Em países onde o aborto é legalizado há décadas a sociedade tem verificado o fenômeno da expansão da cultura do aborto. Fatos como os relatados abaixo, mostram que não raro, a sociedade passa a fazer pressão para que mulheres abortem.

Pressão para fazer o aborto nas empresas

Diversos casos tem sido reportados de assédio moral, pressão e chantagem nas empresas. Os patrões usam sua hierarquia e seu poder econômico para negociar a gravidez da funcionária visando evitar que tenham de conceder licença maternidade e outros benefícios que a gestantes terá se levar a gravidez adiante.

Supervisor de empresa pressiona funcionária e se oferece para leva-la à clínica de abortos.

Florida(EUA): Funcionária ganhou ação judicial contra empresa Fisher-Pou Home, porque seu supervisor cometeu assédio moral e a pressionou para que abortasse porque seu bebê seria miscigenado. Outros três funcionários confirmaram que o supervisor, além de pressionar, fez uma proposta financeira e se ofereceu para leva-la até a clínica de abortos.

Jury Awards Florida Woman in Coercive Abortion Case,” Pro-Life Infonet, attributed to Associated Press, Feb. 11, 2001.

Atriz é demitida por ficar grávida. Produtor de TV questiona “por que ela não simplesmente aborta?”

Atriz da Fox TV foi demitida pelos produtores do programa Melrose Place, após ter ficado grávida. Em apuração do caso, o advogado da atriz reproduziu as palavras de um dos produtores, que disse “por que ela não simplesmente abortou?”

Amanda Covarrubias, “$7.7 m for actor fired over pregnancy,” The Age, Dec. 24, 1997, p. A7; cited in Melinda Tankard- Reist, Giving Sorrow Words (Sydney, Australia: Duffy & Snellgrove, 2000) p. 243.

Funcionária de loja sofre pressão de patrão para interromper sua gravidez

Em Minnesota(EUA), a funcionária da loja Duluth Little Stores, sofreu durante seis meses pressões e maus tratos de seu chefe, que alegava que ela deveria abortar. O chefe dizia constantemente funcionária “Você tem uma escolha a fazer”

“The Many Faces of Coercion,” The Post-Abortion Review, 8(1):6, Jan.-March 2000.

Centro médico faz pressão para funcionárias fazerem aborto e não atrapalharem o serviço com licença maternidade

Três paramédicos acusaram o gerente do Centro Médico de Washington de pressionar funcionárias para fazer o aborto, dizendo que se elas poderiam ser demitidas se ficassem grávidas no primeiro ano de emprego.
Uma mulher relatou as autoridades que abortou contra sua vontade porque ficou com medo de perder seu emprego. Ela informou que ouvia constantemente na empresa “Você tem uma escolha a fazer…”

Fearing Job Discrimination, DC Woman ‘Forced’ to Have Abortion,” Pro-Life Infonet, attributed to Washington Times, Aug. 30, 2001; “Disciplinary Action Against EMS Supervisor in Coerced Abortion Case,” SPUC News Service, attributed to Washington Times, Aug. 13, 2002.

Pressão e agressão feita por companheiro que deseja abortar

Homem coloca medicamente abortivo na bebida de namorada para forçar aborto

O caso foi reportado em diversos sites de notícias em 2003. O namorado ao ver que a sua namorada não aceitava fazer o aborto resolveu colocar o medicamento abortivo em sua bebida. O oficial de polícia informou que o homem contou com ajuda de amigos para colocar o medicamento na bebida da namorada.

Paul Nowak, “South Dakota Man Charged With Two Crimes in Unborn Victims Case,” LifeNews.com, Nov. 27, 2003 (www.lifenews.com/state238.html); “Man charged with 2 counts of assault,” The Rapid City Joural (www.rapidcityjournal.com), Nov. 23, 2003; “Man charged with killing unborn baby to stay in jail,” The Rapid City Journal, Nov. 26, 2003; “House Oks fetal homicide measure,” The Mercury News (www.mercurynews.com), Feb. 27, 2004); Scott Waltman, “Aberdeen man gets 35 years in prison,” Aberdeen American News (aberdeennews.com), March 27, 2004, p. 1A

Mulher recusa abortar; o pai do bebê chuta sua barriga para ocasionar um aborto.

Em 2003 em Michigan, um homem foi preso por tentar produzir o aborto na mulher chutando sua barriga.

