Teoria do medalhão: Débora Diniz invoca currículo Lattes (mas não Morde) contra Olavo de Carvalho

Um típico bacharel brasileiro

Deu a louca em Débora Diniz. A líder abortista, cuja maior realização intelectual é a longa folha de serviços prestados às fundações Ford e Macarthur, desafiou o Prof. Olavo de Carvalho para um debate. Ou antes: fingiu desafiá-lo para destilar todo o seu bacharelismo enragé.

“Não localizei seu currículo Lattes”, recriminou Débora ao filósofo, no melhor estilo Teoria do Medalhão. “No currículo Lattes, está a prova do que ousamos pronunciar como ciência.” Para a ativista, um cadastro burocrático feito para fins de promoção na carreira acadêmica tem mais valor científico do que a contribuição intelectual efetivamente dada em livros, aulas, palestras, artigos etc. Nunca o culto ao diploma se patenteou de forma tão mesquinha.

 

Doutora em Ciências da Lacração

Seja como for, basta pesquisar o currículo Lattes (mas não Morde) de Débora para verificar em que consiste sua obra científica. Suas elevadíssimas preocupações intelectuais podem ser resumidas na promoção diuturna do aborto, do feminismo,  dos “direitos humanos” e da ideologia de gênero. Na linguagem do PSOL, militância é ciência.

A abortista também sugere que Olavo realize uma pesquisa acadêmica em regra  – com protocolo, coleta de evidências, parecer de comissão de ética, peer-review e patrocínio da Capes  – se quiser comprovar sua afirmação de que as universidades são pontos de tráfico de drogas. É como exigir que alguém dê a volta ao mundo para comprovar que o céu é azul em toda parte.

A única resposta possível à cretinice de Débora Diniz se encontra nesta marchinha de 1954, de autoria do grande Nelson Gonçalves:

 

 

 

 


 
 

27 thoughts on “Teoria do medalhão: Débora Diniz invoca currículo Lattes (mas não Morde) contra Olavo de Carvalho

  1. Acessei este texto para tentar entender o “outro lado” da história, mas me decepcionei. O autor apenas rebaixa de maneira infantil o conteúdo apresentado por Débora. Queria saber qual parte sobre Olavo a antropóloga estava errada. Não encontrei aqui e em lugar algum. Talvez ela esteja certa, e nos falte o debate, nos falte o estudo e a pesquisa antes de abrir a boca ou sair publicando qualquer “conteúdo” por aí.

    1. O pequeno e singelo artigo apenas se dispõe a expor de forma clara o bacharelismo caipira desta senhora — nada mais. Bacharelismo esse que já tinha sido denunciado há muito tempo pelo ilustríssimo Lima Barreto (que Deus o tenha).

    2. “O conteúdo apresentado por Débora” – Que conteúdo?! Só o que há é um texto escrito em tom vulgar,condescendente e,aqui sim,infantil,por uma pesquisadora do stablishment acadêmico,que confunde os meios de promoção da carreira acadêmica,seus cadastros burocráticos,títulos e honrarias com o consenso cientifico em si e a razão mesma – consenso este que não existe.Ademais,chama a atenção o tom de superioridade fingida com que ela,afetando desprezo, contesta meras postagens de facebook do professor (feitas em tom cômico-hiperbólico),ao mesmo tempo em que ignora solenemente todas as teses filosóficas e grandes contribuições à filosofia feitas por Olavo – estas difíceis de se refutar.Por fim,se elogios ou opiniões de acadêmicos são tão importantes,por que ela ignorou toda a massa de grandes nomes da academia que já elogiaram o trabalho de Olavo?Nomes do porte de Miguel Reale e Romano Galeffi,muito mais importantes do que o conjunto de pseudo-intelectuais partidários que compõe a maioria do que se pode chamar “classe acadêmica” no Brasil.

        1. Você deveria começar lendo Aristóteles em Nova Perspectiva. Introdução à Teoria dos Quatro Discursos.
          Bom mais talvez ler seja demais para você certo Jetônio.

