Haddad e suas ameaças à democracia

Haddad e suas ameaças à democracia

09/10/2018 2 Por Cristian Derosa

Além das simpatias com ditaduras, o plano de governo de Haddad traz uma série de ameaças à liberdade, como o controle da mídia, legalização das drogas, aborto, constituinte e outros planos que representam a maior ameaça à democracia dos últimos anos.

A principal arma utilizada contra Bolsonaro, tanto pelo PT quanto pela grande mídia, tem sido a consideração de ameaça à democracia devido sua defesa do período militar. Além disso, muitas das acusações contra Bolsonaro são meras aferições de interpretações maliciosas de suas frases tiradas do contexto. Mas se analisarmos o plano de governo de Fernando Haddad, veremos mais ameaças reais juntas do que poderiam representar quaisquer interpretações maliciosas. Muito mais do que declarações que podem ser dúbias, o PT declara abertamente seus planos para o Brasil. Vejamos quais são eles:

Controle da mídia

Chamada eufemisticamente de “controle social da mídia”, o plano é antigo e se refere à proposta do “novo marco regulatório da comunicação social eletrônica” (pag.6). Significa um amplo controle dos meios através de comitês regulatórios que serão implementados pelo governo. Inclui toda a comunicação social do Brasil, assim como as redes sociais e o que chamam de combate às fake news. À moda das agências de checagem, o governo petista vai implementar o seu velho desejo de controlar os meios de comunicação. Para quem tenha dúvidas e acha se tratar de fake news é só ler a queixa da socióloga petista Eleonora Menicuti, que declarou sua insatisfação em entrevista ao portal petista Brasil247: “Maior erro do PT foi não regular a mídia”. Um próximo governo petista vai cuidar de não errar novamente.

Legalização das drogas

Diz o plano de Haddad sobre o problema das drogas: “O país precisa olhar atentamente para as experiências internacionais que já colhem resultado positivos com a descriminalização e a regulação do comércio.”

Políticas de gênero

A chamada Ideologia de Gênero conta com substancial atenção nos planos do PT para o Brasil: “Ademais, fortalecerá o Sistema Nacional LGBTI+ e instituirá a Rede de Enfrentamento à Violência contra LGBTI+, articulando órgãos federais, estaduais e municipais para que implementem políticas de promoção da orientação sexual e identidade de gênero. O governo vai investir na saúde integral LGBTI+ e implementará programas e ações de educação para a diversidade, ” Programa Transcidadania, que garantirá bolsa de estudos a pessoas travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade para concluírem o ensino fundamental e médio, articulado com formação profissional”.

É bom lembrar que a Ideologia de Gênero foi amplamente rejeitada pelos brasileiros por ocasião das votações do Plano Nacional de Educação e os equivalentes regionais, quando grande parte da sociedade se levantou contra as propostas de inclusão dessas temáticas para crianças do ensino fundamental e médio.

Aborto

O plano de governo do PT também garante os “direitos sexuais e reprodutivos”, um compromisso claro com a legalização do aborto, tema rejeitado pela imensa maioria da população brasileira.

Constituinte

Um plano antigo do PT é a constituinte exclusiva. Foi sugerido por Lula, insistido por militantes e aventado por Dilma, sem sucesso, após as manifestações de 2013. Não pôde deixar de aparecer no plano de Fernando Haddad. No entanto, tão logo começou-se a vinculá-lo às simpatias ditatoriais do PT na Venezuela e Cuba, a ideia começou a pegar mal e foi afirmado que as mudanças serão feitas via emendas constitucionais. Sabe-se, porém, que este é um desejo velho do PT.

Submissão a um criminoso nacional e internacional

Talvez a mais grave ameaça à democracia que vivemos é que o candidato é instruído e comandado de dentro da cela da Polícia Federal, pelo ex-presidente Lula, preso por lavagem de dinheiro, mas culpado de muitos mais crimes. Evidentemente, o crime de lavagem de dinheiro é o menor cometido por Lula, que é criador do maior organismo internacional para o controle político da América Latina, o Foro de São Paulo, do qual fazem parte movimentos de extrema esquerda e grupos narcoterroristas que colaboram com partidos políticos em vários países do continente. Lula é culpado do avanço da esquerda em todo o continente e do desvio de dinheiro público brasileiro para obras e suporte de ditaduras como a cubana e venezuelana, além da compra de consciências no escândalo do Mensalão.

Fernando Haddad é um funcionário obediente do líder revolucionário que ajudou a controlar as eleições da Venezuela e perpetuar Chavez, depois Maduro, no poder. Lula admitiu isso em seus discursos e não é novidade para ninguém.