O que acontece quando uma lei incentiva a ter armas

Com cerca de 33 mil habitantes, a cidade americana de Kennesaw teve apenas um assassinato nos últimos seis anos, junto a uma taxa de crimes violentos inferior a 2%, muito abaixo da média nacional que é de 5%.

Localizada no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, a cidade de Kennesaw é famosa por possuir uma lei local muito peculiar: a obrigatoriedade da posse de armas. O texto da lei é claro: “Todo chefe de família que reside nos limites da cidade é obrigado a possuir uma arma de fogo”. Segundo relatos dos moradores locais à CNN, a lei surgiu como uma declaração política, um protesto contra a proibição de armas que vigora na cidade de Morton Grove, Illinois, desde 1982.

revista estudos nacionaisSendo uma cidade peculiar, Kennesaw já recebeu ligações de todo o país, inclusive da Noruega, perguntando sobre a lei de armas da cidade.

Na mesma reportagem da CNN, um morador ainda disse: “as pessoas procuram o local com muita curiosidade, pensando que vivemos num Oeste Selvagem, onde as pessoas andam com armas de fogo amarradas aos seus lados, mas acabam descobrindo algo totalmente diferente e tendo sempre a reação: ‘oh, não é o que eu esperava’.”

A proposta do desarmamento no Brasil

No Brasil, as campanhas pelo desarmamento vão contra a opinião da maioria da população, que em 2005 disse “não” à proposta em um plebiscito com unanimidade. Bene Barbosa, um dos principais ativista contra a ideia de desarmar a população, defende o direito à legitima defesa baseado na observação já feita em muitos países do mundo, de que a criminalidade diminui nos lugares com direito à posse ou porte de armas.

No seu livro, escrito com Flávio Quintela, Mentiram para mim sobre o desarmamento, os autores demonstram as falácias do ativismo desarmamentista e suas distorções de dados para justificar a proibição total das armas. Atualmente, o candidato à presidência Jair Bolsonaro tem crescido nas pesquisas ao atacar a questão da segurança no país com mais de 60 mil homicídios por ano. Uma das proposta do candidato é armar os produtores ruais com fuzis AR-15 para defender contra as invasões de movimentos de extrema-esquerda como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra.


fontes:

[1] Spotnik

[2] CNN

Coreia do Norte poderá dialogar com EUA e suspender testes nucleares

Segundo informações da agência de notícias sul-coreana Yonhap na manhã desta terça-feira (06/03), a Coreia do Norte se mostrou disposta a dialogar com os EUA, enquanto durar o diálogo com o vizinho sul-coreano. O diálogo poderá incluir o desarmamento nuclear e o fim dos testes balísticos.

O anúncio veio depois de o líder norte-coreano Kim Jong-un participar de um encontro histórico com a delegação sul-coreana, na sede do Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte. A reunião durou quatro horas e foi a primeira reunião entre autoridades dos dois países em mais de 10 anos.

Chung Eui-yong, conselheiro do presidente sul-coreano Moon Jae-in, revelou, em entrevista à CNN, que a Coreia do Norte expressou grande disposição para acabar com suas armas nucleares caso a segurança do país esteja garantida.

“A Coreia do Norte deixou claro seu desejo de desnuclearizar a península coreana e o fato e que não há razão para manter seu programa nuclear se as ameaças militares contra o Norte foram resolvidas e o regime estiver seguro”, disse Chung.

A Coreia do Norte também anunciou nesta terça-feira (06) que está disposta a estabelecer um diálogo direto com os EUA, prometendo suspender os testes nucleares enquanto as conversas estiverem em andamento.

Por fim, Donald Trump, no Twitter, afirmou: “Possível progresso nas conversas com a Coreia do Norte. Pela primeira vez em muitos anos, um tremendo esforço está sendo feito por todas as partes envolvidas. O mundo está observando e esperando! Pode ser que seja uma falsa esperança, mas os EUA estão prontos para se movimentar fortemente na direção que for preciso!”

Informações da agência sul-coreana Yonhap.


[1]  Exame

[2] G1

ONG financiada por Soros fornece livretos que ensinam imigrantes a entrar ilegalmente na Europa

Os livretos ensinam como evitar as autoridades e indica quais são as melhores zonas de fronteira para acesso ilegal. Segundo o Assessor de Segurança da Hungria, os livretos estão sendo publicados através de uma ONG financiada pelo bilionário George Soros

Na última terça-feira (27), György Bakondi, Assessor de Segurança da Hungria, relatou através da TV estatal húngara que uma ONG alemã, cujo nome não fora mencionado, vem fornecendo informação aos migrantes sobre os melhores métodos e caminhos para alcançar o solo europeu de forma ilegal, bem como instruções sobre como enganar as autoridades e eludir os sistemas de segurança nas fronteiras.

