Quem é Mark Weinstein, criador do MeWe – parte 1

revista estudos nacionaisCriador da nova rede social MeWe, Mark Weinstein, escreve em  veículo ligado a George Soros e diz que sua rede não possui anúncios, monitoramento, captação de dados e manipulação.

Após muitas reclamações e acusações de censura e exposição no Facebook, um sujeito chamado Mark Weinstein, profissional na criação de redes sociais, resolveu criar um site especialmente direcionado para zelar pela segurança e privacidade dos usuários. O MeWe não possui anúncios, nem monitoramento dos usuários ou captação de dados.

Weinstein já era conhecido nos Estados Unidos por ser um grande especialista em privacidade cibernética. Inclusive, já deu entrevistas para o USA Today e para CNN, escrevendo também para o The Huffington Post sobre o tema. Mark Weinstein também possui diversas críticas contra o monitoramento e uso de dados realizado por empresas como o Facebook e o Google, acreditando que a privacidade é algo essencial e veio a se tornar um bem de muito valor no mundo atual, constituindo um dos principais motivos para que as pessoas deixem de usar redes sociais.

Fatos importantes sobre o criador do MeWe
Chama atenção o fato de Mark ser colunista de um site abertamente de esquerda,  The Huffington Post, que inclusive conta com apoio de George Soros. Em sua coluna, fala sobre sua especialidade, privacidade nas redes sociais. Alguns de seus textos tratam a “problemática da Fake News” no Facebook, em suposição de uso de Fake News pelo Presidente Donald Trump, citando por exemplo, o caso da certidão de nascimento do ex-presidente Obama (que na visão de Weinstein, é fake news).

Weinstein também trabalhou em um projeto criado pelo ex-presidente Barack Hussein Obama, fundado em 2011,  chamado National Strategy for Trusted Identities in Cyberspace (NSTIC). Este comitê, ligado diretamente à Casa Branca, foi criado com objetivo de melhorar a privacidade e segurança na internet, em parceria com setor privado, movimentos, terceiro setor,  governos e outras organizações. Não há como negar que o criador do MeWe entende de segurança online.

precisamos-falar-sobre-aborto-livro-pacote-1-exemplarEm outro artigo, Mark Weinstein analisa recentes problemas de censura no Facebook, descrevendo como uma grande violação de privacidade e censura o fato do Facebook ter retirado tópicos conservadores da linha do tempo de usuários, propositalmente, por conter uma equipe de liberais administrando suas políticas de privacidade. Mas pondera a importância do tratamento de Fake News de forma distinta.

Em seu Twitter, Mark Weinstein faz propaganda de que sua rede social não contém manipulação de linha do tempo, fake news, anúncios, reconhecimento facial e truques, mostrando que a nova rede social aposta na falência da credibilidade do Facebook e na insatisfação dos usuários diante destes problemas.

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Segundo o criador do MeWe, ele poderá ultrapassar o número de usuários do Facebook, uma vez que o mesmo estaria perdendo usuários continuamente. No último ano, por exemplo, houve uma queda de 21% de engajamento, ou seja, na comunicação entre amigos na rede. O Facebook só se preocupa com a receita deles, algo ainda crescente, entretanto, há sempre espaço para a próxima grande coisa. O WhatsApp, Snapchat e Instagram provaram isso, entretanto, o Facebook comprou as marcas, não conseguindo, apenas, comprar o Snapchat.

Diante de ligações de Mark Weinstein com The Huffington Post (e consequentemente George Soros), surgem dúvidas a respeito da propaganda utilizada pelo fundador da nova rede social. Afinal, o melhor upgrade para um  programa de manipulação será sempre a proposta ou alegação da libertação do sistema manipulador descoberto, no caso, o Facebook.

Em tempos de Fake News (rótulo descredibilizador), a reconquista da credibilidade da internet parece ter tirado o sono daqueles que ganham bilhões manipulando mentes, movimentos sociais e governos.


Por: Marlon Derosa, Cristian Derosa e Raul Effting, em Estudos Nacionais, 08 de fev. 2018.

Fontes:Huffington Post – Mark Weinstein; media research center

Força Aérea Americana bate recorde de bombas lançadas num único ataque durante conflito contra o Talibã

revista estudos nacionais“O novo método demonstrou como serão as próximas guerras”

Na última terça-feira (06), um ataque realizado através de um bombardeiro B-52 Stratofortress, bombardeiro de maior porte dos Estados Unidos, bateu um novo recorde em quantidade de bombas utilizadas num mesmo ataque, o qual foi realizado contra o Talibã, no Afeganistão.

Quebrando o recorde anterior, estabelecido em novembro, o bombardeiro americano lançou 24 bombas guiadas com precisão durante uma campanha aérea de 96 horas contra um treinamento do Talibã e instalações de narcóticos no Afeganistão. A configuração de bordo do B-52 permitiu que os terroristas fossem completamente eliminados.

“Os talibãs não têm onde se esconder”, disse o General John Nicholson, durante um comunicado. “Não haverá refúgio seguro para qualquer grupo terrorista”, continuou.

Com a derrota do Estado Islâmico no Iraque, os Estados Unidos estão constantemente movendo tropas do Iraque para o Afeganistão, a fim de acabar, também, com o Talibã.


Escrito e traduzido por: Raul Effting

fonte: Daily Caller

MPF notifica Forças Armadas para que recrutem transexuais

revista estudos nacionaisNa última sexta-feira (12), o Ministério Público Federal emitiu uma carta de recomendação para que o Exército, a Aeronáutica e a Marinha passem a recrutar militares transexuais em seus efetivos. O documento de caráter extrajudicial foi emitido pelos procuradores Ana Padilha e Renato Machado, que deram um prazo de 30 dias para que as Forças Armadas adotem a recomendação. Caso as Forças Armadas não cumpram o pedido, os procuradores ameaçaram tomar medidas judiciais.

A carta de recomendação também citou um inquérito civil realizado em 2014, que teve por meta investigar possíveis violações dos direitos humanos nas Forças Armadas que, supostamente, estariam reformando os militares de acordo com a orientação sexual, alegando incapacidade para o serviço militar.

Homossexualidade compromete a eficiência das Forças Armadas?

Em 2010, o general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho causou controvérsias ao dizer que o serviço militar não é compatível com a homossexualidade e que os gays deveriam procurar outras profissões. O fato se deu mais de um ano após o sargento Laci de Araújo ser preso por ter relações com um colega de profissão.