        2. @Jetônio – A teoria do “conhecimento por presença”,Teoria dos 4 discursos,Camadas da personalidade,dentre outras.Busque saber e será fácil encontrar.

    3. Obrigado por comprovar para nós que os cursos de humanas das universidades brasileiras, salvo raríssimas exceções, não passam de usinas de desperdício de dinheiro, inclusive e principalmente público arrancados pela força da lei das mesas do povo brasileiro. Qual parte estava errada? Não há necessidade de comprovar a qualidade e grandiosidade do trabalho do maior filósofo brasileiro vivo, uma das maiores inteligências do mundo. Quanto às nossas universidades, basta consultar os rankings e constatar sem dificuldade que as nossas “melhores” ocupam posições ridículas em comparação com as de outros países, mesmo com verbas altíssimas.

  2. Corrijam o texto: o certo seria “bacharelismo enragé”, visto que bacharelismo é um substantivo masculino. “Enragée” é a variação para substantivos femininos.

  3. ”Doutora em Ciências da Lacração e PhD em Culto a Moloch” – hahahahaha, boa!

    Moloch, deus moabita (cananeu), seu ritual de adoração incluía a matança maciça de bebês. Na torá, fala-se de ”fazer o filho ou filha passar pelo fogo”, provavelmente referindo-se a esse tipo de prática.

    O abortismo é o genocídio silencioso de nosso tempo – um verdadeiro holocausto a Moloch.

  4. O texto de Débora Diniz é a perfeita tradução do que estamos enfrentando nesse momento. A Dra. Diniz defende que é necessário ter um currículo acadêmico, com mestrado e doutorado, para emitir opiniões válidas sobre qualquer assunto. O simples ato de tomar parte de um debate público precisa ser antecedido pela aprovação da comunidade acadêmica. E é justamente assim que eles pretendem exercer um tipo de controle totalitário sobre as ideias. Se um cidadão precisa da aprovação prévia deles para opinar e eles apenas aprovam aqueles que se adequam às diferentes vertentes do Marxismo, é muito óbvio que nenhuma voz divergente poderá avançar. Essa é a guerra que o Olavo de Carvalho enfrenta desde os anos 90. É um embate clássico entre a tirania e a liberdade.

  5. Depois de alguns anos de curso e de trueoutspeak eu posso afirmar propriedade e com veemência: OLAVAO vai arregar, apesar de o mesmo ter convocado algum ACADEMICO para debate. Ele desafiou uma pessoa da academia e ela apareceu, mas de certo que ele arrega para não arranhar a imagem dele. Eterno ressentido.

    1. Posso afirmar, com delicadeza, para não assustar aos mais sensíveis, que o povinho ‘intelectual’ brasileiro nem tem idéia do que seja um debate. Todas as vêzes que algum desavisado tentou encher o saco do Olavo, foi arregaçado. ‘Intelectuais’ brasileiros só arengam, depois arregam. Olavo, arregaça. Quem quiser debater com ele, recomendo que o faça com o cu na parede.

  6. Difícil mesmo é o Olasno debater com ela.

    Falem a verdade! Vocês morrem de medo de observarem o seu “deus” sendo demolido palavra por palavra por uma senhora que possui currículo Lattes (mas não morde, como vocês dizem). Vai ser uma lavada à Yago Martins, do Dois Dedos de Teologia. Débora Diniz humilhará o velho de tal forma que suas olavetes alopradas chorarão durante 40 dias e 40 noites. Kkkkkkkkkkkkkkkkk direita, eterna piada!

    1. @David – Nossa,que análise profunda e verdadeira sobre a realidade dos fatos,sua riqueza de argumentos me impressiona.Realmente,se eu fosse Olavo,ficaria com medo de uma pesquisadora que não sabe gramática,é incapaz de formular um tema de debate definido e que produziu piadas,chamadas de “pesquisa”,com nomes como “estudos sobre discurso heteronormativo nos livros didáticos”.

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