crise vivida com os imigrantes e a falta e autonomia dos membros da União Europeia, posto que o bloco econômico está, literalmente, suprimindo as identidades nacionais dos países membros e chantageando-os para que recebam imigrantes. O título do vídeo é: “Europa, abra seus olhos e garanta o nosso direito” que, incrivelmente, foi marcado como “inadequado à idade”, e muitos recursos padrão do YouTube para o vídeo foram desativados, incluindo a seção de comentários, compartilhamento, incorporação de opções, contagem e avaliação do usuário.

Esse “estado limitado” do Youtube é conhecido como um purgatório virtual de conteúdo considerado “ofensivo” ou “extremista” pela grande mídia e meios de comunicação – como a “crise de refugiados” e toda a propaganda que a alimenta.

Concluindo: não são apenas pessoas que estão sendo censuradas, mas também as próprias nações, demonstrando que a situação é gravíssima.