Segundo o general Raymundo, a homossexualidade compromete a capacidade que o militar possui de liderar.

“O indivíduo não consegue comandar. A tropa fatalmente não vai obedecer. Isso está provado. Não sou contra o indivíduo ser assim. Só que se ele é, talvez haja outro ramo de atividade que possa desempenhar”, disse. O general também informou que há gays nas tropas, mas que são tolerados por manterem discrição sobre sua orientação. “Nós sabemos que existem, mas não sabemos quem. Se ele mantém a dignidade, honra a sua farda e não há conhecimento oficial, não vejo problema.”1

O general também falou da Guerra do Vietnã:

“Tem sido provado mais de uma vez, o indivíduo não consegue comandar. O comando, principalmente em combate, tem uma série de atributos, e um deles é esse aí. O soldado, a tropa, fatalmente não vai obedecer. Está sendo provado, na Guerra do Vietnã, tem vários casos exemplificados, que a tropa não obedece normalmente indivíduos desse tipo.”2

Reconhecidamente, as FA possuem 30 militares homossexuais, entretanto, a maioria opta pela discrição e prefere não ser reconhecido.3

Homossexualidade nos exércitos ao redor do mundo

Movimentos pelos direitos LGBT por todo o mundo têm reivindicado direitos à identidade pública baseada em suas preferências sexuais, o que não existia até bem pouco tempo. Militares e até religiosos que tinham orientações sexuais diferentes simplesmente optavam pela discrição, evitando conflitos.

Em 2017, o presidente Donald Trump proibiu o recrutamento de transexuais. Segundo o presidente, os militares não podem arcar com ‘os enormes gastos médicos e a distração’ que os transexuais causam e recomendou que os insatisfeitos ligassem para Casa Branca.

Segundo o Departamento de Defesa Americano, existem por volta de 5 mil transgêneros entre os 1.3 milhões de soltados na ativa nos Estados Unidos. Entretanto, eles apenas declaram sua orientação sexual após o começo do serviço militar.4


Fontes:

[1] Gazeta do Povo

[2] G1

[3] G1

[4] O Globo

Bestas rudes do novo conservadorismo

Por Victor Bruno

Qual besta rude, vinda enfim sua hora,
Arrasta-se a Belém para nascer?
— W. B. Yeats, “A Segunda Vinda”

 Intelectualidade no Sol e na sombra

É difícil se falar de um conservadorismo no Brasil. Não só pelos motivos que conhecemos bem (preconceito catedrático, censura ideológica, dominância política de esquerda etc.), mas também por motivos mais delicados e sutis que merecem destaque e estudo; aqui não posso dar senão uma breve pincelada.

As idéias têm a vantagem de poder se desenvolver na escuridão e aridez, como provam as experiências de vida de figuras como Viktor Frankl, o psicólogo judeu prisioneiro em Auschwitz, e Alexander Soljenítsin, o dissidente do comunismo que transformou seu cárcere nos gulags em obra-prima da literatura. Também não podemos esquecer que o mais influente pensador de esquerda do século passado, Antonio Gramsci, compôs o grosso do seu pensamento dentro da cadeia de Mussolini.

Portanto, a idéia de direita — e a idéia conservadora —, não importando o cerceamento ideológico que reina aqui no império tupinambá, também pode aqui criar corpo. O muito comentado, pouco lido e ainda menos entendido Sir Roger Scruton, por ter uma relação muito especial com os países da antiga Cortina de Ferro, nos conta no primeiro capítulo de How to Be a Conservative (lançado no Brasil com o título Como Ser um Conservador, pela Record) a história de intelectuais em países dominados pelo regime comunista que, em meio ao horror vermelho, se reuniam em porões e pequenos apartamentos para dar prosseguimento às suas atividades intelectuais. Intelectuais como Béla Hamvas (foto), que, expulsos da universidade, tiveram que ir trabalhar como mão-de-obra sem qualificação em usinas de energia ou na lavoura. Esses pensadores, diz Scruton, estavam perfeitamente conscientes de que havia um problema muito maior do que o caos político vigente, havia algo ainda mais doloroso e traumático — um trauma de consciência. Esse, assim acreditavam, podia ser atenuado (mas não excluído) se houvesse uma chama de sentido acesa quando os regimes de esquerda fossem derrubados. E assim foi feito. O trabalho de consciência prosseguiu mesmo sob a sobra comunista. A Hungria e a República Tcheca, países visitados por Scruton, fizeram exatamente isso e se deram muito bem. Se hoje não nos referimos a essas duas nações como grandes potências econômicas, tampouco ouvimos falar deles como epicentros de crises políticas ou culturais. Budapeste e Praga, ao contrário do que diz o prefeito londrino Sadiq Khan, são duas metrópoles que não têm o flagelo do terrorismo açoitando suas costas.

Conservadorismo é mais que anti-esquerdismo

A idéia do conservadorismo transcende o momento político presente. Russell Kirk e Titus Burckhardt, para citar dois exemplos, já avisavam que o debate político do dia era uma parcela muito reduzida da abrangência magnânima que a idéia conservadora carrega. Se não há essa noção de transcendência, o potencial conservador se transforma em mero reacionarismo atávico e babão — e reacionarismo, ao contrário do conservadorismo, não tem nem um sentido abrangente de trabalho de oposição e muito menos um aparato de ordem transcendente em seu arcabouço. As posições que o reacionarismo toma — apesar de poderem ser manifestações de conservadorismo — são muitas vezes as mais fugazes possíveis e levam aos paradoxos mais curiosos.

O Brasil tem um grande movimento de fundo conservador (vocalizado em geral pelos mais jovens, como aponta Francisco Escorsim em seu recente texto na Gazeta do Povo) que por várias razões se enrijece e esfarela em mero reacionarismo. Sabemos que, baseado nas pesquisas sobre desarmamento, aborto, na popularidade do findo governo do moribundo (mas ainda influente) Partido dos Trabalhadores e em praticamente todas as idéias defendidas pelos partidos e agentes políticos de esquerda, o Brasil tem uma população que, em sentido genérico, pode se considerar como “conservadora” (e, no fundo, qual não é?). Mas não há uma organização a esse espírito. A população de impulso conservador fica à mercê da impressão mais fugaz, à mercê de hipnotizadores carismáticos com tendências messiânicas. O senso comum — destacado do conhecimento que só a cultura pode oferecer — nada pode contra um vampiro político propulsado pela força da mídia.

