legalizacao da maconha artigo informações

Legalização da maconha: Leia este texto antes de opinar

Se você fumou maconha (ou queimou, cheirou, injetou), por favor, leia este texto.

Mas não pegue no volante, porque a erva está relacionada ao aumento do número de colisões fatais, com o dobro de chances de acontecerem. No Colorado, onde a droga é liberada, os acidentes aumentaram 100% de 2007 a 2012, segundo um estudo feito pelo diretor do Instituto de Política de Drogas e professor-assistente no Departamento de Psiquiatria da Universidade da Flórida. Também em Washington, mais do que dobraram os acidentes de trânsito fatais provocados por maconheiros depois que a droga foi legalizada, saltando de 8% em 2013 para 17% em 2014. Não obstante, o limite máximo de Tetra-hidrocarbinol (THC) estabelecido para se dirigir com segurança é extremamente arbitrário e mais difícil de ser mensurado do que o definido para o álcool. Pelo menos é o que afirmam o British Medical Journal e a AAA Foundation for Traffic Safety.

O que é Tetra-hidrocarbinol (THC)?

THC é o principal componente ativo da maconha que tem mecanismo semelhante ao de uma substância produzida no organismo, chamada Anandamida. Ambas ativam receptores canabinóides tipo 1 (CB1) no cérebro, gerando, entre outros processos, um aumento na liberação de dopamina em algumas regiões cerebrais. Contudo, ao contrário da Anandamida, o THC leva de 5 a 8 dias para ser expelido totalmente do sangue, sendo algumas vezes mais potente. O problema, então, é que níveis elevados de dopamina alteram a atividade cerebral, levando a alucinações, delírios, acessos de ira e pânico e à diminuição da percepção de tempo e espaço, alguns dos sintomas típicos da Esquizofrenia e do Transtorno Afetivo Bipolar.

Esquizofrênicos ouvem vozes que incitam o suicídio, ficam sem expressão afetiva, têm visões horripilantes. Pessoas com Transtorno Bipolar alternam entre períodos intensos de depressão e euforia. E a maconha aumenta exponencialmente o risco de se desenvolver ambos os transtornos na fase que vai da adolescência aos 35 anos, segundo estudo da American Medical Association, maior organização americana de médicos e de estudantes de medicina. O estudo chama-se Cannabis Use and Earlier Onset of Psychosis. E também há outro, da mesma associação, cujo título é Neuropsychological Permormance in a Long-term Cannabis Users.

O THC vicia?

Sim. Segundo alguns estudos, dentre eles o Adverse Health Effects o Marijuana Use, do New England Journal of Medicine, 9% das pessoas que experimentaram maconha apenas UMA VEZ tornaram-se dependentes, e de 25 a 50% das que fazem uso diário também.

E a maconha medicinal?

A maconha tem pelo menos 400 componentes químicos, embora a grande maioria deles ainda careça de explicação científica acerca de seus efeitos no organismo. Assim, as pesquisas sobre o tema concentram-se em apenas alguns destes compostos, como é o caso do THC, já tratado acima, e do Canabidiol, ou CBD. Alguns estudos sugerem que o CBD não desencadeia efeitos psicoativos e é válido para o tratamento de inúmeras doenças como a esclerose múltipla, dores neuropáticas, câncer, epilepsia e mal de Parkinson. O importante em relação ao assunto, portanto, é entender que a maconha tem diversos componentes, sendo alguns deles psicoativos e outros não. Os primeiros, como é o caso do THC, geram dependência e acarretam graves disfunções ao sistema neurológico. Os segundos, tal qual o CBD, vêm apresentando efeitos benéficos no tratamento de patologias. Logo, pagar um traficante em troca de maconha ou utilizar os componentes psicoativos da erva é completamente diferente de procurar um médico para que ele receite um medicamento isolado, não-psicoativo, que foi testado e aprovado por organizações médicas e agências de saúde no mundo inteiro.

A liberação das drogas acaba com o tráfico e com a violência?

É fácil supor que a descriminalização das drogas acabaria com a violência e com o tráfico, mas um traficante não está no ramo porque tem um apreço especial pelos entorpecentes. Traficante de verdade sequer fuma maconha. Ele planta, refina, distribui e comercializa porque isso rende lucros exorbitantes. Assim, um indivíduo que dedica sua vida a um crime hediondo – e a outros que precisa cometer para sobreviver – não deixaria de ser bandido porque recebeu autorização estatal para vender drogas. A escolha pelo tráfico é (i)moral antes de ser empreendedora e, por isso mesmo, nada garante que um traficante pediria aposentadoria da vida criminosa porque recebeu chancela do Estado.

