“Abuso infantil institucionalizado”, considera autoridade pediátrica sobre o uso de inibidores de puberdade

Com tanta confusão em torno de toda a questão da identidade de gênero, transgênero e disforia de gênero, pode ser esclarecedor ter um verdadeiro especialista para nos fornecer alguns fatos bem constatados sobre o assunto. É exatamente isso que a Dra. Michelle Cretella, presidente do Colégio Americano de Pediatras, fez em um vídeo em que falou coisas reveladoras.

“Nossos corpos é que decidem o nosso sexo”, disse Cretella no vídeo postado pelo The Daily Signal.

“O sexo é biológio e não atribuído. O sexo é determinado no momento da concepção pelo nosso DNA. Está Estampado em cada célula do nosso corpo.”

Este é o lugar onde o mal entendido reside e as crianças pequenas são encorajadas a explorar diferentes identidades de gênero. Mas Cretella argumenta que isso se trata de psiquiatria humana complexa e que a ciência do sexo é biológica e unívoca:

“A sexualidade humana é binária. Existem pelo menos 6500 diferenças genéticas entre homens e mulheres. Hormônios e cirurgias não podem mudar isso. Uma identidade não é biológica, é psicológica. A identidade tem a ver com o pensamento e o sentimento. Pensamento e sentimentos não são biologicamente válidos. Nossos pensamentos e sentimentos podem ser factualmente corretos ou factualmente incorretos.”

E a médica continua a dar ótimos exemplos:

“Se eu entrar no consultório do meu médico, hoje, e dizer ‘ Oi, eu sou Margareth Tatcher’, meu médico irá dizer que eu estou delirando e me dará um antipsicótico. No entanto, se, em vez disso, eu entrar e dizer: ‘eu sou homem’, ele dirá: ‘Parabéns, você é transgênero’.”

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Ela continuou: “Se eu dissesse: ‘Doutor, eu vou me suicidar, pois sou uma pessoa amputada, presa em uma pessoa com pernas normais. Por favor, remova cirurgicamente a minha perna”. Eu seria diagnosticada com transtorno de integridade da identidade corporal. Mas se eu chegar até o mesmo médico e dizer: ‘eu sou homem, inscreva-me para uma mastectomia dupla’, meu médico o fará.”

A Conclusão da Dra. Cretella? “Se você quer cortar um braço ou perna saudável, você está mentalmente doente. Mas se você quer cortar os seios saudáveis, ou o pênis, você é transgênero.”

“Sejamos claros, ninguém nasce transgênero”, acrescentou, dando um exemplo de um jovem que estava sob seus cuidados médicos:

“Eu tinha um garotinho chamado Andy. Ele brincava cada vez mais com brinquedos de meninas e dizia que era uma menina. Eu recomendei que Andy e seus pais fossem a um terapeuta. Muitas vezes, a doença mental é causada por abuso do pai. Porém, neste caso, a criança havia tido uma má percepção da dinâmica familiar e absorveu uma falsa crença.”

À medida que as sessões prosseguiam, ficou claro para o terapeuta que a confusão de gênero de Andy estava enraizada por algumas dinâmicas familiares cruciais.

“No meio de uma sessão, Andy deixou o carrinho de brinquedo de lado e segurou uma boneca barbie, dizendo: ‘mamãe, papai, vocês não me amam quando eu sou um menino’. Quando Andy tinha três anos, sua irmã com necessidades especiais nasceu. Ela exigiu muito mais cuidado e atenção dos pais. Andy percebeu isso como ‘mamãe e papai amam meninas. Se eu quiser que eles me amem novamente, eu tenho que ser uma menina’. Assim, através da terapia familiar, Andy melhorou”.

Porém, nos dias de hoje, os pais de Andy seriam informados de algo completamente diferente:

“Eles ouviriam: ‘isso é o que Andy realmente é. Você deve mudar seu nome e garantir que todos os tratem como uma menina, ou então ele se suicidará’. Conforme Andy chegasse a puberdade, os especialistas o receitariam bloqueadores de puberdade para que ele pudesse continuar a se sentir como uma menina”, explicou Cretella.

A Dra. Cretella rejeita profundamente a prática de injetar bloqueadores de hormônios em crianças pré-adolescentes, dizendo que é uma prática insegura e defendendo que os pais apoiem seus filhos em seu desenvolvimento natural masculino ou feminino.