E aí está a chave do enigma. Como o Prof. Olavo de Carvalho insiste há décadas, a memória cultural brasileira foi raptada e não sobrou ninguém para servir nem mesmo de baú ambulante no deserto da ideologia. Para citar Escorsim de novo, o povo brasileiro está divorciado da sua cultura e do diálogo com os seus antepassados. Isso perverte toda a possibilidade de um conservadorismo que transcenda o momento político, já que não é possível que se aprofunde a visão fugaz que o momento fugidio nos apresenta.

Um exemplo: num cenário conservador, veria-se o tratamento que a direita auto-intitulada dispensa a Jair Bolsonaro com reticência, pelo menos. Reticência porque ver Bolsonaro como o messias político que precisamos é retornar à década de 2000, quando o país olhava Lula e seu crescimento econômico como a nossa tábua de salvação. Reticência porque messianismo político é o primeiro pecado que os desesperados cometem e é o asfalto da histeria política. E reticência porque já era tempo de saber que não basta colocar uma pessoa “de direita” na presidência de um país para sanar o delicado problema da dominação ideológica num país. Na verdade, não basta nem mesmo para sanar aqueles mais profundos, como corrupção e desmantelamento da máquina estatal. Quem não sabe disso é dorminhoco ou é cínico.

Essa é uma breve imagem do nosso conservadorismo. Nos falta o senso histórico e nos falta o senso cultural. O drama do conservadorismo brasileiro não se concentra na falta de jornais e publicações conservadoras, ou na falta de um partido que carregue esse nome e essa bandeira. O que realmente nos falta é o preenchimento da imaginação, que é a própria essência do esforço conservador.

É preciso que se preencha o “guarda-roupa da nossa imaginação moral”, para usar o famoso termo de Sir Edmund Burke, com as coisas que valham a pena ser preservadas, e esse é, acredito, um esforço sagrado. Para que se componha o guarda-roupa da imaginação moral é preciso que tenhamos um mundo inteiro nas nossas cabeças, e isso significa que precisamos saber profundamente sobre a maior das obras de Deus: a própria Criação. E é exatamente por isso que o conservador preza tanto pela manutenção das coisas: que pecado imenso é se esforçar para compreender a majestade da obra divina, somente para deixar que alguém que acredita saber mais do que Deus a destrua?

Só que nós, homens, temos um handicap. Nós não podemos, como Deus, conhecer as coisas em sua totalidade, tanto as coisas do futuro como as do passado. O homem só conhece as coisas que já foram feitas. Ou seja, temos que viver o passado através das crônicas e dos relatos do que se passou naquele momento quando aquelas ações eram executadas. Temos que abrir uma porta perceptiva para que se realize uma conexão fundamental com o melhor da nossa história — tendo a certeza de que esse trabalho não é para ser finalizado agora.

Logo se vê, portanto, que a tarefa conservadora é infinitamente complicada. O conservadorismo não foi inventado por um “Grande Simplificador”, um teórico que inventa um sistema de crenças no qual todo o funcionamento ideal do mundo está contido; o conservadorismo não foi inventado por ninguém. Talvez por isso seja tão difícil anunciar uma idéia conservadora para as massas: o pensamento conservador não oferece soluções e nem tem um plano; ele se desenrola no tempo, puxando o que há de bom no passado, tomando os grandes feitos como exemplo e preservando a liberdade para as gerações futuras. Antes de ver o mundo horizontalmente, o conservadorismo vê o mundo verticalmente, de cima a baixo, desde o topo do Logos até as profundezas do anticristo. No campo de imaginação conservador há só o drama da humanidade.

Uma esperança

É justamente a ausência desse espírito de meditação e imaginação que mencionei que nos impede de construir uma mentalidade — ou mesmo uma intelectualidade — conservadora no Brasil. (Claro está que mesmo que tivéssemos o espírito meditativo e a imaginação moral, ainda não estaríamos garantidos de que teríamos um conservadorismo poderoso. Não há receituário para as coisas da vida.)

Não é minha intenção criar uma prescrição médica para o lançamento de um conservadorismo verdadeiro no Brasil — de um conservadorismo que seja mais do que um batido tupinambá de antipetismo, idéias liberais austríacas e de conservadorismo anglo-saxão. Minha intenção é somente apontar algumas impressões de um movimento que ainda está em estado latente em nosso país e que precisa superar o simples e recalcitrante antipetismo de última hora (por mais que esse tipo de ação política tenha se tornado extremamente lucrativo desde 2013).

Mas no fim das contas, há uma esperança. Talvez esse desejo imediatista que há no coração do brasileiro de hoje o leve a fazer esse trabalho de investigação da realidade; talvez, chegando a fazer essa investigação, se perceba que existe um senso moral em cada um de nós que transforma a vida humana numa sinfonia de desejos, ações, esperanças e sonhos. Que o destino do homem é servir ao próximo, perdoar e estabelecer um amanhã que não seja ideal, mas livre, e que dessa liberdade germine o melhor possível dentro das nossas capacidades e dentro do mundo que nossos pais deixaram.

Conservadorismo é mais que usar gravata e andar de barba feita: conservadorismo é um compromisso do indivíduo com a ordem transcendente da Criação. É a manutenção do contrato entre os vivos, os mortos e os que vão nascer. O conservadorismo é a própria preservação do sentido da Criação. Falta que entendamos isso e o caminho é terrivelmente longo. Ele não começa hoje: vem do ontem e vai para no fim dos tempos. Portanto, como somos parte — todos nós — do drama da humanidade, algumas coisas nunca mudam e preservam sua atualidade para sempre.

Censura: entenda o que está acontecendo nas redes sociais

Há muito se vem falando do crescimento da censura nas redes sociais, e acredite, ela realmente está acontecendo.