No mais, a “droga legalizada” seria muito mais cara do que a “droga ilícita”, porque sobre ela incidiria todo o aparato legal de qualquer atividade econômica, aí incluídos direitos trabalhistas, processos, arrecadação tributária, etc. Então é óbvio que, para manter seus lucros, o traficante seguiria com sua atividade fora da burocracia que fatalmente seria criada com a legalização. Por outro lado, se o Estado monopolizasse para si o comércio, também nada faz supor que os traficantes iriam à falência, já que um bandido será sempre bandido e, portanto, escolherá outro ramo para investir na seleção quase infinita de crimes disponíveis no submundo.

Por isso é que a criminalidade também não diminuiria com a descriminalização. Pelo contrário. Aumentariam não só os crimes de outras modalidades cometidos pelos traficantes como aqueles derivados do vício das pessoas, tais quais agressões e furtos; sem contar a guerra entre os próprios traficantes, que seguiria intacta, como mostram os dados do Observatório Nacional Sobre Violência e Criminalidade do Ministério do Interior, do Uruguai: só no primeiro semestre, os assassinatos saltaram de 139, em 2013 (ano da liberação), para 154 em 2015, sendo 43% desse total oriundo do acerto de contas entre traficantes. No total para 2015, o país teve recorde histórico de homicídios, com 272 mortes

A liberação diminui o consumo?

Acreditar que a descriminalização levaria à redução do consumo é tão ingênuo e desonesto quanto supor que o número de estupros diminuiria se o estupro fosse liberado. É que esse argumento remete à (falsa) ideia de que a repressão leva os usuários a consumirem mais, muito embora a realidade venha exaustivamente demonstrando que a liberação das drogas ELEVA o consumo.

Por exemplo: em 2001, Portugal alterou a lei que criminalizava o uso de drogas, permitindo aos usuários portarem “a quantidade necessária para um consumo médio individual durante dez dias”, que seria algo próximo a 15g de cocaína ou 20g de maconha. Mas uma comparação entre os dados coletados no estudo Sinopse Estatística, do Serviço de Intervenção em Comportamentos de Vício e Dependências (SICAD) em 2001 e em 2014, demonstra o aumento substancial do consumo de drogas, especialmente de maconha e entre adultos de 24 a 35 anos, de 12,9% para 15,9%.

Também outra publicação, o Relatório Europeu Sobre Drogas, publicado pelo Observatório Europeu da Droga e da Toxicodependência (OEDT), revela que o consumo de maconha entre estudantes de 15 a 16 anos subiu de 8% em 2001 para 16% em 2016. E ambos os estudos asseveram que o uso de drogas não só em Portugal, mas em toda a Europa, segue aumentando cada vez mais, inclusive com novos tipos de substâncias surgidas recentemente no mercado.

Mas nem só no Velho Continente o consumo de drogas têm aumentado após a legalização.

No Uruguai, que em 2013 flexibilizou as leis sobre o uso dando ao Estado o controle sobre a produção, consumo e distribuição de maconha, além de permitir o auto-cultivo, o consumo de maconha aumentou consideravelmente entre 2011 e 2015 nas três métricas utilizadas pela Junta Nacional de Drogas (JND), que publicou a VI Encuesta Nacional en Hogares sobre Consumo de Drogas. Entre pessoas de 15 a 65 anos, o consumo por toda a vida passou de 20 para 23%. Nos últimos 12 meses, de 8,3 para 9,3%. E nos últimos 30 dias, de 4,9 para 6,3%. Isso tudo sem contar com os dados do Instituto Técnico Forense, que recebe as drogas apreendidas pelas operações policias. Eles demonstram que a liberação da maconha aumentou o consumo de outras substâncias psicoativas, como o ecstazy e a cocaína, baseado na quantidade cada vez maior de apreensões dessas drogas. Em 2014, foram aprendidos apenas 40g de ecstazy. Um ano depois, 17kg. Por fim, também o Ministério da Saúde uruguaio, em parceria com a JND, apresentou novos dados sobre a apreensão de drogas sintéticas no país, demonstrando que houve um aumento de 7 vezes em relação aos anos anteriores.

