“Algumas pessoas brancas devem morrer para os negros avançarem”, diz professor assistente de universidade americana

Campus Reform

Um assistente de ensino da Universidade da Geórgia que rotineiramente ataca o conceito de “brancura” nas mídias sociais deu mais um passo adiante na última quarta-feira, quando declarou que “algumas pessoas brancas podem ter que morrer” para que os negros avancem, escreveu o The Washington Times.

Irami Osei-Frimpong, professor assistente de filosofia na Universidade da Geórgia e aluno Ph.D, escreveu na página oficial da universidade no Facebook que – o comentário foi logo após apagado – “algumas pessoas brancas podem ter que morrer para que comunidades negras se consolidarem nesta luta para avançar para a liberdade.”

Após a repercussão do caso, Osei-Frimpong tentou justificar-se e ainda acrescentou que “estou apenas dizendo que a América está preparada para criar supremacistas brancos funcionais, e eles têm um apego a isso que não é particularmente moral. Eu não ficaria surpreso se os brancos tivessem que morrer antes que os americanos negros pudessem viver em liberdade.”

Um porta-voz da Universidade da Geórgia, quando ouvido sobre o caso, não entrou no mérito do comentário do professor assistente, mas defendeu seu direito de se expressar.

Mesmo sob intensa crítica nas redes sociais, alguns dias após o incidente Irami já usava sua conta no twitter para trazer o assunto à tona novamente:

Tradução: “Fizemos um projeto nacional de mimar as pessoas brancas sobre a brancura e estamos vivendo as conseqüências.”

O Campus Reform tinha resgatado um texto publicado na plataforma Medium, onde Irami sugeria que “nós tivemos que matar algumas pessoas brancas para sair da escravidão. Talvez, se tivéssemos matado mais durante o século 20, ainda não falássemos sobre a privação racial de direitos dos eleitores e a discriminação de moradia, educação e emprego.Isso não deveria ser controverso.”  No entanto, ao se tentar acessar o link onde o texto estava hospedado, há hoje a informação de que o conteúdo está indisponível.


 
 

6 thoughts on ““Algumas pessoas brancas devem morrer para os negros avançarem”, diz professor assistente de universidade americana

  1. Mais idiota útil que precisa de tratamento psicológico.
    Abre a boca ao invés de brilhar….. defesa…….

  2. Enquanto existir a mentira que todas as raças são “iguais” os superiores vão ser perseguidos, pois a sua alta qualidade e inteligência são vistas como “privilégio”.

  3. Entra para a universidade para descarregar a merda da sua mente maconheira e depois reclama da Ku Klux Klan!

    Tanto no Brasil, quanto nos EUA, existiram leis de abolição e leis podem ser revogadas por nova lei.

    Depende de onde os porcos fuçam.

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