Pode-se dizer que a crescente censura é devido aos efeitos causados pela circulação de informação na internet, que abalaram as pernas de muitos poderosos ao redor do mundo, constituindo algo totalmente novo e inesperado. Por exemplo: através do Facebook, o povo Líbio se organizou para a derrubada do sangrento ditador Muammar al-Gaddafi, bilionário da indústria do petróleo; os brasileiros, através de páginas e grupos, deram início a inúmeros protestos que levaram ao Impeachment da ex-presidente Dilma Rouseff. Mas talvez o que mais enfureceu os globalistas e a mídia mundial tenha sido a sua grande derrota através da vitória do presidente americano Donald Trump, deixando mais do que claro o poder das redes sociais ao substituírem o próprio establishment midiático utilizando-se da divulgação de inúmeras notícias que são propositalmente ocultadas pelos jornais de propriedade dos bilionários.revista estudos nacionaisDe fato, o Facebook, o Youtube e a Google são empresas ligadas a esses bilionários, mas sua estrutura tomou proporções que fugiram do controle, levando a sua própria derrota. Então, surge a questão: ”como vamos controlar o negócio sem atrapalhar os nossos planos?”

Acontece que os métodos de controle já estão em ação. Basta perceber a quantidade de queixas e protestos de pessoas que acusam as mídias sociais, principalmente o Facebook,  de censurarem suas ideias, críticas, notícias e apagarem páginas e perfis pessoais.

Censura na Europa

Algo visível é o que está ocorrendo na Europa, não apenas os boicotes da União Europeia aos países que se recusam a receber imigrantes, mas a coordenação com os meios de comunicação para não mostrar ao mundo os efeitos da imigração.

Apenas para efeito de ciência, assista ao pequeno vídeo:

Parece que estamos na Síria, não é? Mas estamos na Alemanha, em Hamburgo!

E cenários como este não cessam de surgir:

Carros sendo incendiados em Paris.

Motim e confronto com a polícia em Paris.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O álbum é enorme e poderíamos mostrar centenas de fotos. Mas que parte disto está sendo noticiado por aí? Muito pouco ou, até mesmo, nada.

Talvez devêssemos voltar ao ano de 2015, quando, durante uma refeição, Mark Zuckerberg (CEO do Facebook) e Angela Merkel (Chanceler da Alemanha) foram pegos de surpresa com um microfone que gravou pequenos trechos de suas conversas.

Depois de Merkel ter perguntado a Zuckerberg sobre os posts ofensivos a respeito da crise dos refugiados, o CEO do Facebook disse: “precisamos trabalhar nisso”.

precisamos-falar-sobre-aborto-livro-pacote-1-exemplar“Você está trabalhando nisso?”, Perguntou Merkel.

“Sim”, o Sr. Zuckerberg teria respondido, antes que a transmissão fosse interrompida.

Também, no último dia 6 de  dezembro, o governo polonês, a fim de reivindicar sua autonomia, fez um vídeo informativo que, infelizmente, foi censurado pelo Youtube.

O vídeo aborda a crise vivida com os imigrantes e a falta e autonomia dos membros da União Europeia, posto que o bloco econômico está, literalmente, suprimindo as identidades nacionais dos países membros e chantageando-os para que recebam imigrantes. O título do vídeo é: “Europa, abra seus olhos e garanta o nosso direito” que, incrivelmente, foi marcado como “inadequado à idade”, e muitos recursos padrão do YouTube para o vídeo foram desativados, incluindo a seção de comentários, compartilhamento, incorporação de opções, contagem e avaliação do usuário.

Esse “estado limitado” do Youtube é conhecido como um purgatório virtual de conteúdo considerado “ofensivo” ou “extremista” pela grande mídia e meios de comunicação – como a “crise de refugiados” e toda a propaganda que a alimenta.

Concluindo: não são apenas pessoas que estão sendo censuradas, mas também as próprias nações, demonstrando que a situação é gravíssima.

Passeata Cristã na Índia

Índia: Cristãos são presos por cantarem músicas natalinas

No último domingo (17), dezenas de católicos foram presos pela polícia indiana enquanto cantavam canções de natal, informou o dailymail.

A polícia afirmou que, no total, 32 cristãos foram detidos no estado indiano de Madhya Pradesh. A acusação é de que os cristãos estariam convertendo muitos indianos.

Quando um grupo de sacerdotes foi à delegacia de polícia para indagar sobre o ocorrido, seu ônibus foi incendiado, supostamente por uma multidão pertencente a um grupo hindu, afirmou Theodore Mascarenhas, secretário-geral da Conferência Episcopal da Índia. O fato se deu quando a minoria cristã da Índia soou o alarme sobre um recente aumento dos ataques às igrejas e membros da fé.

revista estudos nacionaisOs cristãos acusaram os intransigentes hindus, que estão sendo encorajados pelo governo do primeiro-ministro Narendra Modi, de terem cometido o crime.

Em cinco estados indianos, incluindo o Madhya Pradesh, têm leis que exigem que os indivíduos obtenham permissão do governo para que possam se converter a outra religião, e induzir uma conversão ilegal pode significar uma prisão de até um ano.

Cristãos e Judeus são os mais perseguidos no Ocidente, diz estudo

Para cada 1256 ataques a judeus e 369 a cristãos, muçulmanos sofrem 185 ataques anuais

pesquisa mostra como cristãos e judeus estão entre os mais perseguidos no mundo

No dia 16 de novembro deste ano, o Escritório para Instituições Democráticas e Direitos Humanos (ODIHR), publicou um levantamento – avassalador – realizado em diversos países, dentre eles, participaram os Estados Unidos, Canadá, Europa e alguns da Ásia Ocidental, que uniu dados de mais de 125 organizações internacionais.

A pesquisa levantou que, para cada 369 ataques a cristãos, há 185 ataques a muçulmanos, ou seja, para cada 2 cristãos atacados apenas pela sua religião, 1 muçulmano é atacado. Isto foi de causar um enorme estranhamento, uma vez que a pesquisa tomou como pauta os países ocidentais, todos de origem cristã, e que possuem como religião predominante o cristianismo.

 E não acaba por aí: considerando as três grandes religiões abraâmicas, a menor em termos populacionais é também a mais perseguida: os judeus, com 1256 ataques anuais.

Talvez o mais o curioso tenha sido o fato de a pesquisa ser oriunda de uma instituição de Direitos Humanos, onde, geralmente, só se fala em islamofobia, homofobia e direito dos presidiários, portanto, uma fonte insuspeita.

Todavia, é possível observar esta realidade nas relações geopolíticas que predominam no mundo atual.