A quem interessa a liberação?

Para onde quer que se olhe, a questão das drogas nada tem a ver com garantias individuais ou com saúde pública. Na década de 50, Mao Tse-Tung já proibia o ópio em território nacional sob a alegação de não contaminar o próprio povo, embora tenha entupido os países vizinhos com a droga, isto é, fez dela um armamento químico de guerra. Sessenta anos mais tarde, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA divulga que, em 2015, morreram 52 MIL pessoas por overdose de drogas no país, uma cifra aterrorizante se considerarmos que em regiões de guerra, como a Faixa de Gaza, morrem cerca de 35 mil pessoas ao ano. Nos EUA, portanto, as drogas já são armamentos de destruição em massa, assim como eram na China maoísta, embora com uma singela diferença: a droga chinesa enfraquecia e matava os inimigos; a droga americana enfraquece e mata o próprio povo.

O lobby pela liberação das drogas é e sempre foi uma tentativa de usar a população como cobaia para a engenharia social de intelectuais, burocratas e magnatas de esquerda, usando os entorpecentes como instrumentos de destruição e dominação física e psicológica. Tanto é assim que a própria Open Society Foundation, de George Soros, diz que a política de descriminalização das drogas em Portugal “é o segundo de uma série de relatórios do Programa Global de Políticas sobre Drogas” da fundação. E onde tem George Soros tem sacanagem.

Este é um artigo introdutório sobre o tema. Pretendo avançar na discussão tanto quanto seja possível.

Estudante do curso de medicina pela PUC-SP, pesquisador de temas relacionados a saúde, drogas, política e colaborador do site Estudos Nacionais.
arquitetura classica e antiga

Arquitetura clássica nos faz mais felizes e tem maior valor no mercado

A beleza da arquitetura antiga traz sensações de felicidade e relaxamento como as áreas verdes e parques.

Uma grande quantidade de pesquisas têm indicado que a arquitetura tradicional ou antiga, anteriores ao século XIX, torna as pessoas mais felizes.  Um passeio pelas catedrais antigas e outros prédios dos séculos passados produz relaxamento e felicidade.

O estudo sugere que a beleza da arquitetura clássica pode ter diversos impactos positivos a saúde.  “Isso mostra que a importância da beleza dos ambientes em que vivemos pode ser maior do que se acredita”, diz um dos pesquisadores.

Clássico vale mais

Um estudo da Holanda mostrou que casas com arquitetura neo-tradicional são vendidos em média 15% acima das casas com arquitetura não tradicionais ou moderna. Quando as edificações possuem apenas alguns elementos de arquitetura neo-tradicional ou tradicional, são vendidas 5% acima das modernas.

Prédios na Inglaterra construídos antes da primeira guerra mundial tiveram uma valorização de 465% entre 1983 a 2013, enquanto as construções pós-guerra tiveram valorização de 255% no mesmo período.

Mesmo sem conhecimento desses estudos têm se visto que as pessoas dão grande valor a arquitetura clássica e antiga. Contudo, as novas construções têm seguido outras tendências preterindo a preferência de muitas pessoas.

Em face ao estudo publicado, muitos jornais como o Telegraph, o blog The Sector e outros, tem questionado: Por que não construir mais prédios com arquitetura clássica, antiga e medieval?

O psicólogo David Halpern fez uma pesquisa em 1987, verificando as preferências arquitetônicas de estudantes em geral. Isso mostrou que os estudantes de diferentes cursos universitários tem gostos semelhantes, mas os estudantes de arquitetura demonstraram ter preferências distintas da maioria dos demais estudantes. Curiosamente, os dados também indicam que quanto mais o estudante avança no curso de arquitetura, mais suas preferências arquitetônicas distanciam-se dos demais estudantes de outros cursos.

Estudo original: Quantifying the Impact of Scenic Environments on Health
Publicado em: Scientific Reports, Nature.com.
Data de publicação: 25/11/2015.

Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.
aborto

Câmara votará fundo de programa abortista

[URGENTE]

O PL 7371/2014, nada mais busca que obter recursos para investir na campanha abortista. Apesar do teor do PL não dizer isso claramente, basta ver seu objetivo e alinhamento a falsa política de combate a violência contra a mulher.

Logo no Art. 1º o PL diz que os recursos pleiteados serão destinados a financiar a  Política Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres.

