Escolas neutras na Suécia não querem meninos de azul e meninas de rosa

Foto de capa do artigo Voice of Europe: State run Swedish kindergarten forces boys to wear a dress. Créditos FamVeld.

O site Voice of Europe traz uma entrevista de uma ex-professora de uma escola da linha do gênero neutro na Suécia. Trata-se de uma escola jardim de infância onde meninos são forçados a se vestirem como meninas.

A ex-professora conta sobre conflitos que ocorrem com pais que utilizam termos incorretos em casa, como “mãe” e “Pai” ou “Snowman” (homem das neves) ou “Santa Claus” (Papai Noel). Nada deve criar estereótipos de gênero nas crianças, segundo a ideologia de gênero.

Inúmeros outros experimentos insanos com ideologia de gênero têm ocorrido na Suécia. É o caso da Pré-escola Egalia. Professores evitam usar os pronomes “ele” e “ela” quando se referem às crianças ou as chamam. Para buscar a neutralidade do gênero, trocaram o “him” e “her” (ele e ela) pelo “hen”, um novo pronome pessoal criado para que seja sem gênero, um recurso trazido do idioma Finlandês para a Suécia.

Os livros didáticos usados não contém qualquer tipo de imagem ou texto que vincule sexo biológico aos estereótipos de gênero tradicionais.

Para reforçar a neutralidade de gêneros, a escola incentiva que as crianças usem brinquedos e jogos neutros ou invertidos. “Eu quero mudar as coisas na sociedade”, diz Emelie Andersson, uma das professoras, que tem 27 anos de idade e escolheu trabalhar na escola Egalia por conta de seu perfil e a política de gênero neutro. (Informações BBC)

Outra escola na mesma linha fica ao sul da capital da Suécia. A Seafarer’s Preschool (Pré-escola), conforme conta notícia do The New York Times, em 2018. Nessa escola, professores retiram do ambiente carrinhos e bonecas e colocam todas as crianças para brincar de cozinha, por exemplo. Em outros momentos, fazem meninas brincar de forma que tradicionalmente os menino brincam. A perspectiva de gênero neutro ou indefinido está sendo adotada em muitas pré-escolas da Suécia.

Uma das professoras analisa, aparentemente frustrada, o comportamento das crianças:

“quando as crianças estão desenhando… Elas, desenham meninas com maquiagem longos cílios… é muito claro que são meninas”

O artigo do The New York Times explica que

“os experimentos de pré-escolas com gênero neutro na Suécia iniciaram em 1996 (…) O homem que iniciou isso foi Ingemar Gens, que não era educador ou professor, mas um jornalista que fez adesão à teorias antropológicas e de gênero”.

Outro caso absurdo ocorrido na Suécia, noticiado em 2018, ocorreu em uma pré-escola na cidade de Umea. A escola era cristã, mas foi obrigada pelo governo a abandonar o momento de “lanche e Bíblia”, onde tinham lições de oração antes de um lanche. O governo proibiu atividades confessionais durante por meio de uma lei.

Crianças com gênero neutro ou secreto

A notícia da BBC lembra ainda sobre polêmicas recentes da não-definição de gênero em crianças após o nascimento por parte de alguns pais adeptos da ideologia de gênero.

Em 2017, um casal da Suécia levantou certa polêmica porque definiram o gênero de seu filho, à época da matéria, com dois anos e meio, como gênero “secreto”. Assim, a criança é criada sem distinção de gênero, quebrando todos os paradigmas e normas tradicionais.

Um caso semelhante é do Canadá. Em Toronto, um casal que não gosta da ideia de que meninos precisam vestir roupas azuis e meninas vestidos e cores como o rosa, estabeleceu que seu filho deve ser criado sem gênero definido.

menino-genero-secreto

Segundo o artigo da BBC, nem mesmo os avós da criança sabem o sexo biológico. Contudo, daqui do Brasil apenas vendo a foto arrisco dizer com quase absoluta certeza que é um menino, pois a biologia foi tão cruel com eles que o pobre do bebê tem toda a cara de menino e a neutralidade de gênero é mera loucura da cabeça dos pais ultra-modernos e irresponsáveis, que desejam fazer de seus filhos um experimento.

 

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