Os judeus, além de terem sido massacrados no século XX – 6 milhões de mortos pelo regime nazista-, são diariamente bombardeados por residirem em seu país, Israel, tanto literalmente – pelos terroristas palestinos do Hamas -, quanto pela grande mídia e todo o tipo de mainstream predominante.

E, como se não fosse coincidência, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter reconhecido Jerusalém como a capital de Israel, o ex-presidente ‘americano’, Barack Hussein Obama, fez uma declaração em que, por alusão, comparou o governo de Trump ao de Adolf Hitler. Obama disse que devemos “cultivar o jardim da democracia”, lembrando que, na época de Hitler, tudo estava indo bem, até que virou um caos. Ora, proteger o povo perseguido pelos nazistas é ser nazista? Parece que, para o senhor Obama, o cinismo não tem limites. Soa ainda mais estranho vindo de alguém que pertence a um partido apoiado, no passado, pela Ku Klux Klan.

Sobre o genocídio anual de cristãos ao redor do mundo

Ainda, vale ressaltar o genocídio anual de cristãos ao redor do mundo, que são assassinados apenas por serem cristãos. Em 2013, o Monsenhor Silvano Maria Tomasi, observador da Santa Sé, na ONU, denunciou através da rádio do vaticano que mais de 100 mil cristãos são assassinados por ano, principalmente no Oriente Médio e na Ásia, porém, as Nações Unidas quase não tocam no assunto, muito menos a grande mídia e o ‘beautiful people’, os quais dizem se preocupar tanto com direitos humanos e guerras. O Monsenhor também relatou que recebeu informações de que diversos padres ortodoxos estariam sendo executados e torturados na Síria, em Aleppo, onde também, seguidores de outras correntes do cristianismo estariam sendo obrigados a renunciar a sua fé e destruírem seus locais de culto.

Após a declaração feita por Tomasi, o secretário do Conselho Pontifício para a Justiça e a Paz, o arcebispo Maria Toso, durante uma conferência, fez uma crítica à reação ocidental perante a perseguição dos Cristãos, dizendo que a discriminação não deve ser combatida somente para grupos específicos, mas também a que os cristãos enfrentem; a maioria, em seu próprio país.

foto mostra cristão perseguidos no mundo

Cristão crucificado na Síria

Concluindo, existem apenas duas hipóteses: a primeira é que os governos do ocidente estão mais preocupados com palavras que ofendem do que com assassinatos reais, demonstrado o descaso que é feito com o genocídio de cristãos e a importância que é dada a um apelido pejorativo, que pode configurar crime inafiançável no Brasil; a segunda, é que os grupos defendidos são selecionados a dedo, como pretexto para censurar os cristãos e às bases culturais da civilização ocidental, ignorando os que, prioritariamente, deveriam ser socorridos, posto que pertencem a um grupo de risco MUITO superior.

 

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coca-cola-ideologia-de-genero

Quem está por trás das campanhas da Coca-Cola com ideologia de gênero

Certamente a campanha de propaganda de final de ano da Coca-Cola que leva a imagem da drag queen Pabllo Vittar nas latas de refrigerante não agrada a grande maioria da população brasileira. A Coca-Cola fez outra campanha nessa linha no “Dia do Orgulho LGBT”, em junho desse ano, com a frase: “Essa Coca-Cola é Fanta sim, e daí?“. Diante desse tipo de postura empresarial, mais uma vez, surge a pergunta:

Por que uma empresa faria uma campanha de marketing que vai contra a matriz cultural de seu mercado alvo?

Lembro-me das aulas de marketing. A Coca-Cola foi analisada, em sala da aula, por ter grande sensibilidade com a cultura local dos diversos mercados em que atua. Certa vez, por conta do festival de Parentins, no estado do Amazonas, a empresa chegou a fabricar latas na cor azul, para ser agradável a uma parcela daquela comunidade. Essa e outras campanhas ilustravam uma máxima que deveríamos aprender, sobre estratégia empresarial: “pensar globalmente, agir localmente”.

Acionista chave da Coca-Cola

Warren Buffett possui nada menos do que 16.7 bilhões de dólares em ações da Coca-Cola.  Nos últimos anos tem ficado evidente quais são as agendas que Buffett busca incentivar. Em 2015, ele colocou 215 milhões de dólares em grupos pró-aborto. O LifeSiteNews conseguiu apurar que entre 2003 e 2014, Buffett subsidiou a Planned Parenthood, a maior clínica de abortos do mundo, em pelo menos 440 milhões de dólares. Também destinou 2.2 bilhões de dólares para a Fundação Bill e Melinda Gates, que atua na distribuição de medicamentos abortivos e contraceptivos em diversos países do mundo.

Buffet também tem sua própria fundação, que leva o nome de sua primeira esposa: Susan Thompson Buffett Foundation (Fundação Susan Thompason Buffett).

As ações desenvolvidas pela Fundação Susan Thompason Buffett fizeram Warren Buffett ser intitulado pela Bloomberg como o maior “ícone feminista”. Trata-se da terceira maior fundação dos Estados Unidos, atrás apenas de suas parceiras de agenda, a The Bill and Melinda Gates e a Ford Foundation. A Fundação Susan Thompson destaca-se também na distribuição gratuita, em escala global, de ‘contraceptivos’ DIU (Dispositivo Intrauterino). A Bloomberg destacou ainda o altíssimo investimento da Fundação em pesquisas acadêmicas nessa área.

Segundo o site InsidePhylanthropy, o mega-bilionário destina 99% de sua riqueza para causas filantrópicas. Desse montante, 83% se destina a Fundação Bill e Melinda Gates.  O motivo de destinar mais recursos para a fundação de Gates ao invés de suas próprias fundações é que Buffett teria ficado impressionado com a eficiência da Fundação Bill e Melinda Gates, na distribuição de medicamentos abortivos, contraceptivos e outras pautas da saúde reprodutiva ao redor do mundo, com foco especial na África.

revista estudos nacionaisAgenda Globalista

Para muitos empresários e profissionais bem intencionados, a frase “pensar globalmente e agir localmente”, aprendida na faculdade ou no MBA, significaria uma perspectiva de gestão que agrega uma visão estratégica integrada e internacional, com ações locais que permitam identificação dos valores de cada sociedade, para a satisfação das necessidades locais de cada país e sociedade, obviamente respeitando sua cultura. Tudo muito romântico e belo!
A verdade é que essa frase está longe de ser uma teoria de marketing. Trata-se de mais um slogan da estratégia globalista dos mega-capitalistas, que não estão nem um pouco preocupados com a satisfação das necessidades de cada sociedade ou com respeito de suas crenças, mas sim, com a engenharia social. Isso está evidente.

