Estado Islâmico: Terroristas tiram selfie em Nova York

revista estudos nacionaisO fato ocorreu logo após o grupo terrorista ter requisitado mais ataques com facas e bombas

Semana passada, um homem, que usa um lenço do Estado Islâmico (ISIS) para tapar o rosto, publicou um selfie em frente ao Metropolitan Museum of Art de Nova York com o subtítulo: “Estamos em sua casa”.

A imagem foi carregada em um canal pro-ISIS através do aplicativo de mensagens Telegram no dia 30 de dezembro.

Isso ocorreu logo após um vídeo publicado pelo ISIS, onde os terroristas efetuam vários disparos e pedem por mais ataques com facas e bombas durante o período festivo.

Junto ao vídeo que pedia mais ataques a facas, vinha um cartaz com as seguintes palavras: “É mais barato do que uma motosserra.”

“É mais barato do que uma motosserra”.

O fato não deixa de ser alarmante, veja a imagem abaixo, fotografada na West Street:

West Street de Nova York

Ela foi postada dias antes de Sayfullo Saipov dirigir um caminhão pela ciclovia que corre ao longo da rua, matando oito pessoas durante o Halloween.

Ainda, no mês passado, um motorista de táxi de Staten Island, Akayed Yllah, de 27 anos, por erro técnico, teve problemas ao detonar uma bomba na estação de metrô da rua 42, que explodiu antes do momento adequado. Felizmente, uma única pessoa foi ferida, um imigrante de bengali, de 27 anos de idade, que já está bem.

Imigrante ferido no ataque a bomba no metrô

Durante a investigação do ataque, foi constatado que o motorista de táxi costumava assistir à propagandas do Estado Islâmico, porém, quando interrogado, ele afirmou que agia sozinho em retaliação à agressão militar dos EUA no Oriente Médio.

O atentado da estação de metrô ocorreu perto da Times Square (ponto mais movimentado de Nova York) em menos de 2 meses após o último ataque de caminhão que assassinou 8 pessoas na West Street.

Sobre o ataque na West Street, ele não foi realizado diretamente pelo Estado Islâmico, mas por um imigrante uzbeque, Sayfullo Saipov, que simpatizava com o grupo terrorista.

O imigrante disse, com orgulho, aos investigadores, que ele mesmo tinha alugado o caminhão e utilizado para assassinar os ciclistas e pedestres da ciclovia da West Street. No entanto, apesar de ele ter assegurado que agia sozinho, os agentes antiterroristas dos EUA disseram que irão se certificar.

Saipov, de 29 anos, veio aos EUA legalmente em 2010, do Uzbequistão, local onde ele nunca teve problemas com a lei. Ele morou pela primeira vez em Ohio, onde era motorista de caminhão comercial, depois na Flórida. Apenas recentemente veio para Nova Jersey com sua esposa e filhos, onde trabalhou como motorista de Uber.

Sayfullo Saipov sendo preso pelas autoridades após o atentado.


Fonte: Dailymail.co.uk

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“Botão nuclear” está em minha escrivaninha, diz Kim Jong-Un

Nesta segunda-feira (01), o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, advertiu os Estados Unidos que o “botão nuclear” está instalado em sua mesa. O fato ocorreu no programa norte-coreano de ano novo, na televisão.

“Todos os estados americanos estão dentro do alcance de nossas armas nucleares, e o ‘botão nuclear’ está sempre na minha mesa. Esta é a realidade, não uma ameaça”, disse Kim.

O ditador ainda se vangloriou dizendo que os EUA “nunca começariam uma guerra contra mim e meu país”, prometendo aumentar a produção em massa de ogivas nucleares e mísseis balísticos em 2018.

“Este ano, devemos nos concentrar na produção em massa de ogivas nucleares e mísseis balísticos para implantação operacional. Essas armas serão usadas somente se nossa sociedade estiver ameaçada”, disse Kim.

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No entanto, o ditador tomou um tom mais reservado ao se dirigir à Coreia do Sul, pedindo negociações imediatas na tentativa de levar Pyongyang para as próximas Olimpíadas de Inverno.

“A participação da Coreia do Norte nos jogos de inverno será uma boa oportunidade para mostrar a unidade do nosso povo, e desejamos que os jogos sejam um sucesso”, disse Kim.