Porém, ao consultar o documento oficial da Política Nacional de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres, vemos na página 10, por exemplo, que tal Política Nacional está em consonância com a Convenção de Belém (1994).

Vamos ver então o que diz o documento oficial da Convenção de Belém (1994).

os países que têm  leis  proibitivas  ao  direito  ao  aborto  legal  e  seguro, os  que criminalizam  a  interrupção  voluntária  da  gravidez  e  que  não  têm políticas  efetivas de erradicação da mortalidade materna desrespeitam a  Convenção¹. E  aqueles  que  limitam  ou  proíbem  o  acesso  das mulheres  aos  serviços  de  saúde  sexual  e  reprodutiva,  por  ação  ou omissão, praticam violência institucional contra as mulheres. “GRIFO NOSSO

¹ Convenção de Belém do Pará (1994). Citado em  Seminário América Latina: Cultura, História e Política – Uberlândia-MG (2015)
Fica então pleno e evidente o entendimento: Os recursos do PL 7371/2014 tem objetivo de, dentre outras ações, financiar campanha para legalização do aborto em todas as situações. Pior ainda, os que propõem tal política  consideram que a nossa Constituição Federal e a maior parte da população, por defender a vida como direito inviolável (CF  Artigo 5º), é uma violência institucional contra as mulheres.
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Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.

Como somos transformados pelos meios de comunicação?

O que tentei fazer com meu livro, A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda, foi fornecer um argumento bibliográfico para uma coisa que todos percebem já há muito tempo: o desejo manifestado pela mídia para a revolução de costumes e a engenharia social com a colaboração do meio acadêmico. Tornar essa verdadeira conspiração às claras creio que seja a melhor maneira de dar algum trabalho aos doutores acadêmicos que ganham a vida a repetir chavões auto referentes. Por outro lado, tenho consciência de que meu livro será recebido com silêncio (se é que será lido) no meio acadêmico, que prefere manter-se dentro da bolha ideológica que se confinou há décadas, de dentro do qual dedica-se a produzir jovens militantes em série como um verdadeiro exército distribuído em todas as profissões, mas principalmente nas redações jornalísticas.

Fruto de uma pesquisa de quatro anos, incluindo o mestrado em jornalismo, o livro busca ser um tijolinho no muro de livros recomendado por Olavo de Carvalho para barrar o avanço esquerdista no meio acadêmico e na mídia. Sozinho não fará nada, mas junto de outros livros e da ação de críticas aprofundadas no meio cultural e acadêmico, pode representar uma arma útil aos que combatem a proposital e criminosa decadência da inteligência no meio universitário. Do mesmo modo, parece emergir aos poucos uma classe de leitores inteligentes no Brasil, profundamente interessados na verdade e avessos a academicismos. Procuram compreender a realidade existente além daquela pintada pelas notícias.

A pesquisa que fiz como mestrado em 2013, sobre o discurso ambientalista, foi o resultado do tempo que trabalhei na Fundação do Meio Ambiente e, depois, no próprio jornal Diário Catarinense. A pesquisa representa apenas um capítulo do livro, na qual busquei demonstrar que o conteúdo jornalístico ambiental falsifica dados e utiliza artifícios retóricos para privilegiar as soluções pré determinadas por grupos ideológicos de pressão. A compreensão das técnicas utilizadas pode ser útil para outros tipos de pautas ideológicas, como a que temos visto hoje na Ideologia de Gênero, que a pretexto de combater o preconceito, destrói a linguagem para tornar o mundo um hospício onde as pessoas não possam mais dizer aquilo que estão vendo.

No quarto capítulo, intitulado O discurso ambientalista nos jornais, demonstrei os resultados obtidos na pesquisa de mestrado, que apontam a proeminência da função pedagógica e política sobre a informativa. O discurso ecossocial, que apontava a correspondência entre mudanças sociais e mudanças climáticas, ganhou força ao longo do período analisado, sugerindo uma escalada persuasiva à medida que a verossimilhança das informações construia uma impressão de credibilidade. Esse processo resume o método e o desenvolvimento de todo tipo de campanha midiática disfarçada de informação.