O verdadeiro significado desse slogan consiste em introduzir agendas globalistas em todas as sociedades, incluindo a expansão do acesso ao aborto, ideologia de gênero, feminismo, e consequentemente, obtém-se a destruição da família.

Tenho visto de forma recorrente como os livros de marketing tem servido, há décadas, aos objetivos de mega capitalistas e globalistas. Dentro de muitos livros, onde se esperaria encontrar teorias acadêmicas e conhecimento científico, encontram-se diversos produtos de marketing, vendidos como se fossem teorias acadêmicas e tendências a serem seguidas “para o bem dos clientes, das empresas e da sociedade“. O famoso guru Philip Kotler contribuiu sobremaneira para isso, e ficou fácil entender o porquê. Ele trabalhou por décadas para a Kellogg Foundation, que é outra fundação bastante envolvida em diversos movimentos políticos de esquerda, promotora da pauta dos “direitos sexuais”, aborto e gênero.

Leia o artigo: Quando as empresas não querem o feedback do cliente: o fim da era do marketing

Fundação Coca-Cola

A Coca-Cola também possui sua fundação. A The Coca-Cola Foundation (Fundação Coca-Cola) atua desde 1984, em mais de 122 países, focando em três principais áreas: Mulheres, Água e Bem Estar.
Seus programas tem um especial no “empoderamento feminino” e distribuição de medicamento para mulheres de países da África, América Latina e Ásia, atuando em parceria com outras fundações, conhecidíssimas como: Bill e Melinda Gates Foundation.

Para atuar em tantos países a Coca-Cola Foundation movimenta bilhões de dólares entre as diversas fundações e ONGs espalhadas e conectadas em todo o mundo. A lista das organizações, disponível no site da da Coca-Cola, relaciona 262 organizações cujo montante de doações passa de 72,6 bilhões de dólares somente no ano de 2016.  Na lista constam organizações como a Gay e Lesbian Victory Institute; Nulac Institute, que luta pela pauta de gênero e outras pautas na América Latina; Open Society Foundation, de George Soros.

Em entrevistas, em dez 2016, o CEO da Coca-Cola, Muhtar Kent, afirma que é feminista e que a pauta feminista faz parte da estratégia da Coca-Cola, porque “é boa para os negócios”.

Estratégia empresarial versus valores da população

atualização em 04.12.2017:    Em julho, época da campanha “Essa Coca-Cola é Fanta, e dai?“, a Coca-Cola havia anunciado a criação criado um Comitê LGBTI+. Segundo o líder desse comitê interno, “A diversidade está no DNA da Coca-Cola”. Para a empresa, “A criação do comitê LBGT+ foi um passo importante na cultura da empresa”.  Apesar disso, uma das fotos da campanha foi criticada na internet também por conter apenas homens brancos na foto.

Em tempos em que a população vive aflita pelas incessantes tentativas de incluir questões polêmicas de ideologia de gênero e sexualidade precoce no material escolar de crianças de 6 anos de idade, e em que Fátima Bernardes leva diariamente, em seu programa matinal, crianças com aparente disforia de gênero, buscando, evidentemente, quebrar tabus e trabalhar na normalização desses casos, a postura da Coca-Cola no incentivo dessas pautas traz ainda mais tensão ao ambiente atual.

Em evento recente no Instituto Coca-Cola, a Diretora Executiva do Instituto afirmou:

“Acreditamos que as empresas podem e devem atuar para além das fronteiras de suas políticas de recursos humanos, para além das paredes de seus escritórios e fábricas, como agentes incentivadores de transformações que rompam os padrões culturais e tornem a sociedade mais justa e igualitária. É por isso que essa parceria com a ONU Mulheres tem um papel tão importante para a promoção do empoderamento socioeconômico das mulheres em comunidades de todo o Brasil” (grifo nosso)

A empresa também lançou alguns vídeos defendendo o fim da estigmatização de atividades entre homens e mulheres e o empoderamento feminino.

Em um dos vídeos, chegam a usar o termo “fazer decisões sobre o próprio corpo”, decidindo se querem ser mães ou não.

A empresa mostra-se claramente voltada ao trabalho de transformação da sociedade, por meio da desconstrução de valores culturais. Neste contexto, não parece por acaso a utilização de uma drag queen como “garota” propaganda. Principalmente quando vemos quais são as pautas que Buffett, principal acionista, tem investido.

Controle populacional e pauta feminista: as fundações e projetos patrocinados pelo maior acionista da Coca-Cola tem diversos elementos em comum, dentre os quais podemos destacar o controle populacional. Contudo, eles sabem que o controle populacional não passa apenas por alternativas de contracepção e expansão do acesso aos serviços de aborto, mas também pela implantação de uma cultura anti-natalista e é nesse contexto que entra o grande foco no “empoderamento” das mulheres. A pauta feminista e de “empodeiramento” vem no sentido de desestimular a maternidade por meio de grandes estímulo à carreira e ao empreendedorismo.  Talvez por isso o programa The Coca-Cola Company’s 5by20 initiative tem como objetivo “empodeirar” cinco milhões de mulheres até 2020. O estímulo ao movimento gay por parte dessas fundações também parece vir ao encontro desses objetivos de controle populacional, uma vez que esperam, com um desestímulo da chamada “heteronormatividade”, reduzir o número de famílias tradicionais no futuro. Assim, parece conveniente incentivar e promover a imagem de um ídolo jovem drag queen.

Informações:

InsidePhylanthropy

Coca-Cola Company – annual report 2016

Coca Cola Company – Why Investing in women and girls will drive economic growth and sustainable development

Coca-ColaCompany.com – Gender and Macroeconomics: What is next

Fool.com

HuffpostBrasil.com/ – Warren Buffett Foundationdonation contraception…

Conheça parte do Comitê LGBT+ que está trabalhando a diversidade sexual na Coca-Cola Brasil

G1 Globo – Em ação contra homofobia, Coca-Cola estampa ‘É Fanta, e daí?’ em latas

Rejeição do brasileiro à Ideologia de Gênero em números

Não é por acaso que grandes grupos, como a Rede Globo, comprometidos com as pautas da agenda internacional, têm escancarando a sua intenção de modificação da mentalidade considerada atrasada da população quando o tema é Ideologia de Gênero, aborto ou quaisquer pautas que agridem a noção natural de família, compartilhada pela maioria da população. O choque entre uma sociedade claramente conservadora, em matéria de moral, e uma mídia progressista vai ganhando contornos de luta ideológica. Mas trata-se da boa e velha guerra cultural, referida por Peter Kreeft.

