empresas que apoiam a ideologia de gênero

Saiba quem são as empresas engajadas na ideologia de gênero

O marketing tem se tornado uma ferramenta das grandes agendas internacionais. Ao invés de se preocuparem com a satisfação dos seus clientes, buscam manipular as mentes, desejos e valores da sociedade.

Para orientar os consumidores que desejam desestimular ou boicotar as empresas que vão contra seus valores, elaboramos uma lista das principais empresas engajadas nesse movimento internacional de transformação social. Novas empresas e marcas poderão ser adicionadas nessa lista a qualquer momento. Ajude-nos a tornar essa lista mais completa possível avisando-nos sobre outras empresas para que sejam incluídas aqui.

Lista de empresas engajadas na ideologia de gênero

Avon
Carrefour*
Coca-Cola*
Faculdade Montessoriano*
Gente Bonita*
Integrare*
Itaú Unicanco
Leão Alimentos e Bebidas*
LiDiversas*
McDonald´s*
Natura*
O Boticário
Promon Engenharia*
Santander
Santo Caos*
SESC SP*
Simões Advogados*
Skol – Ambev
Takao Diálogos*
TriCiclos*
Unilever (campanha OMO)
Verbo Mulher*
WalMart*
White Martins.*

*Empresas que aderiram a Coalizão Empresarial para Equidade Racial e de Gênero[1].


Como descreve o site oficial, a Coalização tem por objetivo o  “estímulo à implementação e ao aprimoramento de políticas públicas e práticas empresariais, em um esforço coletivo para se promover a inclusão e a diversidade nas organizações”.

“Trata-se de uma iniciativa do Instituto Ethos, do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) e do Institute for Human Rights and Business (IHRB), com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)”

Financiadores da Coalizão Empresarial

Financiam via parceira Human Rights and Business (IHR)

  • Clifford Chance Foundation
  • GE Foundation
  • Humanity United
  • International Labour Organization
  • Oak Foundation
  • Open Society Foundation

A Open Society Foundation, organização de George Soros, investe bilhões nas pautas de ideologia de gênero, movimento LGBTI, expansão do acesso e legalização do aborto, entre outras pautas.

Financiam via Instituto Ethos

Parcerias estratégicas do Instituto: Carrefour, Coca-Cola, Natura, Walmart, Shell, Gad e Accenture.


Notas e links:
[1] informações sobre a Coalizão Empresarial:  http://www.equidade.org.brhttp://www.equidade.org.br/praticas

2. Informações sobre as parcerias estratégicas do  Instituto Ethos

3. Site oficial da Open Society Foundation


Leia também:
Como funciona a espiral do silêncio nas redes sociais – Artigo de Cristian Derosa

Máquina de fazer dinheiro: a indústria milionária do aborto – Artigo de Dr. Hélio Angotti Neto

Empresas servem a objetivos globalistas com ‘marketing de lacração’ – Artigo de Marlon Derosa

A disbioética contra a vida humana – por Dr. Hélio Angotti Neto

Quando as empresas não querem o feedback do cliente: o fim da era do marketing – Artigo de Marlon Derosa

Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.
Noah Wall o menino sem cérebro aprendeu a falar e a andar

Menino que nasceu ‘sem cérebro’ surpreende a medicina, fala e vai à escola

Inglaterra: Nascido com 2% do cérebro e com diagnóstico médico de que não viveria por muito tempo, a família, que não optou por um aborto frente aos diagnósticos médicos, vê agora seu filho de quatro anos com capacidade de falar, contar até 10 e frequentar a escola.

Devido a uma rara complicação na espinha bífida e grave hidrocefalia, Noah Wall, surpreende a cada ano.

Os médicos diziam que ele não sobreviveria e provavelmente morreria no parto. Os pais haviam sido aconselhados a abortar, mas se recusaram.  Um documentário feito sobre a vida de Noah mostra o incrível desenvolvimento do menino.

O cérebro do menino tem se desenvolvido no espaço onde antes era ocupado pelo fluído cerebral. Por causa de sua condição, ele dependia completamente cadeira de rodas até pouco tempo. A reportagem no site Mirror ressalta o momento em que o menino pergunta para sua mãe “você está bem?”, ao vê-la chorando emocionada.