O discurso ambientalista serve como exemplo de outros diversos tipos de militâncias que ocorrem no meio midiático, utilizando a mesma estrutura persuasiva apontada por diversas teorias psicológicas na comunicação. Uma dessas teorias é a do Agendamento (Agenda-setting) da qual me utilizei no livro para exemplificar o modo como um fluxo de informações controlado pode orientar e até direcionar interpretações dos fatos. Ao longo da história do século XX, isso foi tão recorrente que parece-nos impossível, ou ao menos muito difícil, observar historicamente as mudanças sociais sem levar em conta a atenção que a mídia deu a temas específicos. Essa atenção, por sua vez, só existiu devido agendas levadas a cabo por agentes históricos como fundações internacionais e grupos intelectuais que buscaram orientar os rumos da sociedade em direção às suas utopias transformadoras, assunto abordado na maior parte do livro.

Como humilde tentativa de combater a mentira e a falsidade a que a mídia se vendeu ao longo das últimas décadas, o livro A transformação social poderá ser usado como bibliografia para trabalhos acadêmicos que queiram abrir fendas de veracidade no meio de tanto discurso de propaganda.

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Pedofilia e Ideologia de Gênero

Programa da RadioVox em que faço mais alguns comentários sobre a relação entre pedofilia e Ideologia de Gênero, sua presença na mídia, entre outros assuntos.

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Entrevista com Tiago Amorim

Ouçam a entrevista que fiz com o professor Tiago Amorim, autor do livro Abertura da Alma e do curso A Vida Humana.

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Breve história do ativismo pedófilo

Harriot Harmon (esquerda) é hoje vice-líder do Partido Trabalhista britânico e faz parte do Conselho para o bem estar da criança. Na década de 1970, era ativista pela pedofilia no movimento PIE.

Harriot Harmon (esquerda) é hoje vice-líder do Partido Trabalhista britânico e faz parte do Conselho para o bem estar da criança. Na década de 1970, era ativista pela pedofilia no movimento PIE.

Existiu, entre 1974 e 1984, na Inglaterra, um movimento de pedófilos chamado PIE (Pedophile Information Exchange), que entre outras coisas lutava no congresso para diminuir a idade de consentimento para relações sexuais, uma espécie de militância pela “maioridade sexual”. O movimento recebia dinheiro do governo britânico para a sua atividade por meio de verbas do Serviço de Voluntários do Ministério do Interior. O PIE acabou sendo fechado, na década de 80, depois que as investigações de frequentes escândalos de pedofilia acabaram levando a membros do movimento. Além disso, a sua atividade política começou a se tornar ultrajante para a sociedade britânica.

Entre as ações empreendidas por este movimento durante sua atividade, esteve a luta pela redução da idade de consentimento para QUATRO anos de idade, o que começou a despertar indignação. Mas houve resistência do governo pois a atividade do movimento estava abrigada pelo Conselho Nacional para Liberdades Civis.

Ficou claro na época que nenhuma iniciativa pedófila teria exito enquanto a prática mantiver um estigma negativo na sociedade, isto é, contrária a valores tradicionais ainda em voga.

Nos EUA, em 1978, foi criada a NAMBLA (Associação Norte-Americana do Amor entre Homens e Garotos) com o mesmo objetivo do PIE. NAMBLA é considerada a organização mais importante do ativismo pedófilo da atualidade.

Entre 1984 e 1994, pertenceu à ILGA (Associação Internacional de Gays e Lésbicas), mas foi expulsa. O movimento pedófilo alega que a expulsão da ILGA foi devido o objetivo do movimento internacional de conseguir um status consultivo como ONG nas Organização das Nações Unidas.

A ONU chegou a dar esse status ao ILGA em 1993 mesmo com a associação com o NAMBLA, mas com a ameaça do governo dos EUA de cortar financiamento às Nações Unidas enquanto abrigasse movimentos pedófilos, o ILGA decidiu pela dissociação com o  NAMBLA, sendo então admitido pela ONU no ano seguinte após protestos de organizações pedófilas de outros países.

O ILGA é um dos principais promotores da Ideologia de Gênero na ONU por meio da UNESCO, embora haja hoje centenas de outros movimentos e ONGs feministas empenhadas na causa da educação sexual para idades cada vez menores.

Links pesquisados:
Pedophilia Is A Sexual Orientation Under new California state law!!!

http://www.nambla.org/

Atualmente, no Brasil, por meio do Ministério da Educação e Cultura, rios de dinheiro são investidos na elaboração de programas educacionais que levam a temática da Ideologia de Gênero para ser ensinada a creches de todo o país. Essa ideologia, a pretexto de combater a discriminação, oferece às crianças um leque de opções sexuais e orientações possíveis que chama de gêneros.