Mais de 300 mil pessoas assinaram a petição, criada pelo site CitizenGo, para impedir a proeminente ideóloga do gênero, Judith Butler, de palestrar no Sesc Pompéia, em São Paulo. Em 2015, quando ativistas, por meio do Ministério da Educação (MEC) tentaram inserir a Ideologia de Gênero nos planos municipais e estaduais, a população se organizou em estados e municípios para pressionar congressistas regionais a retirar a ideologia dos planos educacionais. Isso fez com que os militantes do gênero desistissem do caminho legislativo e partissem para alternativas mais efetivas, como a Base Nacional Curricular. A rejeição popular à questão de gênero, ainda mais quando associada a cartilhas e dinâmicas escolares para crianças, produziu um imenso alvoroço e tem se tornado cada vez mais evidente.

Contrariamente a isso, empresas como a Google e Facebook tentam dar uma impressão de apoio popular à questão da diversidade, quando na verdade falam apenas para um público restrito e comprometido com o politicamente correto, motivo pelo qual teme ser rejeitado, não pela população, mas por grandes grupos a quem servem. Recentemente, o Google publicou uma matéria que vale a pena ser lida e analisada. Enfatiza o crescimento quantitativo no interesse por temas como a diversidade, racismo e feminismo, tentando indicar, com isso, que esses temas estão na moda e, portanto, são uma “tendência” de interesse na juventude. Para isso, utilizou-se da sua ferramenta Google Trends e concluiu que houve um crescimento de 123% no interesse pelos temas citados e que isso representa uma tendência importante.

No entanto, fazendo uma pesquisa na mesma ferramenta do Google podemos fazer outras observações. Afinal, o que aconteceria se cruzássemos termos como Ideologia de Gênero com Diversidade de Gênero? Palavra odiada pelos ideólogos e ativistas, que não assumem defender uma ideologia, mas uma “teoria”, a recorrência da expressão Ideologia indicaria uma tendência bem mais interessante, que é a da rejeição dos brasileiros, no último ano, ao tema tão querido por eles. Ao mesmo tempo, o interesse por “diversidade de gênero” representaria o interesse em favor da discussão do tema em escolas, criminalização da “homofobia”, entre outras coisas.

O resultado é este:

Crescimento nas buscas de novembro de 2016 a novembro de 2017 (um ano):

Termo “Ideologia de Gênero”
Nov. 2016: 9% de interesse*
Nov. 2017: 57% de interesse
Aumento de 633%

Termo “Diversidade de Gênero”
Nov. 2016: 5% de interesse
Nov. 2017: 20% de interesse
Aumento de 400%

(*) O Google não disponibiliza os números totais de buscas, mas um percentual do aumento ou redução da popularidade, limitando-se a demonstrar o comportamento das buscas e não a quantidade ou total de buscas em valores absolutos.

Cresce a compreensão de que se trata de uma ideologia

O aumento de 633% nas buscas pelo termo “ideologia de gênero”, mostra um crescimento no engajamento da ideia segundo a qual as militâncias LGBT defendem uma ideologia e não uma teoria cientificamente embasada, como querem seus propagandistas. Ao mesmo tempo, o interesse por “diversidade de gênero”, um termo claramente usado pelos apoiadores, também aumentou, mas não representou tanto crescimento mesmo em um contexto favorável, quando meios de comunicação, sites de busca e redes sociais, fazem campanhas atrás de campanhas para a “conscientização”.

A população brasileira, diferente do que tenta mostrar os promotores da diversidade inseridos nessas grandes empresas, não aceita a ideia do gênero como uma tendência positiva, uma vez que cresce ainda mais a tendência crítica, como mostram as reações às exposições do Santander e MAM, posturas como a do sabão em pó OMO, Itaú e outras empresas que financiam a Ideologia de Gênero. Os boicotes estão invadindo as redes sociais, com informações sobre quem será o novo boicotado. Esta não é uma tendência apenas brasileira, mas se espalha por todo o mundo.

Essa reação não parece muito esperada pelas grandes redes de mídia, que continuam tentando passar a ideia de que há uma tendência, ao mesmo tempo em que combatem as reações tachando-as de exóticas e isoladas. O pior propagandista é o que acredita na própria mentira e passa a raciocinar inserido em um quadro imaginário. Diante dessa realidade, nem seria preciso impedir ações ou palestras como a de Judith Butler. Uma situação de vantagem, quando conhecida, pode ser ampliada pela simples ação do outro lado. A sociedade brasileira está cada vez mais convencida da existência de uma poderosa elite que age contra a sociedade e a família. A única arma dos militantes é vencer pelo apoio popular, nem que seja por meio de blefe. E é justamente onde perdem de lavada. Chamem Judith Butler para falar no Congresso e a sociedade ficará ainda mais convencida de onde estão seus valores e onde, definitivamente, eles não estão.

Zoofilia: como as agendas conquistam a opinião pública

A zoofilia já tem seus apoiadores. Eles são discretos e não têm pressa alguma. Assim como os ativistas pedófilos, sabem que um dia terão a recompensa: terão o tratamento de vítimas de preconceito e sua conduta entrará, aos poucos, na moda entre os jovens

Vimos recentemente a pedofilia ser representada em obras de arte, diante da sociedade brasileira escandalizada. Trata-se do bom e velho “tapa na cara da sociedade”, dito por ativistas em tom de ousadia artística, cujo termo técnico apropriado é “dessensibilização”. O processo de tornar as pessoas mais afeitas a certas ideias se consagra em uma lenta escalada de “expressões de impressões” individualizadas, únicas e pessoais, sempre amparadas pela liberdade de expressão. Seu objetivo, no entanto, é o da mudança na recepção e percepção da realidade.