Em 2017, a Coreia do Norte realizou inúmeros testes como parte de seu programa de armas nucleares, sendo o de setembro o mais poderoso. Entretanto, em novembro, o míssil balístico intercontinental (ICBM) Hwasong-15 voou mais longe do que qualquer outro anterior, passando, inclusive, por cima do território japonês.

No último domingo (31), o Almirante Mullen, dos Estados Unidos, afirmou que os países estavam mais perto do que nunca de uma guerra nuclear.

“Estamos realmente mais perto do que nunca, em minha opinião, de uma guerra nuclear com a Coreia do Norte”, disse Mullen. “Não enxergo oportunidades para resolver diplomaticamente esta questao”.

Também, um relatório realizado em dezembro pelo noticiário The Telegraph afirmou que a administração Trump vem elaborando planos para um ataque militar “sangrento” contra Pyongyang, como uma tentativa parar interromper o programa nuclear do país.

 

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Coreia do Norte provavelmente aceitará negociar, diz ministério sul-coreano

revista estudos nacionaisA Coreia do Sul previu na última terça-feira (27) que a vizinha do norte procuraria iniciar negociações com os Estados Unidos no próximo ano, fornecendo uma perspectiva otimista para 2018, embora Seul (capital da Coreia do Sul) tenha criado uma equipe militar especializada para enfrentar as ameaças nucleares do Norte.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas, por unanimidade, impôs novas sanções à reclusa Coreia do Norte, na última sexta-feira (22), pelo recente teste de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM), ação que foi considerada como ato de guerra.

“A Coreia do Norte buscará a negociação com os Estados Unidos. Entretanto, continuará se esforçando para ser reconhecida como uma potência nuclear”, disse o Ministério da Unificação da Coreia do Sul em seu último relatório, todavia, sem oferecer nenhum motivo para a sua conclusão.

O Ministério da Defesa da Coreia do Sul disse que criou quatro unidades pra operar sob uma política de supervisão da Coreia do Norte, com o objetivo de “dissuadir e responder à ameaça nuclear e de mísseis”.

Quanto aos Estados Unidos, os diplomatas americanos deixaram claro que estão buscando uma solução diplomática, mas o presidente Donald Trump ridicularizou as negociações, dizendo que as mesmas são inúteis e que Pyongyang (capital da Coreia do Norte) deveria desistir de suas armas nucleares antes que possa ser iniciada uma conversa. Já a China – principal aliado de Pyongyang – e a Rússia apoiaram as última sanções da ONU, que buscam limitar o acesso norte-coreano aos produtos petrolíferos fornecidos pelo exterior.


fontes:

[1] Reuters

[2] Infowars

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Israel: 10 países planejam mudar suas embaixadas para Jerusalém

Após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter reconhecido Jerusalém como capital de Israel e prometido mudar a embaixada de Tel Aviv para a cidade santa, o governo israelense convidou outras nações para fazerem o mesmo.

Durante um anúncio oficial, que ocorreu nesta segunda-feira (25) de natal, a Guatemala anunciou que também fará a mudança da embaixada. Entretanto, Tzipi Hotovely, representante do Ministério das Relações Estrangeiras de Israel, informou que 10 países já entraram em contato e estão se preparando para oficializar a decisão.

Também segunda-feira, a emissora de TV Canal 10 informou que a próxima nação a decretar a mudança de embaixada deve ser Honduras, uma vez que o país estreitou seus laços com Israel, assinando um acordo em que Israel concorda em apoiar as forças armadas de Honduras de uma maneira inimaginável, visando combater, principalmente, o crime organizado.

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Junto com a Guatemala, Honduras foi uma das nove nações que votaram “não” na semana passada quando a Assembleia Geral da ONU aprovou uma resolução que declara o reconhecimento dos Estados Unidos sobre o status de Jerusalém “nulo e sem efeito”.

Ainda, agências de notícias internacionais informaram que representantes da Romênia e Eslováquia estavam trabalhando para mudar de cidade as suas representações diplomáticas. Outros países, que também estariam negociando com Israel, seriam o Paraguai e o Togo, que votou em favor de Israel na última Assembleia Geral da ONU.

As Filipinas e a República Tcheca também reconheceram, junto aos Estados Unidos, Jerusalém como a capital de Israel, mas ainda não anunciaram o cronograma para suas embaixadas. A Rússia já havia reconhecido Jerusalém Ocidental como capital de Israel em abril, mas nada declarou sobre sua embaixada.