“A puberdade natural do sexo biológico causa uma grande melhoria na maior parte das crianças confusas com seu gênero”, explicou. “No entanto, estamos castrando quimicamente crianças com confusão de gênero, utilizando bloqueadores de puberdade. Então, nós esterilizamos permanentemente muitas delas, adicionando hormônios sintéticos.”

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Michelle está convencida de que, longe de libertar as crianças para o que elas realmente são, esses tratamentos constituem “abuso infantil institucionalizado”.

“Sejamos claros. Educar todas as crianças da pré-escola diante da mentira de que elas poderiam estar presas em corpos errados interromperia o próprio processo de aprendizagem e conhecimento da realidade. Se uma criança não pode confiar na realidade de seus corpos físicos, quem ou no que elas podem confiar? A ideologia de gênero nas escolas é um abuso psicológico que muitas vezes leva a castração química, esterilização e mutilação cirúrgica. Se isso não é abuso infantil, senhoras e senhores, o que é?”

 


fonte: Faith Wire

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Rituais satânicos no RS geram debates sobre intolerância religiosa

Bruxos, magos e sacerdotes ocultos, oriundos do submundo das ciências secretas, evocam o poder do politicamente correto para tornar suas práticas aceitáveis em uma sociedade cada vez mais secular, indiferente e materialista

A morte e esquartejamento de duas crianças devido um ritual satânico, em Novo Hamburgo (RS), está gerando polêmica nas redes sociais e na região. Os acusados já foram presos e são conhecidos praticantes de magia negra. O templo em que ocorreu o ritual fica em uma região afastada da cidade de Gravataí, zona metropolitana de Porto Alegre. Outros templos podem ser vistos na rua principal da cidade (foto), onde são contratados rituais como o que vitimou as crianças, para o qual o contratante pagou R$ 25 mil para ter prosperidade imobiliária.

A questão levantou certa indignação na população e nas redes sociais e a associação com terreiros de Umbanda fez com que líderes de terreiros temessem ataques e represálias. Da mesma forma, praticantes de magia reivindicaram certa “isenção” sobre o assunto, alertando que suas práticas de magia não incluem sacrifícios humanos.

Um dos principais porta-vozes da “alta magia” no Rio Grande do Sul é Antônio Augusto Fagundes Filho, conhecido com Mago Fagundes. Trata-se de um dos filho do lendário tradicionalista e poeta gaúcho Nico Fagundes, falecido em 2015. Ele é autor do Livro dos Demônios, em que descreve diabos e os modos de se defender deles. “Os autênticos satanistas, de alto nível cultural e mágico, não precisam de sacrifício humano. Nem de animais. Magia é para ter saúde, felicidade e ficar livre de influências externas”, alerta o bruxo.

Líderes de terreiros de religiões de matriz africana e espírita estão preocupados com ataques e discursos de ódio nas redes sociais, associando-os ao culto ao demônio, coisa que, segundo eles, nada tem de verdadeiro.

A evolução dos debates públicos respeitam, coincidentemente ou não, as etapas de um processo persuasivo de convencimento e modificação da opinião pública. Assim como a “Janela de Overton”, na qual uma proposta é colocada à sociedade por meio de seu aspecto mais aceitável até produzir a aceitação completa, também a teoria do agendamento (agenda setting) demonstra que quando ativistas de uma causa não conseguem mudar nossa opinião, eles simplesmente fazem com que falemos do assunto. A opinião, gradativamente, vai caminhando para o estágio desejado por um processo dialético natural.

As drogas surgiram com a campanha anti-drogas, que era a maneira como a população compreende o assunto e pode debatê-lo. O drogado passou de vagabundo para doente, mediante uma real distinção existente, mas que tem o objetivo de servir aos seus abusos. Da mesma forma, o homossexualismo, a pedofilia. Antigamente, homossexuais eram invariavelmente associados a abusos sexuais de menores. Reforçando a forma como era praticado entre adultos independentes, ganhou status de opção sexual. Da mesma forma, a pedofilia, hoje, ganha status de uma orientação, ainda que doentia. Mas os pedófilos já não são necessariamente um caso de polícia, e sim de saúde.