Noah Wall o menino sem cérebro aprendeu a falar e a andar

A família de Noah busca estimular ao máximo o cérebro do menino e os resultados estão se mostrando muito satisfatórios. O desenvolvimento cerebral dos últimos anos se mostrou acima de todas as expectativas. Um ano atrás, quando o menino tinha 3 anos, um exame indicou um crescimento de 80% no cérebro. Um resultado inacreditável que surpreendeu todos os médicos.

O menino agora passa por uma série de cirurgias nos quadris e tratamentos, na tentativa de fazê-lo capaz de andar um dia. O pai do menino diz: “Estamos determinados a fazer Noah capaz de andar”. No Facebook do menino, em postagens recentes, é possível acompanharmos as fotos do menino dando os primeiros passos com ajuda equipamentos e em tratamento. Um  vídeo emocionante mostra ele movendo a perna na cama.

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Um documentário completo sobre a história do menino sem cérebro foi produzido pelo Canal 5 (Channel 5), no ano passado, disponível em inglês.

Siga o perfil do menino no Facebook   e visite seu blog.

Informações:
Mirror.co.uk; Aleteia(en)

 

 

Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.
noticias venezuela guarda nacional rouba manifestantes durante protestos situação da venezuela

Guarda Nacional de Maduro assalta manifestantes durante protestos

Não bastasse jogar bombas de gás e oprimir a população, agora a guarda nacional da Venezuela começou a assaltar os manifestantes.

Já são 68 dias de protestos e a população sofre com a ditadura, uma economia destruída e agora, sendo roubada pela guarda nacional durante os protestos.

O vídeo disponível no site The Guardian mostra diversos policiais da guarda venezuelana levando manifestantes para um local isolado e tomando seus pertences. O vídeo mostra claramente os quatro soldados cercam dois manifestantes levando relógio e outros pertencentes.

A situação na Venezuela
É até difícil mensurar a real situação da Venezuela, tanto pela tímida presença das notícias de nosso vizinho na grande mídia brasileira, quanto pela constante censura que o país sofre em todas as áreas.

Na economia, desde fevereiro o Banco Central Venezuelano simplesmente parou de fornecer indicadores de inflação. Na ausência de dados do Banco Central, a Assembleia Nacional da Venezuela, de maioria opositora ao regime de Maduro apresentou, em abril, estudos que apontavam inflação de 65,5% no primeiro trimestre de 2017.

Em 68 dias de protestos: 84 mortes, ou 63 mortes.
Na contabilidade de morte também há divergências. Os números oficiais do governo é de que nesses últimos dois meses de protestos houveram 63 mortes. Já o site Runrun.es, registrou 84 mortes nos protestos, em mapa com identificação de cada óbito disponível no site.

No campo da saúde, o panorama também parece gravíssimo. A mortalidade infantil registrada em 2016 era de 30%.

Veja também:
Manifestantes usam bomba de fezes contra a guarda nacional em protestos

A situação do país beira níveis escatológicos. Manifestantes passaram a usar bombas de fezes nos protestos, como arma “bioquímica”. Tal fenômeno torna a situação ainda mais preocupante uma vez que o país sofre uma grave crise de abastecimento de comida e remédios.

Informações:
BBC;  UOL;  The Guardian   Runrun.es

Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.

União Europeia e o multiculturalismo na construção do poder global

Em 1922, Richard Coudenhove Kalergi criou o movimento “Pan-Europeu”, uma das origens da versão europeia da Nova Ordem Mundial. Ele foi o iniciador das ideias de “integração da Europa”, embrião da União Europeia e do que hoje chamamos de multiculturalismo. Após a publicação de seu Manifesto Pan-Europeu, e graças aos seus contatos pelo mundo da diplomacia, Kalergi teve ajuda dos maiores intelectuais e banqueiros do mundo. Entre seus objetivos estava a unificação das raças do mundo em uma única etnia, o que possibilitaria o controle mundial a partir de uma única autoridade.