Já a opção do Brasil foi seguir as resoluções das Nações Unidas, e não pretende mudar a embaixada nem reconhecer Jerusalém como Capital de Israel.

Por fim, o Primeiro Ministro de Israel, Netanyahu, prometeu: “Haverá mais países”.


fontes:

Times of Israel

Gospel Prime

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Suécia imigrantes cometem coletivo e são libertados

Suécia: imigrantes cometem estupro coletivo e são libertados

A advogada descreveu o ocorrido como o pior caso de estupro em que já havia trabalhado.

O crime ocorreu em Fittja, Estocolmo, no verão passado, e envolveu até 20 homens, mas apenas cinco foram identificados.

Os imigrantes, antes de arrastarem-na até o segundo andar de uma escada, “discutiram quem iria usar-me primeiro”, disse a vítima de 30 anos. “Muitos aguardavam a sua vez”, acrescentou.

Os criminosos esmurraram a cabeça da mulher contra o degrau da escada, deixando-a inconsciente, e, ameaçando-a com uma faca, efetivaram o crime de estupro. Todo o incidente foi capturado pelas câmeras de vigilância. Após a brutal provação, a vítima tentou sinalizar de diversas maneiras que precisava de ajuda, mas foi ignorada.

revista estudos nacionaisNo dia 19 de dezembro, os cinco imigrantes muçulmanos foram absolvidos pelo tribunal distrital de Sodertorn, sob o princípio de que a mulher teria realizado sexo voluntariamente com eles. Apesar do tribunal reconhecer que a vítima sofreu diversos ferimentos, declararam que estes não eram admissíveis como evidência de violação violenta.

Apesar dos relatos de que os homens haviam filmado o incidente em seus celulares e foram vistos rindo por toda parte, o tribunal descartou o testemunho porque “os vídeos do incidente não foram encontrados”. Presumivelmente, a ideia de que os criminosos possam ter excluído a filmagem não foi considerada.

A advogada da suposta vítima, Elisabeth Massi Fritz, expressou seu choque com o veredicto, chamando-o de “um constrangimento para o nosso sistema legal”.

“Nenhum agressor deve escapar de uma violação tão cruel e implacável. Este é o pior crime de estupro em que trabalhei durante meus 26 anos de carreira”, disse Fritz, acrescentando que irá apelar a decisão, prometendo: “Nós não desistiremos”.

A crise da imigração e o aumento da criminalidade na Suécia

Como relatamos em outros artigos, os guetos de imigrantes da Suécia são tão perigosos que nem a polícia entra. Inclusive, as forças policiais estão se organizando para tentar acalmar a situação, montando forças especiais e instalando microfones para captar o som de mulheres gritando.

Enquanto a grande mídia embarcou em uma campanha de desinformação para minimizar a gravidade dos ataques sexuais desde que a Suécia abriu suas fronteiras para os imigrantes muçulmanos em 2015, as violações só tendem a aumentar. Por exemplo: as denúncias de estupro em festivais de música aumentaram em 1000% Link. Uma pesquisa recente descobriu que 50% das mulheres jovens do país se sentem inseguras para caminhar pelas ruas, algo que não existia antes.

Por fim, enquanto os ataques sexuais e violação de mulheres estão fora do controle, o governo sueco se ocupa com a publicação panfletos, informando que utilizar a palavra refugiados entre aspas é discurso de ódio, e que questionar a idade dos imigrantes é uma forma de extremismo.

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Fontes:

[1] thelocal.se – Five men acquitted in Fittja rape case

[2] Infowars – Sweden: Migrants Charged With “Ruthless” Gang Rape of Woman Walk Free

[3] Swedish music festival sex attacks up 1000%

[4] Swedish Government Report Says Putting the Word “Refugees” in Quotation Marks is “Hate”

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Censura: entenda o que está acontecendo nas redes sociais

Há muito se vem falando do crescimento da censura nas redes sociais, e acredite, ela realmente está acontecendo.