Agora é a vez do satanismo, adornado pela imagem de estudiosos interessados em ciências secretas, como Antônio Augusto Fagundes, filho de folclorista gaúcho, representa bem a elite midiática do estado gaúcho, da RBS, para quem dá consultorias espirituais para suas produções, como no caso de um documentário sobre a Revolução Federalista, filmado na Ilha de Anhatomirim, em Florianópolis (outro ponto de encontro de práticas esotéricas), para o qual foi feito um ritual para consultar almas de maragatos mortos. No dia seguinte, conta-se, o mar estava tão revolto que quase não conseguiram partir da ilha.


Links:

Jornal NH – Mago condena sacrifícios humanos e líderes de terreiros temem ataques

Jornal NH – Hamburguense pagou R$ 25 mil para sacritificar irmãos em ritual satânico

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Financiamento de filme de Lula é investigado pela Lava Jato

Encontrado e-mail de Marcelo Odebrecht sobre a produção do filme “Lula, o filho do Brasil”

Capa do filme – Lula, O Filho do Brasil

Na última quinta-feira (04), a Operação Lava Jato descobriu mais um possível escândalo ligado ao ex-presidente Lula: o filme que narra a história da sua vida, “Lula, o Filho do Brasil”. O filme estreou em janeiro de 2010 e custou cerca de R$ 17 milhões, contando com o patrocínio de empreiteiras como a Odebrecht, OAS e Camargo Corrêa. As três empreiteiras que patrocinaram o filme estão envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras. Os patrocínios variaram entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. A polícia federal também está apurando o envolvimento de outros agentes no caso, inclusive o do ex-ministro Antonio Palocci. Em dezembro de 2017, os agentes de polícia já haviam tentado contatar Palocci, que está preso em Curitiba, porém, ele preferiu permanecer em silêncio, uma vez que pretende negociar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal.

 

Durante a investigação, a Polícia Federal encontrou documentos que abordavam o financiamento do filme, enquanto juntava os e-mails do empresário e delator Marcelo Odebrecht. As mensagens mencionavam os codinomes “italiano”, que está relacionado ao ex-ministro Antonio Palocci, e “seminarista”, relacionado ao ex-ministro Gilberto Carvalho. O diretor do filme sobre Lula, Luiz Carlos Barreto, negou qualquer envolvimento dos ex-ministros nas arrecadações para o filme.

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Notícias, artigos e estudos sobre a realidade brasileira e o contexto internacional. Selo editorial especializado em comunicação, sociologia e história recente do Brasil.

Estado Islâmico: Terroristas tiram selfie em Nova York

revista estudos nacionaisO fato ocorreu logo após o grupo terrorista ter requisitado mais ataques com facas e bombas

Semana passada, um homem, que usa um lenço do Estado Islâmico (ISIS) para tapar o rosto, publicou um selfie em frente ao Metropolitan Museum of Art de Nova York com o subtítulo: “Estamos em sua casa”.

A imagem foi carregada em um canal pro-ISIS através do aplicativo de mensagens Telegram no dia 30 de dezembro.

Isso ocorreu logo após um vídeo publicado pelo ISIS, onde os terroristas efetuam vários disparos e pedem por mais ataques com facas e bombas durante o período festivo.

Junto ao vídeo que pedia mais ataques a facas, vinha um cartaz com as seguintes palavras: “É mais barato do que uma motosserra.”

“É mais barato do que uma motosserra”.

O fato não deixa de ser alarmante, veja a imagem abaixo, fotografada na West Street:

West Street de Nova York

Ela foi postada dias antes de Sayfullo Saipov dirigir um caminhão pela ciclovia que corre ao longo da rua, matando oito pessoas durante o Halloween.

Ainda, no mês passado, um motorista de táxi de Staten Island, Akayed Yllah, de 27 anos, por erro técnico, teve problemas ao detonar uma bomba na estação de metrô da rua 42, que explodiu antes do momento adequado. Felizmente, uma única pessoa foi ferida, um imigrante de bengali, de 27 anos de idade, que já está bem.

Imigrante ferido no ataque a bomba no metrô

Durante a investigação do ataque, foi constatado que o motorista de táxi costumava assistir à propagandas do Estado Islâmico, porém, quando interrogado, ele afirmou que agia sozinho em retaliação à agressão militar dos EUA no Oriente Médio.

O atentado da estação de metrô ocorreu perto da Times Square (ponto mais movimentado de Nova York) em menos de 2 meses após o último ataque de caminhão que assassinou 8 pessoas na West Street.

Sobre o ataque na West Street, ele não foi realizado diretamente pelo Estado Islâmico, mas por um imigrante uzbeque, Sayfullo Saipov, que simpatizava com o grupo terrorista.