“Isso é prejudicial, perigoso e pode gerar grandes repercussões”, disse Bakondi. “A imigração ilegal em massa que enfrentamos não é espontânea, mas está sendo administrada de forma organizada”.

“O fato de que tanto a União Européia quanto a ONU estarem preparando documentos que consideram a imigração ilegal como uma coisa boa, a qual deve ser apoiada no futuro, é um problema. Eles não estão falando sobre os perigos e os efeitos negativos […]”, continuou Bakondi.

Ainda, no último mês, num relatório sobre ONGs e grupos humanitários, o secretário de Estado da Hungria, Zoltán Kovács, escreveu: “Os húngaros não serão enganados pelas maquinarias de relações públicas de organizações não-governamentais que se escondem como instituições de caridade. Os cidadãos sabem que cruzar uma fronteira ilegalmente não é um direito humano e o ato de ajudar e incentivar a imigração ilegal não é humanitário “.

Por fim, apesar da Hungria estar fazendo todo o possível para evitar a imigração ilegal, as mídias convencionais estão tentando, de todas as formas, abafar a voz do governo húngaro e taxar o país como xenófobo e racista.


Fontes:

[1] abouthungary.hu

[2] newswars.com

Caça Russo é derrubado na Síria e piloto é assassinado

“A aeronave foi derrubada por um sistema de mísseis antiaéreo portátil”, disse o Ministério da Defesa da Rússia

O incidente ocorreu no último sábado (03), e o Ministério da Defesa da Rússia já revelou informações sobre o caso, dizendo que a aeronave teria sido abatida com a ajuda de um sistema de defesa aéreo-portátil. O piloto sobreviveu à queda, mas foi morto durante uma briga com os terroristas.

“O piloto solicitou um resgate em uma área controlada pelos rebeldes Jabhat al-Nusra. Entretanto, em meio a uma briga com os terroristas, o piloto foi assassinado.”

revista estudos nacionais“O avião estava voando em torno da zona de Idlib”, disseram os militares. E, de acordo com o Ministério russo, a Rússia e a Turquia são as responsáveis por garantir a paz na zona de Idlib, na Síria, e estão fazendo todo o possível para que os rebeldes devolvam o corpo do piloto morto.

Em dois anos de operação militar na Síria, a Rússia já perdeu quatro aeronaves e quatro helicópteros. De acordo com o ministro da defesa russa, Yury Borisov, as forças aéreas estão usando aviões de ataque terrestre Su-25SM, todos modernizados.

A aeronave de ataque Su-25 foi projetada para destruir objetos terrestres móveis e fixos de pequena área, bem como alvos aéreos de baixa velocidade.


Escrito e traduzido por: Raul Effting.

Fonte: Sputnik News

Vaticano e as consequências da excomunhão de corruptos e mafiosos

Há décadas utilizando-se dos símbolos e bispos da Igreja, a máfia siciliana declarou guerra ao Vaticano e a Francisco. A condenação à máfia pela Igreja promete não retroceder e estuda formas de ampliar a excomunhão aos corruptos e mafiosos, não apenas na Itália. No Brasil, a excomunhão devia preocupar os padres e bispos “defensores dos pobres” e dos condenados pela Operação Lava-Jato.

Em junho de 2014, em um discurso na região da Sicília, o Papa Francisco excomungou publicamente os integrantes da máfia italiana Ndrangheta, após a comoção italiana diante de um atentado da máfia que vitimou uma criança. Desde João Paulo II, o Vaticano tem feito declarações e ataques à máfia e sua relação com o clero. Nunca havia sido proferida, porém, uma excomunhão pública e coletiva.

revista estudos nacionaisA organização que desde a Segunda Guerra tem relações promíscuas com membros do clero, começou a ser rechaçada em 1993, pelo Papa João Paulo II, depois da qual a Itália viu sucessivos atentados à bomba, com dezenas de vítimas, às portas de igrejas em diversos lugares do país. Na ocasião, disse o então pontífice, em Agrigento: “mafiosos, convertam-se, um dia chegará o julgamento de Deus”. O Papa Bento XVI também chegou a criticar a máfia e alfinetar a relação escandalosa com bispos e cardeais da Sicília, ao dizer: “É preciso ter vergonha do mal, do que ofende a Deus e ao homem, é preciso ter vergonha do mal que fere a comunidade civil e religiosa com ações que não suportam a luz do dia”.