Hoje muitas de suas ideias aparecem sob disfarces retóricos como o ambientalismo, o feminismo e demais ideologias. O controle populacional sempre esteve entre os muitos objetivos da elite global. Mas se trata de um controle seletivo, pois implica em um projeto de seleção artificial. “Uma população crescente significa maior pressão ambiental. A solução poderia estar nos direitos das mulheres”, diz Jessica Prois, em artigo para o site do Laboratório de Demografia e Estudos Populacionais da Universidade de Juiz de Fora (RJ). O disfarce feminista utiliza, hoje, de uma retórica ambiental. Mas mesmo o feminismo faz parte de outra subretórica muito anterior: o plano de integrar povos tão diversos e de crenças, costumes, tão díspares que só uma autoridade central poderia arbitrar seus inevitáveis conflitos.

A crença de fundo está no evolucionismo ou darwinismo social, baseado na ideia de uma involução ou degradação da raça humana por meio da miscigenação, algo contra o qual os movimentos nacionalistas europeus da metade do século tentaram se contrapor. De fato, o movimento de Kalergi silenciou-se após o advento dos violentos regimes fascistas e nazistas. Resistência um tanto quanto desastrada aos movimentos pan-europeus, o nazismo acabou por servir aos planos globais ao criar um arquétipo nacionalista negativo e possibilitar a criminalização ou ao menos a demonização pública de qualquer resistência ao multiculturalismo. Tendo testemunhado a destruição causada pelos rampantes nacionalismos da Alemanha e da Itália, os vitoriosos aliados começaram a buscar uma solução de longa data para impedir que tal desastre ocorresse novamente.

A ideologia do multiculturalismo, no entanto, é imposta a todos os países conjuntamente com as ideologias legitimadoras de determinados povos, tendo-os como vítimas de catástrofes históricas, clamando a necessidade de uma reparação social que acaba por povos contra povos, gerando um permanente conflito. Essa relação conflituosa se torna o paradigma da diversidade e só um governo ou autoridade central pode, do alto de seu arbítrio político, controlar os estímulos positivos e negativos que controlariam a dinâmica eterna entre paz e guerra.

A ideologia do pacifismo nada mais é do que o controle de onde e quando será a guerra. De quem contra quem será o conflito, quando necessário ou inevitável. O controle e o monopólio da violência e das armas é um passo importante, na visão dos centralistas globais, para o avanço da utopia administrativa, da gestão total e da governança. O upgrade da política está no conceito de governança, que pode ser resumido como sendo a arte de governar governos, o que só pode ser feito em uma perspectiva centralista e global.

A utopia da criação de uma única raça, criada politicamente por meio do controle de natalidade seletivo e de programas de política migratórias, só será possível com o suporte de uma ideologia integradora que torne o multiculturalismo um valor absoluto, onde não há espaço para o contraditório ou a diversidade. Paradoxalmente, o multiculturalismo é a ideologia da uniformização global, generalização dos conflitos e das arbitragens centrais.

No entanto, não é preciso acreditar em um tipo de inferioridade racial, já que o aparato global construído por essa nova ordem, já incapacita aos poucos os indivíduos para o julgamento do que é liberdade ou escravidão. Escravizam-se voluntariamente acreditando lutarem por liberdade.

O funcionamento do sistema global

O pacifismo (controle da guerra) só pode ser possível após o controle dos elementos que causam ou atenuam conflitos, como o controle dos recursos e territórios (ambientalismo) e a reprodução humana (feminismo, ideologia de gênero). Para isso, é necessário construir um sistema de fundamentação e justificativas, que não pode vir a funcionar sem o suporte de toda uma classe científica crente nas mesmas utopias. Do mesmo modo, o suporte de uma burocracia que filtre os acessos e controle as ações só pode existir tendo à mando uma elite política submetida a um sistema de credibilidade científica e intelectual. A classe intelectual, por fim, é gerada e alimentada por todo o sistema de favorecimentos baseados em crenças que podem ser absolutamente irracionais, já que toda a população obedecerá aos sentimentos de benevolência como critério de normalidade e sanidade, enquanto os maiores absurdos vão se tornando regras e ditames morais. Os intelectuais serão cada vez mais relativistas e imorais e, por este motivo, defenderão com unhas e dentes as utopias mais irracionais, desde que sirvam para o deleite de suas realizações psíquicas e emocionais, o que se torna critério máximo de felicidade.