O imigrante disse, com orgulho, aos investigadores, que ele mesmo tinha alugado o caminhão e utilizado para assassinar os ciclistas e pedestres da ciclovia da West Street. No entanto, apesar de ele ter assegurado que agia sozinho, os agentes antiterroristas dos EUA disseram que irão se certificar.

Saipov, de 29 anos, veio aos EUA legalmente em 2010, do Uzbequistão, local onde ele nunca teve problemas com a lei. Ele morou pela primeira vez em Ohio, onde era motorista de caminhão comercial, depois na Flórida. Apenas recentemente veio para Nova Jersey com sua esposa e filhos, onde trabalhou como motorista de Uber.

Sayfullo Saipov sendo preso pelas autoridades após o atentado.


Fonte: Dailymail.co.uk

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“Botão nuclear” está em minha escrivaninha, diz Kim Jong-Un

Nesta segunda-feira (01), o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, advertiu os Estados Unidos que o “botão nuclear” está instalado em sua mesa. O fato ocorreu no programa norte-coreano de ano novo, na televisão.

“Todos os estados americanos estão dentro do alcance de nossas armas nucleares, e o ‘botão nuclear’ está sempre na minha mesa. Esta é a realidade, não uma ameaça”, disse Kim.

O ditador ainda se vangloriou dizendo que os EUA “nunca começariam uma guerra contra mim e meu país”, prometendo aumentar a produção em massa de ogivas nucleares e mísseis balísticos em 2018.

“Este ano, devemos nos concentrar na produção em massa de ogivas nucleares e mísseis balísticos para implantação operacional. Essas armas serão usadas somente se nossa sociedade estiver ameaçada”, disse Kim.

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No entanto, o ditador tomou um tom mais reservado ao se dirigir à Coreia do Sul, pedindo negociações imediatas na tentativa de levar Pyongyang para as próximas Olimpíadas de Inverno.

“A participação da Coreia do Norte nos jogos de inverno será uma boa oportunidade para mostrar a unidade do nosso povo, e desejamos que os jogos sejam um sucesso”, disse Kim.

Em 2017, a Coreia do Norte realizou inúmeros testes como parte de seu programa de armas nucleares, sendo o de setembro o mais poderoso. Entretanto, em novembro, o míssil balístico intercontinental (ICBM) Hwasong-15 voou mais longe do que qualquer outro anterior, passando, inclusive, por cima do território japonês.

No último domingo (31), o Almirante Mullen, dos Estados Unidos, afirmou que os países estavam mais perto do que nunca de uma guerra nuclear.

“Estamos realmente mais perto do que nunca, em minha opinião, de uma guerra nuclear com a Coreia do Norte”, disse Mullen. “Não enxergo oportunidades para resolver diplomaticamente esta questao”.

Também, um relatório realizado em dezembro pelo noticiário The Telegraph afirmou que a administração Trump vem elaborando planos para um ataque militar “sangrento” contra Pyongyang, como uma tentativa parar interromper o programa nuclear do país.

 

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Mas o que é isso, Maria do Rosário?

A Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS), ex-ministra da Secretaria dos Direitos Humanos e conhecida como ‘mãe dos marginais’, foi assaltada nesta quarta-feira (27) em Porto Alegre e teve seu carro roubado. O crime ocorreu por volta das 20h30, no bairro Chácara das Pedras.

Segundo o relato do Major Douglas Soares, do 11º batalhão da Polícia Militar, a deputada estava chegando em casa quando foi abordada por três indivíduos que acabaram levando o seu veículo.

A assessoria de imprensa da deputada também confirmou o ocorrido:

“Informamos que a deputada federal Maria do Rosário e seu esposo, Eliezer Pacheco, foram vítimas de assalto na tarde desta quarta-feira (27), em Porto Alegre.

“Além do carro, foram levados pertences pessoais. O boletim de ocorrência já foi realizado. Brigada Militar e Polícia Civil foram acionados e prestaram pronto atendimento.

“Rosário e Eliezer passam bem.”

revista estudos nacionaisMaria do Rosário, já citada em várias listas de delação como suspeita de corrupção, é famosa por defender bandidos e estupradores, assim como é crítica ferrenha da Polícia Militar, defendendo, inclusive, a desmilitarização da polícia. Entretanto, quando foi roubada, recorreu no mesmo momento aos militares.