Francisco, porém, em junho de 2014, foi mais claro e incisivo: “A Ndrangheta é a adoração do mau, o desprezo do bem comum. Tem que ser combatida, afastada. Isso nos pedem nossos filhos, nossos jovens. E a Igreja tem que ajudar. Os mafiosos não estão em comunhão com Deus. Estão excomungados”.

Após o ocorrido, uma procissão organizada pela própria máfia, na qual levavam uma imagem da Virgem Maria, prestaram reverência diante da casa de um dos mais importantes membros da Ndrangheta, que cumpre prisão domiciliar devido a problemas de saúde. Na ocasião, a polícia italiana abandonou a escolta que fazia ao evento, diante de clara provocação. Mas a provocação era ao papa que os havia excomungado.

A excomunhão que alcança o mundo

A partir de 2016, o Vaticano começou a fazer um estudo aliado a outras organizações, para ampliar formas de condenação pública à corrupção e máfia, incluindo a aplicação da excomunhão de mafiosos e corruptos da Igreja. Segundo Nicola Gatteri, procurador e autor de livros sobre a máfia italiana, um dos efeitos da declaração do Papa tem sido o aumento das declarações e ações públicas por parte de cardeais e arcebispos, padres e lideranças da Igreja, contra a máfia e a sua relação com o clero.

Em agosto de 2017, o Vaticano anunciou que criará uma “rede internacional” para combater a máfia e a corrupção espalhadas pelo mundo. A decisão vem na sequência de uma reunião sobre os temas, realizada no dia 15 de junho, pela Consulta sobre a Justiça do Dicastério para o Desenvolvimento Humano Integral.

De acordo com especialistas no poder e meios de ação mafiosos na Itália, a guerra empreendida contra Francisco se daria em várias frentes, uma delas na mídia, pela qual tentariam criar uma imagem negativa do papa diante dos católicos.

Excomungados brasileiros

No Brasil, bispos e sacerdotes confessam publicamente o seu apoio aos partidos e políticos, personalidades e intelectuais ligados à máfias políticas como o PT. Os tentáculos da Ndrangheta no Brasil ficaram evidentes em uma operação da Polícia Federal que funcionou dentro da Operação Lava-Jato e apurou relações da máfia italiana com o contrabando de cocaína para a Europa, envolvendo o doleiro Alberto Youssef e a doleira gaúcha Maria de Fátima Stocker. operações mafiosas ocorridas nos portos de Santa Catarina. No mês de janeiro, durante o 14º Intereclesial das Comunidades Eclesiais de Base, em Londrina, bispos participaram de um verdadeiro comício político em apoio público ao ex-presidente Lula, que estava sendo julgado, naquele momento, em segunda instância em Porto Alegre.

No evento, os realizadores promoveram um minuto de silêncio contra a condenação do ex-presidente, acusado de lavagem de dinheiro e corrupção ativa.

Leia a matéria com a história completa na segunda edição da Revista Estudos Nacionais, em março. Assine!

 

 

 

Teste de escudo anti-míssil dos EUA falha no Havaí

revista estudos nacionaisDiante dos jogos olímpicos de inverno que ocorrerão na Coreia do Norte, militares mantiveram-se em silêncio sobre o fracasso dos testes

Na última quarta-feira (31), um teste de defesa contra mísseis, realizado no Havaí, falhou, confirmaram funcionários do governo americano.

Em um comunicado emitido na quinta-feira (01), a Agência de Defesa de Mísseis dos Estados Unidos declarou que o interceptor lançado de Kauai, no Havaí, não conseguiu interceptar o alvo de teste.

“O principal objetivo do teste foi interceptar um alvo de míssil balístico com alcance intermediário lançado pelo ar”, disse o comunicado. “No entanto, o objetivo não foi alcançado”.

O Pentágono inicialmente recusou-se a reconhecer o fracasso após os relatórios que surgiram na mídia, durante a quarta-feira, e somente admitiu que um teste havia ocorrido.