Pode-se dizer que a crescente censura é devido aos efeitos causados pela circulação de informação na internet, que abalaram as pernas de muitos poderosos ao redor do mundo, constituindo algo totalmente novo e inesperado. Por exemplo: através do Facebook, o povo Líbio se organizou para a derrubada do sangrento ditador Muammar al-Gaddafi, bilionário da indústria do petróleo; os brasileiros, através de páginas e grupos, deram início a inúmeros protestos que levaram ao Impeachment da ex-presidente Dilma Rouseff. Mas talvez o que mais enfureceu os globalistas e a mídia mundial tenha sido a sua grande derrota através da vitória do presidente americano Donald Trump, deixando mais do que claro o poder das redes sociais ao substituírem o próprio establishment midiático utilizando-se da divulgação de inúmeras notícias que são propositalmente ocultadas pelos jornais de propriedade dos bilionários.revista estudos nacionaisDe fato, o Facebook, o Youtube e a Google são empresas ligadas a esses bilionários, mas sua estrutura tomou proporções que fugiram do controle, levando a sua própria derrota. Então, surge a questão: ”como vamos controlar o negócio sem atrapalhar os nossos planos?”

Acontece que os métodos de controle já estão em ação. Basta perceber a quantidade de queixas e protestos de pessoas que acusam as mídias sociais, principalmente o Facebook,  de censurarem suas ideias, críticas, notícias e apagarem páginas e perfis pessoais.

Censura na Europa

Algo visível é o que está ocorrendo na Europa, não apenas os boicotes da União Europeia aos países que se recusam a receber imigrantes, mas a coordenação com os meios de comunicação para não mostrar ao mundo os efeitos da imigração.

Apenas para efeito de ciência, assista ao pequeno vídeo:

Parece que estamos na Síria, não é? Mas estamos na Alemanha, em Hamburgo!

E cenários como este não cessam de surgir:

Carros sendo incendiados em Paris.

Motim e confronto com a polícia em Paris.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O álbum é enorme e poderíamos mostrar centenas de fotos. Mas que parte disto está sendo noticiado por aí? Muito pouco ou, até mesmo, nada.

Talvez devêssemos voltar ao ano de 2015, quando, durante uma refeição, Mark Zuckerberg (CEO do Facebook) e Angela Merkel (Chanceler da Alemanha) foram pegos de surpresa com um microfone que gravou pequenos trechos de suas conversas.

Depois de Merkel ter perguntado a Zuckerberg sobre os posts ofensivos a respeito da crise dos refugiados, o CEO do Facebook disse: “precisamos trabalhar nisso”.

precisamos-falar-sobre-aborto-livro-pacote-1-exemplar“Você está trabalhando nisso?”, Perguntou Merkel.

“Sim”, o Sr. Zuckerberg teria respondido, antes que a transmissão fosse interrompida.

Também, no último dia 6 de  dezembro, o governo polonês, a fim de reivindicar sua autonomia, fez um vídeo informativo que, infelizmente, foi censurado pelo Youtube.

O vídeo aborda a crise vivida com os imigrantes e a falta e autonomia dos membros da União Europeia, posto que o bloco econômico está, literalmente, suprimindo as identidades nacionais dos países membros e chantageando-os para que recebam imigrantes. O título do vídeo é: “Europa, abra seus olhos e garanta o nosso direito” que, incrivelmente, foi marcado como “inadequado à idade”, e muitos recursos padrão do YouTube para o vídeo foram desativados, incluindo a seção de comentários, compartilhamento, incorporação de opções, contagem e avaliação do usuário.

Esse “estado limitado” do Youtube é conhecido como um purgatório virtual de conteúdo considerado “ofensivo” ou “extremista” pela grande mídia e meios de comunicação – como a “crise de refugiados” e toda a propaganda que a alimenta.

Concluindo: não são apenas pessoas que estão sendo censuradas, mas também as próprias nações, demonstrando que a situação é gravíssima.

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.

Passeata Cristã na Índia

Índia: Cristãos são presos por cantarem músicas natalinas

No último domingo (17), dezenas de católicos foram presos pela polícia indiana enquanto cantavam canções de natal, informou o dailymail.

A polícia afirmou que, no total, 32 cristãos foram detidos no estado indiano de Madhya Pradesh. A acusação é de que os cristãos estariam convertendo muitos indianos.