A deputada também é famosa pela polêmica com o Deputado Federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ), o qual se tornou réu no STF por dizer que a deputada “não merecia ser estuprada”, o ocorrido se deu durante uma discussão, logo após uma sessão da câmara em que Maria do Rosário havia defendido o estuprador Champinha, dizendo que este não merecia ser preso por ser menor de idade e “não saber o que faz”.  Durante a discussão com Bolsonaro, a deputado gritava chamando-o de estuprador e o deputado respondeu: “não vou te estuprar porque você não merece”. Champinha, que chocou o Brasil com seu crime, sequestrou um casal em São Paulo e os levou até uma cabana na floresta, onde durante cinco dias violentou e estuprou Liana Friedenbach (16) em frente ao namorado Felipe Caffé (19),  terminando por degolar a menina com um facão.  Por fim, como disse o comediante Joselito Muller, falta Bolsonaro virar “réu no STF por dizer que a deputada não merecia ser assaltada”, ou melhor, poderíamos dizer que o automóvel da deputada foi ‘ocupado’ e socializado.

 


Fontes:

[1] G1

[2] Estadão

[3] Joselito Muller

 

 

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Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Coreia do Norte provavelmente aceitará negociar, diz ministério sul-coreano

revista estudos nacionaisA Coreia do Sul previu na última terça-feira (27) que a vizinha do norte procuraria iniciar negociações com os Estados Unidos no próximo ano, fornecendo uma perspectiva otimista para 2018, embora Seul (capital da Coreia do Sul) tenha criado uma equipe militar especializada para enfrentar as ameaças nucleares do Norte.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas, por unanimidade, impôs novas sanções à reclusa Coreia do Norte, na última sexta-feira (22), pelo recente teste de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM), ação que foi considerada como ato de guerra.

“A Coreia do Norte buscará a negociação com os Estados Unidos. Entretanto, continuará se esforçando para ser reconhecida como uma potência nuclear”, disse o Ministério da Unificação da Coreia do Sul em seu último relatório, todavia, sem oferecer nenhum motivo para a sua conclusão.

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que criou quatro unidades pra operar sob uma política de supervisão da Coreia do Norte, com o objetivo de “dissuadir e responder à ameaça nuclear e de mísseis”.

Quanto aos Estados Unidos, os diplomatas americanos deixaram claro que estão buscando uma solução diplomática, mas o presidente Donald Trump ridicularizou as negociações, dizendo que as mesmas são inúteis e que Pyongyang (capital da Coreia do Norte) deveria desistir de suas armas nucleares antes que possa ser iniciada uma conversa. Já a China – principal aliado de Pyongyang – e a Rússia apoiaram as última sanções da ONU, que buscam limitar o acesso norte-coreano aos produtos petrolíferos fornecidos pelo exterior.


fontes:

[1] Reuters

[2] Infowars

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Israel: 10 países planejam mudar suas embaixadas para Jerusalém

Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter reconhecido Jerusalém como capital de Israel e prometido mudar a embaixada de Tel Aviv para a cidade santa, o governo israelense convidou outras nações para fazerem o mesmo.

Durante um anúncio oficial, que ocorreu nesta segunda-feira (25) de natal, a Guatemala anunciou que também fará a mudança da embaixada. Entretanto, Tzipi Hotovely, representante do Ministério das Relações Estrangeiras de Israel, informou que 10 países já entraram em contato e estão se preparando para oficializar a decisão.

Também segunda-feira, a emissora de TV Canal 10 informou que a próxima nação a decretar a mudança de embaixada deve ser Honduras, uma vez que o país estreitou seus laços com Israel, assinando um acordo em que Israel concorda em apoiar as forças armadas de Honduras de uma maneira inimaginável, visando combater, principalmente, o crime organizado.

revista estudos nacionais

Junto com a Guatemala, Honduras foi uma das nove nações que votaram “não” na semana passada quando a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que declara o reconhecimento dos Estados Unidos sobre o status de Jerusalém “nulo e sem efeito”.

Ainda, agências de notícias internacionais informaram que representantes da Romênia e Eslováquia estavam trabalhando para mudar de cidade as suas representações diplomáticas. Outros países, que também estariam negociando com Israel, seriam o Paraguai e o Togo, que votou em favor de Israel na última Assembleia Geral da ONU.