“A Agência de Defesa de Mísseis e os oficiais da Marinha dos Estados Unidos que utilizam o Complexo de Teste de Defesa de Mísseis Aegis Ashora (AAMDTC) realizaram um teste de voo utilizando um míssil padrão (SM) – 3 Bloque IIA, que foi lançado a partir do Centro de Mísseis do Pacífico, Kauai, Havaí, quarta-feira de manhã”, disse o porta-voz da defesa, Mark Wright, à Reuters.

Contudo, os especialistas permanecem céticos a respeito da eficácia de tais projéteis de interceptação, uma vez que o Aegis possui uma taxa de sucesso de 83% contra mísseis de alcance médio, mas como esses testes são feitos em condições favoráveis, provavelmente os interceptadores não obterão o mesmo resultado num cenário real. Outros componentes do escudo anti-mísseis dos EUA, como o sistema de defesa do meio ambiente (GMD), fincados no solo, mostraram apenas uma taxa de 55% de sucesso.

O teste da última quarta-feira surgiu em meio a vários relatórios, confirmando que a administração Trump está se preparando para um possível conflito com a Coreia do Norte. No entanto, a administração Trump afirma que, embora as opções militares permaneçam na mesa, a campanha contra o programa de armas nucleares da Coreia do Norte continua sendo o seu foco, na forma de um esforço diplomático.


Escrito e traduzido por: Raul Effting.

Fontes:

[1] CNN

[2] Infowars

Hungria quer banir George Soros do país

revista estudos nacionaisNesta quarta-feira (17) o governo da Hungria começou a estudar a possibilidade de banir o bilionário húngaro George Soros do país, já que ele é um dos principais financiador de imigração e de movimentos de subversão cultural.

Segundo o site de notícias húngaro 444.hu, vários políticos do maior partido político da Hungria, o Fidesz (União Cívica Húngara), estão interessados na criação de uma lei “anti-Soros”. Entretanto, o Ministro do Interior, Sandor Pinter, disse que o banimento de Soros da Hungria é algo impossível, porque o empresário é um cidadão húngaro.

Em uma coletiva de imprensa, na última terça-feira (16), o diretor de comunicações do Fidesz informou que o conselho nacional do partido aderiu à rejeição da população a Soros. Recentemente, o conselho do país rejeitou a tentativa de transformar a Hungria em um país de imigrantes, informou Balazs Hidveghi. O partido pediu ao governo que usasse todos os meios necessários para interromper a implementação dos planos de George Soros (‘Plano Soros’), colocando restrições legais, se necessário, sobre as atividades de imigração e a disseminação de outros tópicos da agenda do bilionário, acrescentou.

Soros é conhecido por financiar movimentos de esquerda e entidades não-governamentais pelo mundo todo. Controla os maiores jornais do mundo por meio de sua ONG Open Society e o Project Syndicate

No ano passado, o governo decretou o fechamento da Universidade Centro-Européia, criada por Soros. O bilionário também tem feito uma campanha contra o que chamam de desafeto seu, o primeiro-ministro Victor Orban, que diz ser seu inimigo declarado.


Escrito e traduzido por: Raul Effting

fontes:

[1] The Hungary Journal

[2] 444.hu

“Precisamos fortalecer as fronteiras”, diz chanceler da Áustria a Angela Merkel

Na última quarta-feira (17), o Primeiro Ministro da Áustria, Sebastian Kurz, durante conferência com Angela Merkel, pediu para que a União Europeia fortificasse suas fronteiras a fim de solucionar a crise causada pelos imigrantes.

“Estou convencido de que a solução para o problema da migração reside na gestão adequada das fronteiras e numa maior maior assistência local”, disse Kurz à Merkel.

“Precisamos de uma União Europeia que se concentre mais nos grandes problemas e que deixe de lado as pequenas questões nas quais as nações ou regiões podem decidir melhor  por si mesmas”, continuou.

A decisão de Angela Merkel de abrir as fronteiras alemãs aos milhões de imigrantes vindos do Oriente Médio e do Norte da África provocou um enorme debate sobre imigração, soberania nacional, terrorismo e segurança nas fronteiras, resultando numa reviravolta ‘populista’ que atravessa a Europa.

Kurz, de 31 anos, membro do Partido Popular da Áustria, tornou-se o líder de nação mais jovem do mundo após ter sido eleito como chanceler da Áustria.