A mudança de estratégia surtiu efeito. Hoje, na maioria dos países, a educação sexual é comum, embora a pedofilia seja oficialmente proibida. Um dos expedientes caros aos ativistas é a distinção, bastante arbitrária, entre pedófilos e abusadores de crianças. Segundo eles, há o pedófilo inofensivo que somente sente atração sexual por crianças mas não a pratica. Enquanto aos abusadores mantém-se a condenação penal, ao pobre pedófilo caberia tratamento, ajuda e toda a compreensão, cabendo inclusive, quem sabe, uma campanha de combate à discriminação contra ele.

O novo movimento pedófilo está hoje infiltrado nos movimentos LGBT por meio do “combate ao preconceito nas escolas”. Diante do preconceito sofrido por crianças com tendências homossexuais, sugere-se o ensino de todo tipo de prática sexual imaginável às crianças da mais tenra idade.

A mais conhecida teórica da Ideologia de Gênero, Judith Butler, porém, afirma que “gênero é o seu comportamento”, fazendo do conceito um tipo de cultura ou revolução comportamental. Ora, segundo ela, não há homens ou mulheres, mas simplesmente pessoas. A consequência lógica deste pensamento impõe que não exista nem mesmo preconceito e, no entanto, este é o conceito que está sendo utilizado para ensinar as crianças, a partir dos 4 anos, a explorarem seus corpos e os de seus colegas em busca de prazeres sexuais para, assim, definirem seu “gênero”.

A conceituação de Butler, se bem compreendida, já demonstra que não é o problema do preconceito que desejam resolver.

É sabido pela psicologia que para mudar a mentalidade de alguém, basta mudar-lhe o comportamento, pois o indivíduo lutará para adequar o pensamento às ações praticadas anteriormente, de modo a reduzir a dissonância cognitiva. Portanto, a mudança da mentalidade é o alvo principal, fazendo de crianças e adolescentes militantes eficientes pela destruição de todos os padrões morais.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a Ideologia de Gênero não torna as crianças homossexuais, mas as transforma em órfãos incapazes de perceber a realidade justamente porque habituam-se a adequá-la aos seus desejos e às ideologias do momento. Convertem as crianças a meros brinquedos de adultos.

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Discurso e transformação

O apóstolo da transformação social precisa acostumar-se com a idéia de odiar profundamente tudo o que é fixo e imutável. E para mudar o imutável é preciso inundar a mente humana de mentiras (a começar pela própria) ao ponto de impossibilitar a distinção entre verdadeiro e falso. Afinal, o primeiro padrão fixo a ser destruído é a verdade.

A Ideologia de gênero formou-se sobre as fundações do feminismo e do desconstrucionismo linguístico de Derrida e Foucault, para quem todas as instituições (família, escola, religião, estado) são, na verdade, nada mais que discursos.

Há algumas décadas que tudo é discutido. A constante discussão de todos os temas põe em risco todo o entendimento fixo sobre qualquer coisa. A desconstrução de discursos é uma forma de esvaziamento dos valores embutidos nestes discursos. Esta era a dica de Derrida.

O discurso feminista que conhecemos pela mídia deixa de lado a sua parte mais cruel: as feministas sempre souberam que para a libertação da mulher era necessário libertar também a criança da repressão sexual. Isso porque a criança é, para elas, o símbolo maior da escravidão feminina. É um fato inegável que a idéia de jogá-las cada vez mais cedo em escolas veio das feministas.

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Notas: Ideologia de Gênero e revolução educacional

É consenso entre profissionais acadêmicos da educação a afirmação de que “a família está em crise”. Ao mesmo tempo, exibem-se de que a ciência pedagógica tem evoluído e tem o papel de ajudar no desenvolvimento da sociedade. Por que será que a família está em crise? Leia mais

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Drauzio Varela e a institucionalização da vida

Drauzio Varella se tornou o arquétipo do guru ocidental, tal como Peter Washington descreve no livro O Baduíno de Madame Blavatsky. Amparado pela autoridade científica, o médico do Fantástico despeja em nós uma avalanche de normas e cuidados alimentares, psicológicos e até sexuais para que alcancemos a tão sonhada felicidade.  Leia mais

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.