 

Escritor, Jornalista e pesquisador de mídia, mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Autor do livro "A Transformação Social: como a mídia de massa se tornou uma máquina de propaganda (Estudos Nacionais, 2016)" e colunista no site Estudos Nacionais e um dos fundadores da RádioVox. Colaborador do site Mídia Sem Máscara e aluno do filósofo Olavo de Carvalho desde 2009.

Objetivo do Baleia Azul era “limpar a sociedade”, diz mentor

Jornais do mundo inteiro noticiaram nesta quinta-feira (11/05), a prisão de um homem que disse ser o idealizador do jogo Baleia Azul, na Rússia. Philipp Budeikin, de 21 anos é acusado de ser o responsável pela morte de 16 adolescentes. Durante conversa com a polícia, Budeikin afirmou que seu objetivo era “limpar a sociedade” e as vítimas “estavam insatisfeitas com a própria vida”.

Segundo informações das fontes dadas ao Daily Mail, o jovem começou a atrair os adolescentes para o Baleia Azul em 2013, utilizando a VK, maior rede social da Rússia. Ao aceitarem as tarefas, as vítimas eram desafiadas a cortar suas próprias veias, matar animais até chegar ao ponto do suicídio.

O jogo tem movimentado os noticiários e causado preocupação em todo o mundo, principalmente em pais de adolescentes. Teria começado com uma notícia falsa de 2015, motivando, por efeito de imitação, postagens e mensagens suicidas, o que teria sido apontado como causa da morte de 16 jovens até agora.

Ao contrário do que tem sido dito, porém, não há evidências conclusivas de ameaças aos participantes, não havendo casos de indução clara ao suicídio em pessoas que não sofriam de depressão ou alguma pré condição. No entanto, o assunto tem motivado discussões midiáticas sobre o tema do suicídio e principalmente sobre a depressão.

A polícia afirma acreditar que há outros mentores como Phillipp envolvidos na difusão dessas ideias.

Notícias, artigos e estudos sobre a realidade brasileira e o contexto internacional. Selo editorial especializado em comunicação, sociologia e história recente do Brasil.

Trump preocupa agenda global do FMI e Banco Mundial

Diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, pretende “socializar” o novo governo dos EUA, influenciando a partir da agenda do FMI para tentar definir a formulação de suas políticas.

WASHINGTON (Reuters) – Os líderes financeiros mundiais se reuniram nesta quinta-feira (20/04) nos Estados Unidos, para discutir formas de proteger o mundo financeiro das políticas consideradas protecionistas do presidente Donald Trump e defender a integração global do comércio, pautas pertencentes à agenda global da Nova Ordem Mundial.

As reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial irão colocar os 189 membros das duas instituições multilaterais diante do desafio da agenda de Trump “América em Primeiro Lugar” pela primeira vez, a apenas duas quadras da Casa Branca.

“Estes encontros irão tratar de Trump e das implicações de suas políticas para a agenda internacional”, disse Domenico Lombardi, ex-membro do conselho do FMI que hoje atua no Centro de Inovação para a Governança Internacional, um centro de estudos canadense.

Segundo Lombardi, a diretora-gerente do FMI, Christine Lagarde, pretende “socializar”, influenciando no novo governo dos EUA a partir da agenda do FMI e tentar definir a formulação de suas políticas.

O FMI em particular vem emitindo alertas contra os planos de Trump para reduzir os déficits comerciais dos EUA com possíveis medidas de restrição de importações, argumentando que as políticas protecionistas iriam prejudicar o crescimento global.

Agora funcionários da gestão Trump estão reagindo a esses alertas lembrando que outros países são muito mais protecionistas do que os EUA e, no entanto, não parecem motivo de preocupação global.

Trump começou a semana assinando um decreto presidencial que ordenou a revisão das regras de aquisição pública “Buy American”, que incentivam a compra de produtos locais e que durante muito tempo ofereceram algumas isenções mediante acordos de livre comércio, e criticando as restrições do Canadá aos laticínios.

