Transgênero – homem biológico – ganha indenização por ter sido expulso de time de futebol feminino

The Daily Wire

Christina Ginther, um homem biológico de 46 anos e que se identifica como mulher, venceu uma ação em que alegava discriminação depois de ter sido rejeitado para jogar em uma equipe feminina de futebol do estado americano de Minnesota. O caso foi julgado no final de dezembro passado.

“Ginther, que tem quase 1,80m de altura e faixa preta de segundo grau em caratê, recebeu um total de 20 mil dólares com a vitória legal: 10 mil dólares em indenizações punitivas e 10 mil dólares por problemas emocionais”, informou o The Daily Wire.

Inicialmente Ginther foi bem recebido pelo Minnesota Vixen Football, em 2016. Todavia quando a proprietária do time Laura Brown viu que Christina Ginther era, biologicamente, um homem, decidiu rescindir-lhe o contrato por razões de segurança.

Segundo informou o advogado de Brown, as regras da liga estatuem que “um jogador não pode jogar na liga IWFL, a menos que seja atualmente, e sempre tenha sido, legal e biologicamente, uma mulher, conforme determinado pela sua certidão de nascimento e carteira de motorista.”

Christina Ginther disse que lembra de Brown alertando-lhe que a liga não permitia pessoas nascidas biologicamente homens por razões de segurança. Contudo, sentindo-se excluída, acrescentou que: “desliguei o telefone e apenas me senti violada. Quero dizer, aquela sensação de ‘eu sou uma aberração. Eu sou um defeito. Eu não sou digno de estar com esse time.’”

“Um processo de discriminação contra a equipe e a liga foi aberto em 2017, citando uma violação da Lei de Direitos Humanos de Minnesota, que protege indivíduos contra discriminação por parte de empresas com base em orientação sexual. Entretanto, notavelmente, Ginther ganhou com base em ser trans, não gay”, acrescentou o Daily Wire.

O júri do Condado de Dakota deu a razão a Ginther. A decisão foi a primeira deste tipo e considerou que grupos ou equipes formados exclusivamente por mulheres são “potencialmente discriminatórios.”

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