As Filipinas e a República Tcheca também reconheceram, junto aos Estados Unidos, Jerusalém como a capital de Israel, mas ainda não anunciaram o cronograma para suas embaixadas. A Rússia já havia reconhecido Jerusalém Ocidental como capital de Israel em abril, mas nada declarou sobre sua embaixada.

Já a opção do Brasil foi seguir as resoluções das Nações Unidas, e não pretende mudar a embaixada nem reconhecer Jerusalém como Capital de Israel.

Por fim, o Primeiro Ministro de Israel, Netanyahu, prometeu: “Haverá mais países”.


fontes:

Times of Israel

Gospel Prime

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Ciência X jornalismo: uma batalha por uma fatia da realidade

É comum que cientistas desdenhem a atividade dos meios de comunicação por “falsearem” suas pesquisas. Mas o contrário também acontece. A falta de conhecimento dos limites da mídia demonstra que dificilmente um ativista das ciências conhece os limites da própria ciência e imagina, de fato, que aquilo que ele chama e enaltece como ciência estuda a mais real e ampla das realidades. Da mesma forma, muitos leitores de jornais ainda se pautam, ingenuamente, pela credibilidade da mídia como se esta fosse um canal puro de informação. Entre eles estão muitos cientistas.
Durante a cobertura da epidemia do Zika Vírus e sua suposta (e ainda não provada) relação com casos de microcefalia, um médico declarou em uma entrevista que o aumento dos diagnósticos de malformações poderia estar relacionado “com a maior atenção dada ao tema”. Ou seja: médicos estariam dando diagnósticos baseados nas manchetes de jornal. Um tal “agendamento” de uma atividade na outra é muito comum e não deixa de causar perplexidade. Mas as duas atividades possuem semelhanças quando o assunto é escolher uma parte da realidade para estudá-la, emitir uma conclusão ou apresentar um relato.
A verdade é que, aquilo que as ciências (naturais ou sociais) e o jornalismo, chamam de realidade são coisas bastante diferentes entre si. Mais do que isso: o que consideram real é algo muito diverso do que seja a própria realidade. Sem pretensões de falarmos sobre a realidade inteira — pois isso exigiria um recorte e de recortes estamos cheios — vejamos como funciona essa palavra “realidade” para ambas as atividades.
Para as ciências, trata-se do que é observável, testável, e portanto repetível. É o universo empírico. Para a mídia, é o que acontece, o que é “fato jornalístico” ou passível de adequar-se aos canais ou linguagens de transmissão. Tanto as causas quanto as consequências e efeitos dos fenômenos, para serem considerados e ganharem alguma atenção, precisam também estar dentro desta faixa de realidade, o que significa dizer que tanto a mídia quanto as ciências naturais não possuem os meios para a compreensão dos seus próprios fenômenos, precisando sempre recorrerem a outra ciência ou a outra linguagem. Ao mesmo tempo, a combinação de diversos canais e linguagens se torna impossível dada a especificidade do recorte do seu objeto, que exige a abstração de tudo o que está fora.
Para que seja possível tal distinção (entre realidade inteira e o seu recorte) é preciso um processo muito conhecido pelos semiólogos: existe o signo (palavra ou símbolo), o significado e a coisa da qual se está falando. Quando alguém se refere a uma mesa, está utilizando a palavra (signo) para gerar na mente do ouvinte uma associação com o significado dela. Estes dois são puramente mentais, embora digam respeito à coisa real que é o objeto da mesa. Mas os objetos reais, isto é, a realidade, só pode ser acessada racionalmente por meio de um signo e um significado.
Esse processo permite que façamos abstrações compartimentando a realidade segundo critérios previamente escolhidos e, com base nestes recortes, se trabalhe neles sem a constante e caótica contingência encontrada no meio natural, na realidade ampla e total na qual estamos inseridos.
Um exemplo clássico é a tabela periódica dos elementos químicos. Obviamente, na natureza os elementos não estão dispostos daquela maneira ordenada que vemos na tabela. Mas tal esquematização é necessária para o estudo daqueles elementos que, separados em quadrados isolados, podem ser abstraídos do caos em que se encontram em estado bruto. Este processo artificial para fins de estudo ocorre também em nossa mente e pode servir, não só ao estudo, mas a interesses transformadores.
Quando falamos em ciência e jornalismo, portanto, estamos falando de realidades diferentes, construídas para funções específicas. As modificações nos seus conceitos significam mudanças em suas funções. A variação das descrições possíveis, portanto, no que diz respeito a atividades como ciência e jornalismo, atende a mudanças na ordem das suas funções e, consequentemente, em uma faixa limitada dos efeitos do seu uso. Evidentemente, quando o jornalismo se torna um meio de transformação apenas, ele não deixa de informar, assim como não deixa de transformar quando prevalece a função informativa. Da mesma forma, a função das ciências também foi convertida em transformadora, desde que Marx disse que a compreensão se dá pela transformação.
Isso é observável na experiência simples do convívio em uma universidade, nas quais a transformação social e o convencimento para a mudança cultural tem prevalência sobre qualquer objetivo de compreensão da realidade. Quando a realidade é objeto de mudança o seu recorte passa a ser instrumental e, portanto, refém de ativismos em uma batalha competitiva na qual cada facção quer transformar a realidade à imagem e semelhança de suas utopias.