Além dos alertas sobre o comércio, na quarta-feira o FMI revelou dois documentos que apontam os perigos das propostas fiscais que Trump está cogitando, como ao avisar que suas ideias para uma reforma tributária poderiam incentivar operações financeiras arriscadas e elevar a dívida pública a ponto de prejudicar o crescimento, entre outros conselhos.

Fazer uma reforma tributária “de maneira que não aumente o déficit é melhor para o crescimento”, recomendou o diretor de assuntos fiscais do FMI, Vitor Gaspar.

 

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Atacado por ativistas, ônibus-protesto deixa no ar: quem é intolerante?

Depois de ser proibido pelas autoridades na Espanha, de onde veio, e enfrentar toda sorte de provações, o ônibus-protesto FreeSpeechBus foi apedrejado e hostilizado durante sua intervenção na reunião da ONU, em Nova York, onde se buscava recomendar o aborto e a Ideologia de Gênero como solução global. O ônibus conclui sua turnê com a percepção de que as ideologias não estão nem um pouco interessadas em dialogar com quem acredita em fatos biológicos.

O FreeSpeechBus, o ônibus-protesto que levava escritas frases como “Meninos têm pênis, meninas têm vagina” encerrou sua turnê depois de ser apedrejado nos EUA. Esta é a resposta do mundo que prega a tolerância e a paz enquanto obriga as famílias a aceitarem para seus filhos uma educação sexual que nega fatos biológicos, o que comprovadamente gera problemas psicológicos e sociais nas crianças. Na Europa, há vários anos os pais que impedirem seus filhos pequenos de frequentarem aulas que ensinam masturbação e homossexualismo podem e têm sido punidos pela lei. A pergunta que devemos fazer é: quem acredita na necessidade dessas coisas seria capaz de algo como diálogo e tolerância?

A experiência do FreeSpeechBus responde satisfatoriamente, uma vez que o protesto consistia apenas em afirmar crenças comuns à maior parcela da humanidade. Diferente dos ativistas, o ônibus não estava impondo qualquer punição a quem acreditasse no contrário. Apenas evocava o direito de cada família ensinar seus filhos do modo como acredita que as coisas são.

A Ideologia de Gênero defende que homens e mulheres não possuem uma identidade social baseada na identidade biológica. Para eles, o homem nasce neutro e vai, ao longo da vida, recebendo estímulos sociais que o definem, de fora, como homem ou mulher. Paradoxalmente, acabam defendendo que basear-se na própria biologia para definir sua orientação sexual significa ser escravo da sociedade, mas se você acreditar nas palavras do professor que defende a Ideologia de Gênero, você está sendo livre. Para resolver todos os problemas de ordem sexual, os ativistas propõem a “mudança de sexo”. Mas quando o corpo não combina com a mente, não seria mais fácil mudar a mente do que mudar o corpo? Mas eles querem o poder sobre os corpos de todos. O mesmo ocorre com os defensores internacionais do aborto, do meio ambiente etc.

O totalitarismo das ideologias

Assim como o ambientalismo busca o controle dos recursos utilizando pesquisas a nos informarem da finitude dos recursos e a ameaça de sua destruição por nossa culpa, os defensores do aborto querem controlar o nível populacional usando a justificativa de “conquista de direitos”. Convencem, com isso, mães a matarem seus próprios filhos no ventre. Assim, também os que recomentam a mudança de sexo e, com isso, a desestruturação da personalidade humana, almejam nada menos do que tornar o homem um escravo amorfo, que não exitará em entregar seu próprio corpo aos caprichos da elite dos que estruturam e administram as ideias.

As ideologias, hoje, servem de instrumentos de organização e administração totalitária do mundo. A mesma sanha controladora denunciada pelos críticos da modernidade, culpada da devastação e dos genocídios totalitários que serviram de justificativa para um consenso global, agora servem para a administração total desse consenso.  A pós-modernidade, neste sentido, seria uma “ultra-modernidade” ou “neo-modernidade”, em sentido de uma hipertrofia da utopia controladora que agora se dirige para as consciências. A melhor expressão para resumir esse intento manifestado pela suposta inevitabilidade do fenômeno da globalização, é engenharia social.