Escrito e traduzido por: Raul Effting

fontes:

[1] Inforwars

[2] Politico.eu

Vídeo mostra Óscar Pérez sendo cercado por tropas venezuelanas

Na última segunda-feira (15), foi divulgado um vídeo feito com celular pelo opositor do governo da Venezuela, Óscar Pérez. Óscar é ex-policial, e liderava um grupo de oposição ao governo. Ele se tornou conhecido ano passado, quando comandou uma grande rebelião contra o presidente Nicolás Maduro.

O vídeo foi feito, aparentemente, pelo celular do próprio Óscar e mostra a casa em que ele e um grupo de civis estavam escondidos. Na filmagem, eles tentam se render, mas as forças de segurança venezuelanas não cessam em atirar.

Em vários momentos, Óscar diz: “Nós vamos nos render, parem de atirar.”

Após o cerco de segunda-feira, o paradeiro de Pérez era desconhecido, entretanto, o Ministério do Interior venezuelano anunciou nesta terça (16) que o policial dissidente foi morto.

revista estudos nacionais

No dia 27 de junho de 2017, Pérez e outros homens não identificados sobrevoaram a cidade de Caracas em um helicóptero da polícia, lançando granadas contra o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) e disparando tiros contra o Ministério do Interior, mas sem deixar vítimas. O fato se deu em resposta à onda de protestos que fora reprimida pelo governo Nicolás Maduro, deixando 125 mortos entre abril e julho de 2017. Desde então, Óscar publicou vários vídeos nos quais diz lutar contra a “narcoditadura” venezuelana.

Muito já se sabe sobre o envolvimento das ditaduras socialistas latino-americanas com o tráfico de drogas, inclusive, em reportagem anterior, é possível encontrar informações sobre a prisão dos sobrinhos de Maduro nos EUA por tráfico de drogas e, também, sobre o Foro de São Paulo, organização criada por Lula e Fidel Castro, responsável pela ditadura venezuelana e que possui ligação direta com as Farc.


Escrito por: Raul Effting

fontes:

[1] G1

[2] G1

[3] Terra

Críticas à Igreja e crise política marcam visita do Papa a Chile e Peru

Diversos ataques a igrejas católicas ocorreram nos últimos dias na capital Santiago, desde que foi anunciada a visita do Papa Francisco ao país. Um dos ataques incluía um explosivo e um aviso: “Francisco, a próxima bomba estará na tua túnica”. O governo chileno garante, porém, toda a segurança do líder da Igreja Católica. As visitas ao Chile e ao Peru ocorrem em plena onda de protestos pela nomeação do padre Juan Barros como bispo de Osorno, apesar das acusações de que facilitou e encobriu os abusos sexuais a adolescentes do sacerdote e do seu antigo mentor Fernando Karadima. No Peru, o pontífice também aparece em um momento delicado: a crise política desencadeada pelo indulto do presidente Pedro Pablo Kuczynski a Alberto Fujimori.

O pontífice deve chegar nesta segunda-feira (15) à capital Santiago, onde se reunirá com a atual presidente Michele Bachelet e o presidente recém eleito Sebastián Piñera. O Chile é o país da região mais afetado pelas denúncias de crimes sexuais de padres e isso afetou a credibilidade da Igreja – que era elevada pela defesa da justiça e dos direitos humanos durante a ditadura de Pinochet (1973-1990). A recente nomeação do bispo Juan Barros como bispo de Osorno, causou enorme indignação entre os chilenos e grandes protestos. Diante dos protestos, o próprio Papa chegou a manifestar que os habitantes da cidade de Osorno estão dando ouvidos a políticos.

Uma sondagem do Latinobarómetro revelou que o número de chilenos que se consideram católicos caiu para 45% no ano passado face aos 74% em 1995.

No Peru a situação não é melhor. Recentemente, o Vaticano assumiu o controle de uma entidade católica cujo fundador, o leigo Luis Figari, é acusado de abusos sexuais e físicos a menores e antigos membros da entidade.

Mas a crise política que ocorre no país foi desencadeada pelo indulto do presidente de direita Kuczynski ao antigo presidente Fujimori. O ex-presidente, com 79 anos, cumpriu menos de metade da condenação a 25 anos por corrupção e crimes contra os direitos humanos durante os seus mandatos (1990-2000). Foi indultado por razões de saúde na véspera de Natal pelo presidente, depois de este escapar a um processo de destituição no Congresso por ligações com a construtora brasileira Odebrecht (que distribuiu subornos pela região). O indulto foi possível graças à abstenção de dez deputados fujimoristas. Muitos peruanos ainda apoiam o ex-presidente, considerando que ajudou a pacificar o Peru e recuperou a economia.