Quando um grupo de sacerdotes foi à delegacia de polícia para indagar sobre o ocorrido, seu ônibus foi incendiado, supostamente por uma multidão pertencente a um grupo hindu, afirmou Theodore Mascarenhas, secretário-geral da Conferência Episcopal da Índia. O fato se deu quando a minoria cristã da Índia soou o alarme sobre um recente aumento dos ataques às igrejas e membros da fé.

revista estudos nacionaisOs cristãos acusaram os intransigentes hindus, que estão sendo encorajados pelo governo do primeiro-ministro Narendra Modi, de terem cometido o crime.

Em cinco estados indianos, incluindo o Madhya Pradesh, têm leis que exigem que os indivíduos obtenham permissão do governo para que possam se converter a outra religião, e induzir uma conversão ilegal pode significar uma prisão de até um ano.

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Sobrinhos de Nicolás Maduro são condenados por tráfico nos EUA

Os sobrinhos do ditador venezuelano foram condenados a 18 anos de prisão pela distribuição de quase 1 tonelada de cocaína nos Estados Unidos

Nesta última quinta-feira (15), a justiça americana condenou os sobrinhos do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, a 18 anos de prisão por tráfico de drogas. Os condenados, Efraín Antonio Campo Flores e Franqui Francisco Flores de Freitas, já haviam sido detidos no país, em 2015, de acordo com a audiência proferida no tribunal federal de Nova York. Ambos são sobrinhos de Cilia Flores, mulher de Maduro. Efraín, por exemplo, foi criado pelo próprio ditador e sua esposa.

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Os traficantes já haviam sido declarados culpados em 18 de novembro de 2016, por importar e distribuir 800 quilos de cocaína pelos Estados Unidos. No entanto, permaneceram aguardando o julgamento definitivo desde então, que ocorreu nesta semana, em Nova York.  A sentença foi prolatada pelo juiz federal Paul Crotty, no distrito sul de Nova York, onde os primos estiveram acompanhados de seus procuradores.

Apesar da sentença de 18 anos de prisão, a promotoria havia pedido ao juiz para que impusesse uma pena não inferior a 30 anos de prisão e multas de 50.000 a 10 milhões de dólares.

Os dois venezuelanos foram detidos no Haiti em 10 e novembro de 2015, por agentes da Agência Antidrogas Americana (DEA), quando foram transportados aos Estados Unidos para serem julgados.

Ambos tinham viajado ao Haiti em um avião particular e sob posse de passaportes diplomáticos, e, segundo o relatado, a viagem teria como objetivo encerrar as negociações para que a cocaína fosse enviada da Venezuela para Honduras e, de lá, até os Estados Unidos.

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Migração: Suécia se torna a nova capital do estupro

Dados da polícia sueca revelaram que 80% dos estupros são cometidos por imigrantes

Diversas fontes, inclusive da polícia e do governo sueco, demonstraram que 80% dos estupros ocorridos no país estão sendo cometidos por imigrantes e não apenas isso: o número de estupros vem crescendo exponencialmente desde o início da onda migratória de refugiados para a Europa. Essa informação, no entanto, não está sendo repercutida pelos meios de comunicação internacionais. Veja, abaixo, os dados da polícia sueca:

Crescimento das taxas de estupro

Número de estupros por 100 mil habitantes.

A situação é tão preocupante que, apenas no festival de verão deste ano, em Malmo, foram registrados 150 assaltos e 20 estupros. Ocorreram, também, casos extremos, como a gangue que realizou um  ‘estupro coletivo’  de uma menina Sueca, e transmitido ao vivo, pelo Facebook Live. Quando as autoridades chegaram ao local, o crime já havia sido cometido e era tarde demais.

Responsáveis pelo estupro coletivo (atualmente, presos)

Outra questão preocupante é a impunidade, uma vez que há centenas de bairros, chamados de ”NO-GO ZONE” (zona proibida), onde nem a polícia tem acesso diante de tamanha periculosidade e do risco de ser atacada por gangues muçulmanas. Apenas na cidade de Malmo, na Suécia, existem dezenas. Os distritos “NO-GO ZONE” são bairros tomados pelo Islã, e que não estão sujeitos às leis suecas, mas às leis da Shariah. No entanto, o governo sueco ainda não tomou nenhuma medida, muito menos a União Europeia.