 

 

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ataque terrorista estado islamico mata cristaos catolicos

Egito: Estado Islâmico mata 43 e deixa 118 feridos durante missas

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Hillary sugeriu ataque à Síria poucas horas antes do bombardeio

A ex-secretária de Estado, Hillary Clinton pediu, em uma entrevista na TV nesta quinta-feira (06/04), que os EUA atacassem as bases aéreas da Síria para prevenir mais ataques com armas químicas. A sugestão da democrata foi feita poucas horas antes do bombardeio ocorrido sob as ordens do presidente Donald Trump.

“Eu realmente acredito que nós devíamos atacar seus campos de pouso e impedi-lo de usá-los para bombardear pessoas inocentes e soltar gás Sarin,” disse Clinton

O comentário foi feito durante entrevista com o colunista Nicholas Kristof do New York Times, no programa Women In The World. Clinton disse que é favorável a uma ação mais agressiva contra Assad, e acrescentou que não ter uma postura firme para com o presidente Sírio foi um dos seus piores erros políticos durante seu tempo como secretária do Estado no governo Obama. Essa foi a sua primeira entrevista desde a perda da eleição presidencial para Trump e aconteceu horas antes dos Estados Unidos lançar uma ofensiva de misseis em direção aos campos de pouso da Síria em resposta ao ataque de gás.

Traduzido: FoxNews

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Hungria proíbe universidade de George Soros por ser contra interesse do país

O Parlamento da Hungria aprovou na última terça-feira (04/04), uma lei que poderá fechar a Universidade Centro-Europeia (CEU), fundada em 1991 pelo bilionário húngaro George Soros, inimigo declarado do primeiro-ministro Victor Orban. A nova lei exige que os institutos acadêmicos que recebem financiamento estrangeiro tenham uma sede e programas no país de origem.

Mantida por George Soros e financiada internacionalmente, a CEU é considerada um estabelecimento anglófono, foi criada na Hungria pouco após a queda do comunismo para promover “a boa governança, o desenvolvimento sustentável e a transformação social”. Orban, que se diz “disposto a negociar com os Estados Unidos” sobre o futuro da universidade, acusou a CEU de “fazer trapaças” com a lei húngara.

“Os conservadores precisam lutar contra a campanha internacional para abolir nossas fronteiras financiada por George Soros”, disse o primeiro-ministro húngaro

Orban declarou à rádio húngara que existe uma campanha para dissolver as fronteiras dos países, algo que acontece dentro da Hungria e é financiado por George Soros. Ele ressalta que para viver ou estudar na Hungria, como em qualquer país, é preciso contar com a aprovação da população e do governo. Na CEU, são ensinadas as teorias de abolição das fronteiras e defendem uma Nova Ordem Mundial onde os governos dos países se submeteriam à governança global. A teoria do desenvolvimento sustentável é o embrião para um princípio de governança mundial.

“Essas teorias [de abolição das fronteiras]”, disse Orban, “são ensinadas pelas instituições de Soros e se infiltrou em um sem número de entidades internacionais. Devemos lutar contra elas, devemos argumentar contra elas e tornar suas operações transparentes, deixando claro que muitas vezes os seus princípios nada têm a ver com direitos humanos mas com a ganância de estrangeiros contra os países”.

Ele afirma ainda que, “estas ONGs não são organizações da sociedade civil, mas são apenas especulação à nossa custa”.

Oráculo da grande mídia global

George Soros tem sido fortemente opositor de Orban em seu país. Soros mantém centenas de ONGs pelo mundo, incluindo os EUA, onde financiou a campanha de Obama e de Hillary Clinton. Ele atua à frente da organização chamada Open Society, que abastece a grande maioria das agências de notícias globais por meio de sindicatos de colunistas de opinião associados às suas ideias.

A mídia internacional, repercutida no Brasil, deu mais destaque ao protesto de intelectuais e políticos pelo mundo contra a lei húngara e o fechamento da CEU, alegando, entre outras coisas, que essa universidade tem sido responsável pela formação de muitos políticos europeus.

Victor Orban, que é declarado inimigo de Soros, assegurou que o futuro da prestigiada universidade dependerá das negociações e acordos entre Budapeste e Washington.

Informações: Breitbart, IstoÉ, Agência EFE

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