Facebook permitirá que funcionários protestem contra Trump

O Facebook informou que não punirá funcionários que ocuparem tempo de sua carga horária para protestar em favor de políticas pró-imigração durante o dia 1 de Maio.  Além dos funcionários, a empresa informou também que vai buscar garantir esse direito de protesto aos seus fornecedores e irá investigar se alguma empresa fornecedora não permitir que seus funcionários façam protestos se desejarem.

A rede social informou a sua política de direitos de protesto no dia 14 de abril por meio de um post em sua intranet.  O Facebook e outras empresas do setor de tecnologia tem criticado fortemente as políticas de segurança nacional de Donald Trump sobre maior controle na imigração.

A maior rede social do mundo vem manifestando fortes posições na política. Há alguns anos crescem acusações de que o Facebook esteja ocultando informações, notícias e opiniões mais conservadoras do Feed de notícias.

O Facebook recebeu fortes críticas de usuários em todo o mundo em episódios como as eleições americanas em 2016 e agora mais recente com o Brexit. Para muitos usuários, a rede social estaria tomando partido e manipulando o top trends ao não considerar os temas mais compartilhados como relevantes simplesmente por não compartilhar da opinião dos usuários da rede social.

Polêmica de tendência do Facebook no passado

Apesar de negar qualquer manipulação do feed de notícias, no início de 2016 o Facebook realizou ajustes em seu algoritmo após diversas reclamações de usuários.

Em maio de 2016 a empresa chegou a demitir funcionários que estariam manipulando o Feed com intensões políticas. Negou que o algoritmo de seu sistema tivesse qualquer viés político, mas admitiu que funcionários podem influenciar dando um viés que favorecesse pautas de esquerda na rede social. A empresa informou que trabalha constantemente em investigações para evitar que ocorram manipulações dessa natureza.

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