Utilizando as mesmas técnicas dos ativistas pedófilos e da Ideologia de Gênero, podemos imaginar como seria possível fazer a com que a sociedade aceitasse algo que hoje considera absurdo. Usemos um exemplo que em breve já não será tão absurdo, já que a pedofilia alcançou já o cume do processo, abrindo espaço para outras monstruosidades. Pensemos na zoofilia, uma causa que já possui sua militância teórica há algum tempo. Os direitos dos animais surgiram historicamente para lutar contra todo tipo de abuso ou violência contra animais. Ora, o abuso sexual é uma dessas formas de violência, o que sempre foi tratado com grande rejeição pelos adeptos dos bichinhos. Uma das maiores ONGs de defesa dos animais é a ANDA (Agência de Notícias dos Direitos dos Animais), que repercute notícias sobre maus tratos. Recentemente, a ANDA repercutiu, com indignação, a matéria da ativista Gabriela M. O., para a revista Void, intitulada “Tirem os filhotes da sala“. Na matéria, Gabriela defende abertamente o sexo com animais, dizendo tratar-se de uma manifestação de amor, ampliando o clichê de que amor não tem idade, sexo, tamanho, nem espécie.

Para amparar a sua tese, Gabriela cita o filósofo iniciador das teorias pró-bichos, o australiano Peter Singer que, em um artigo intitulado Deares Pet: On Bestiality, diz que “a relação entre humanos e outras espécies não tem nada de criminoso, desde que seja mutuamente gratificante – e isso inclui o sexo com animais”.

Pergunta: se tanto Gabriela, ativista da revista Void, quanto os ativistas da ANDA se identificam como ativistas pelos direitos dos animais, por que motivo esta última não apoia as ideias inovadoras da sua colega e a considera absurdas e monstruosas? A resposta é muito simples: elas pertencem a estágios diferentes do ativismo. A dialética do absurdo consiste em colocar o tema em pauta mesmo que ele seja muito mal visto. O tempo e a ação discreta baseada na exposição e dessensibilização, vai forçando a formação de opiniões contrárias, lados opostos e um debate em torno do assunto. Os meios de comunicação não são capazes de nos dizer como pensar, mas podem, sem dúvida, nos dizer o que pensar, observou Bernard Cecil Cohen, no livro The Press and Foreign Policy.

A longa campanha contra a pedofilia não fez outra coisa senão abrir espaço para os ativistas que, de posse das provas da campanha de difamação e perseguição perpetrada pela sociedade arcaica e antiquada, surgem, aparentemente do nada, em assalto à “moral e os bons costumes”, que os ingênuos acreditam estar em perfeita saúde e vitalidade. A verdade é que a virgem já foi deflorada há muito tempo.

Continuando nosso esforço imaginativo de previsão, se os ativistas da zoofilia desejam que a sua prática seja mais bem vista, precisam de muita dessensibilização, isto é, notícias de abusos sexuais de animais, mesmo que isso escandalize a sociedade. O escândalo é a própria dessensibilização, que vai ganhando força à medida que estágios anteriores vão se sedimentando no imaginário. Como no caso da pedofilia, é possível estabelecer uma distinção entre o zoófilo abusador, e portanto criminoso, e o pobre coitado do indivíduo que tem uma inclinação, uma atração irrefreável por quatro pernas. Este, obviamente, precisa de um tratamento e, quando não for possível, a sua atividade deve ser, então, tolerada, já que a culpa é do desejo e não dele. O indivíduo vitimado por esse fardo também não deve ser discriminado, podendo no máximo ser encaminhado a tratamento, tal como o usuário de drogas que nem mais pode ser preso.

A sociedade é colocada em uma posição de débito para com o cabriteiro, que passa a ter na opinião pública um algoz temível. A própria palavra zoófilo precisa, então, ser trocada por uma menos ofensiva (que tal “zooafetivo”?) e as uniões entre homens e animais passarão a ser defendidas, quando for prazeroso para o bicho, é claro. Diferente da pedofilia, esta prática não fere alguém que de fato é sujeito de direitos, como a criança, um ser humano, mas um animal. A sociedade, tão protetora e zelosa dos animais passará, então, a defender o abuso e a sodomização de bichinhos. E o fará com o ar de quem defende um direito, usando dessa defesa para incrementar sua personalidade benevolente diante das necessárias aparências do politicamente correto, para que o chefe não o olhe feio. Isso funciona porque as pessoas já estão totalmente prontas para isso.

Qualquer tópico de agenda que prescinda do estágio informativo, isto é, da colocação do tema em pauta, estará fadado ao fracasso. Disso os engenheiros sociais sempre souberam. Mas há um nível de seleção para a informação que deseje cair nas graças da fé pública. Não se trata de uma loteria. Ninguém ganha a mídia sem um aporte sólido. As informações disponibilizadas a jornalistas, seja qual for o tema, em geral vieram de longo esforço intelectual, fruto de décadas de estudo aprofundado e empenho científico. Depois de tudo isso, a instância que colocará o tema nos jornais está já plenamente convencida e nenhum argumento a fará mudar de ideia. A última esfera dessa verdadeira viagem rumo ao público é a política e qualquer ação política que se inicie sem essa retaguarda científica e intelectual, será apenas uma onda passageira usada e ressignificada pelas agendas atuantes para o seu próprio fortalecimento.

Grupos: a engenharia com poucos recursos

Como os pedófilos ou zoófilos, a militância LGBT se tornou uma massa de manobra de movimentos revolucionários que buscam a desestruturação moral da sociedade para a aplicação de leis e mudanças que teriam a moralidade como obstáculo. Esses ativistas se vêem forçados por suas próprias inclinações a lutarem por uma causa comum. O agrupamento de ativistas com desejos e anseios em comum é a primeira etapa de um fortalecimento das militâncias e ampliação de um exército para a guerra cultural. Nada disso seria possível sem a integração de grupos, usados para os estudos de recepção comunicativa.

Os estudos de recepção, na comunicação, começaram já na década de 1960, quando nomes como Paul Lazarsfeld e Kurt Lewin empreenderam longas experiências, dando origem a uma obra de engenharia até hoje utilizada. As chamadas “dinâmicas de grupo”, utilizadas até hoje, seja em empresas, sindicatos ou igrejas, foram e são responsáveis por um processo de integração do indivíduo em um grupo e a sua consequente domesticação. É mais fácil controlar indivíduos quando eles integram grupos. Trata-se de uma medida de economia de recursos que tornou possível a ação em grande escala.