A mulher informou que havia ido junto com um amigo visitar o pai da criança para conversar sobre o bebê. O pai falou que ela devia abortar mas ela disse que não queria fazer um aborto. Contrariado ele começou a dar socos e chutes no abdômen da mulher.

Theresa D. Mcclellan. “Man Faces Rare Charge of Trying to Hurt Fetus.” The Grand Rapids Press, September 11, 2003

Grávida perde bebê após ser atacada por seu namorado no abdômen

Em Nova Iorque, um homem foi preso e condenado a dois anos de prisão por atacar namorada com socos e chutes no abdômen para produzir nela um aborto. Com a agressão a mulher perdeu o bebê no dia seguinte. O agressor dizia aos socos dizia:

“Eu vou tirar esse bebê de dentro de você!”

Denise A. Raymo. “Abortion Charge Tied to Beating Miscarriage.” The [Plattsburgh, New York] Press-Republican, September 20, 2001; Denise A. Raymo. “Plea in ‘Abortion’ Case: Malone Man to be Sentenced for Kicking Girlfriend.” The [Plattsburgh, New York] Press-Republican, April 3, 2002; Sue Botsford. “Man Whose Attack Aborted Baby Sentenced to Maximum.” Plattsburgh, New York Press-Republican, May 21, 2002. Down-loaded from http://www.pressrepublican.com on May 22, 2002

Estudante de direito faz chantagem ameaçando divulgar vídeo íntimo com ex-namorada caso ela não abortasse

Estudante de direito na Florida é condenado por tentar forçar sua ex-namorada a fazer um aborto. Ele recrutou amigos para chantagear a ex-namorada ameaçando distribuir cópias do vídeo que o casal havia feito durante relação sexual, entregando à amigos, familiares e ao seu  empregador, se ela não concordasse em fazer o aborto. A mulher não cedeu as chantagens e mais tarde teve seu filho.

Miami Herald, Feb. 7, 1999; “The Many Faces of Coercion,” The Post-Abortion Review, 8(1):5-6, Jan.-March 2000.

Informações:

Diversos outros casos foram reportados e estão disponíveis no site www.theunchoise.com/forcedabortioncitations.html. Estes são apenas alguns exemplos de preconceito e discriminação para com gestantes.

Relatório completo do Elliot Institute (26 páginas, dezenas de casos)

Testemunhos

Testemunho de Carolyn Walton

Meus pais e os pais do pai do bebê fizeram um acordo.

Estavam todos me esperando para conversar sobre interromper a minha gravidez. Se eu tivesse recebido amor e suporte da parte deles, eu jamais teria considerado fazer um aborto. A dor de fazer um aborto jamais passará.

Testemunho de Carla Matrisch

Minha mãe falou que eu devia abortar. Meu  namorado deixou a cidade.

Eu disse ao meu namorado que estava grávida e ele não ficou feliz. Ele deixou a cidade alguns dias depois. Quando minha mãe soube que eu estava grávida falou que eu devia abortar. Ela disse que mina vida seria arruinada se eu não fizesse o aborto.

Ela me levou para falar com um consultor da clínica Planned Parenthood, por duas vezes. Todos diziam para eu fazer o aborto. Nenhuma pessoa falou que eu poderia deixar meu filho nascer.

Testemunho de Julie Woodley

Meus pais me trancaram em casa por duas semanas. Eles diziam que eu devia fazer um aborto.

Eles me trancaram em casa e desligaram o telefone da casa. Fiquei presa por 2 semanas. Falaram para não contar a ninguém que eu estava grávida. Duas semanas depois me levaram para uma cidade a mais de 200 km de casa para fazer o aborto em uma clínica.

Testemunho de Denise*

Eu gritava que não queria fazer o aborto. O médico me mandou calar a boca!

Eu fui vítima de incesto aos 15 anos. Apesar da dor e a culpa que sentia, eu me sentiria muito melhor tendo o bebê do que a alternativa de matar o bebê.

Meu pai estava descontrolado e com muita raiva e falou que eu queria fazer o aborto.

O médico pediu para três enfermeiras para me segurar na cama. Eu continuava gritando que não queria o aborto. Ele disse “cale-se! pare de gritar!“. Eu fui violentada por meu pai e fui violentada novamente pelos abortistas.

* nome alterado: a mulher não quis revelar sua identidade.

Fonte – The UnChoice.com