Gaviões, tucanos e abutres contra Bolsonaro e a receita de sucesso do capitão

Gaviões, tucanos e abutres contra Bolsonaro e a receita de sucesso do capitão

21/09/2018 0 Por Cristian Derosa

Certamente, o segredo do crescimento de Jair Bolsonaro na corrida presidencial se deve à sua oposição ao crime e consequente rejeição e ataques contra ele por parte de organizações criminosas. Dos abutres financistas do Economist até tucanos enredados ao centrão, do PCC ao crime organizado, com direito até a campanha de oposição vinda dos gaviões da fiel. Todos eles têm motivos de sobra para temer o Capitão.

A elite financeira internacional, representada pela revista inglesa The Economist, tem todos os motivos para ver em Bolsonaro uma tragédia anunciada: com um programa de governo ao mesmo tempo liberal e nacionalista, dificilmente recorrerá aos financiamentos milionários que alimentam de juros os maiores bancos do mundo. Assim como a recomendação do líder da maior torcida do Corinthians, Gaviões da Fiel, ao dizer: “Gavião não vota em Bolsonaro”, o candidato só cresce com a oposição de organizações criminosas.

Mais uma vez o Economist, de propriedade dos banqueiros e metacapitalistas Rothschild e Agnelli, dispararam críticas contra Jair Bolsonaro, o candidato que mesmo hospitalizado está cada vez mais forte à presidência do Brasil. A revista britânica caracteriza Bolsonaro como um perigo para o Brasil e para a América Latina. De fato, Bolsonaro representa uma ameaça a governos como Maduro, Ortega, Castro e todos os projetos alinhados ao Foro de São Paulo.

O Economist não vê qualquer ameaça à democracia no risco que corríamos de ter um condenado por corrupção como presidente. Mas, assim como o PCC, os gaviões da fiel, o centrão, a mídia da esquerda, a universidade e todos os setores da esquerda e do crime, manifestam seu pânico diante da possibilidade de que as opiniões da maioria da população brasileira finalmente se façam ouvir pela voz de Bolsonaro e Mourão.

Há algumas semanas, o Economist já havia criticado Bolsonaro, o que repercutimos por aqui explicando a quem serve a revista britânica. Agora, ao que tudo indica, faz uma verdadeira propaganda para o candidato.

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Bolsonaro é motivo de temor para revista britânica The Economist.

Quem é representado pelo The Economist.