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Cristãos e Judeus são os mais perseguidos no Ocidente, diz estudo

Para cada 1256 ataques a judeus e 369 a cristãos, muçulmanos sofrem 185 ataques anuais

pesquisa mostra como cristãos e judeus estão entre os mais perseguidos no mundo

No dia 16 de novembro deste ano, o Escritório para Instituições Democráticas e Direitos Humanos (ODIHR), publicou um levantamento – avassalador – realizado em diversos países, dentre eles, participaram os Estados Unidos, Canadá, Europa e alguns da Ásia Ocidental, que uniu dados de mais de 125 organizações internacionais.

A pesquisa levantou que, para cada 369 ataques a cristãos, há 185 ataques a muçulmanos, ou seja, para cada 2 cristãos atacados apenas pela sua religião, 1 muçulmano é atacado. Isto foi de causar um enorme estranhamento, uma vez que a pesquisa tomou como pauta os países ocidentais, todos de origem cristã, e que possuem como religião predominante o cristianismo.

 E não acaba por aí: considerando as três grandes religiões abraâmicas, a menor em termos populacionais é também a mais perseguida: os judeus, com 1256 ataques anuais.

Talvez o mais o curioso tenha sido o fato de a pesquisa ser oriunda de uma instituição de Direitos Humanos, onde, geralmente, só se fala em islamofobia, homofobia e direito dos presidiários, portanto, uma fonte insuspeita.

Todavia, é possível observar esta realidade nas relações geopolíticas que predominam no mundo atual.

Os judeus, além de terem sido massacrados no século XX – 6 milhões de mortos pelo regime nazista-, são diariamente bombardeados por residirem em seu país, Israel, tanto literalmente – pelos terroristas palestinos do Hamas -, quanto pela grande mídia e todo o tipo de mainstream predominante.

E, como se não fosse coincidência, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter reconhecido Jerusalém como a capital de Israel, o ex-presidente ‘americano’, Barack Hussein Obama, fez uma declaração em que, por alusão, comparou o governo de Trump ao de Adolf Hitler. Obama disse que devemos “cultivar o jardim da democracia”, lembrando que, na época de Hitler, tudo estava indo bem, até que virou um caos. Ora, proteger o povo perseguido pelos nazistas é ser nazista? Parece que, para o senhor Obama, o cinismo não tem limites. Soa ainda mais estranho vindo de alguém que pertence a um partido apoiado, no passado, pela Ku Klux Klan.

Sobre o genocídio anual de cristãos ao redor do mundo

Ainda, vale ressaltar o genocídio anual de cristãos ao redor do mundo, que são assassinados apenas por serem cristãos. Em 2013, o Monsenhor Silvano Maria Tomasi, observador da Santa Sé, na ONU, denunciou através da rádio do vaticano que mais de 100 mil cristãos são assassinados por ano, principalmente no Oriente Médio e na Ásia, porém, as Nações Unidas quase não tocam no assunto, muito menos a grande mídia e o ‘beautiful people’, os quais dizem se preocupar tanto com direitos humanos e guerras. O Monsenhor também relatou que recebeu informações de que diversos padres ortodoxos estariam sendo executados e torturados na Síria, em Aleppo, onde também, seguidores de outras correntes do cristianismo estariam sendo obrigados a renunciar a sua fé e destruírem seus locais de culto.

Após a declaração feita por Tomasi, o secretário do Conselho Pontifício para a Justiça e a Paz, o arcebispo Maria Toso, durante uma conferência, fez uma crítica à reação ocidental perante a perseguição dos Cristãos, dizendo que a discriminação não deve ser combatida somente para grupos específicos, mas também a que os cristãos enfrentem; a maioria, em seu próprio país.

foto mostra cristão perseguidos no mundo

Cristão crucificado na Síria

Concluindo, existem apenas duas hipóteses: a primeira é que os governos do ocidente estão mais preocupados com palavras que ofendem do que com assassinatos reais, demonstrado o descaso que é feito com o genocídio de cristãos e a importância que é dada a um apelido pejorativo, que pode configurar crime inafiançável no Brasil; a segunda, é que os grupos defendidos são selecionados a dedo, como pretexto para censurar os cristãos e às bases culturais da civilização ocidental, ignorando os que, prioritariamente, deveriam ser socorridos, posto que pertencem a um grupo de risco MUITO superior.

 

revista estudos nacionais

 

 

Escritor, pesquisador e cientista político, estudou Direito na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Ciências Políticas na UNINTER. É autor do livro “Perdão e Penitência” e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2014. Atualmente, é colunista no Estudos Nacionais.