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro “A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)” e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Suécia imigrantes cometem coletivo e são libertados

Suécia: imigrantes cometem estupro coletivo e são libertados

A advogada descreveu o ocorrido como o pior caso de estupro em que já havia trabalhado.

O crime ocorreu em Fittja, Estocolmo, no verão passado, e envolveu até 20 homens, mas apenas cinco foram identificados.

Os imigrantes, antes de arrastarem-na até o segundo andar de uma escada, “discutiram quem iria usar-me primeiro”, disse a vítima de 30 anos. “Muitos aguardavam a sua vez”, acrescentou.

Os criminosos esmurraram a cabeça da mulher contra o degrau da escada, deixando-a inconsciente, e, ameaçando-a com uma faca, efetivaram o crime de estupro. Todo o incidente foi capturado pelas câmeras de vigilância. Após a brutal provação, a vítima tentou sinalizar de diversas maneiras que precisava de ajuda, mas foi ignorada.

revista estudos nacionaisNo dia 19 de dezembro, os cinco imigrantes muçulmanos foram absolvidos pelo tribunal distrital de Sodertorn, sob o princípio de que a mulher teria realizado sexo voluntariamente com eles. Apesar do tribunal reconhecer que a vítima sofreu diversos ferimentos, declararam que estes não eram admissíveis como evidência de violação violenta.

Apesar dos relatos de que os homens haviam filmado o incidente em seus celulares e foram vistos rindo por toda parte, o tribunal descartou o testemunho porque “os vídeos do incidente não foram encontrados”. Presumivelmente, a ideia de que os criminosos possam ter excluído a filmagem não foi considerada.

A advogada da suposta vítima, Elisabeth Massi Fritz, expressou seu choque com o veredicto, chamando-o de “um constrangimento para o nosso sistema legal”.

“Nenhum agressor deve escapar de uma violação tão cruel e implacável. Este é o pior crime de estupro em que trabalhei durante meus 26 anos de carreira”, disse Fritz, acrescentando que irá apelar a decisão, prometendo: “Nós não desistiremos”.

A crise da imigração e o aumento da criminalidade na Suécia

Como relatamos em outros artigos, os guetos de imigrantes da Suécia são tão perigosos que nem a polícia entra. Inclusive, as forças policiais estão se organizando para tentar acalmar a situação, montando forças especiais e instalando microfones para captar o som de mulheres gritando.

Enquanto a grande mídia embarcou em uma campanha de desinformação para minimizar a gravidade dos ataques sexuais desde que a Suécia abriu suas fronteiras para os imigrantes muçulmanos em 2015, as violações só tendem a aumentar. Por exemplo: as denúncias de estupro em festivais de música aumentaram em 1000% Link. Uma pesquisa recente descobriu que 50% das mulheres jovens do país se sentem inseguras para caminhar pelas ruas, algo que não existia antes.

Por fim, enquanto os ataques sexuais e violação de mulheres estão fora do controle, o governo sueco se ocupa com a publicação panfletos, informando que utilizar a palavra refugiados entre aspas é discurso de ódio, e que questionar a idade dos imigrantes é uma forma de extremismo.

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Fontes:

[1] thelocal.se – Five men acquitted in Fittja rape case

[2] Infowars – Sweden: Migrants Charged With “Ruthless” Gang Rape of Woman Walk Free

[3] Swedish music festival sex attacks up 1000%

[4] Swedish Government Report Says Putting the Word “Refugees” in Quotation Marks is “Hate”

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.