ABRAJI recebeu US$ 350 mil de George Soros e Ford Foundation, em 2016

Por trás das campanhas por independência e ética no jornalismo feitas pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI), está o dinheiro do poderoso multimilionário George Soros, responsável pelos maiores financiamentos políticos do mundo. Há muitas razões para acreditar que Soros seja o homem mais perigoso do nosso tempo.

Em 2016, George Soros injetou US$ 100.000 na ABRAJI, para programas de treinamento jornalístico, por meio da sua entidade Open Society. Já a Ford Foundation, no mesmo ano, investiu US$ 250.000 na entidade brasileira, segundo seu balanço anual. No entanto, a associação de jornalistas difunde uma imagem de isenção e independência.

Todos os anos, ABRAJI lança cursos, premiações e congressos financiados e apoiados pela ONG Open Society, que pertence ao milionário húngaro George Soros, que fez fortuna com a especulação financeira e é hoje um dos homens mais poderosos do mundo. A influência política do milionário alcança facilmente milhares de movimentos sociais, o Partido Democrata, influenciando diretamente as eleições americanas há décadas, além de ter poder sobre órgãos de vigilância de mídia, controlando jornais e TVs e a opinião de milhares de pessoas.

Nas eleições americanas, Soros já foi acusado de estar por trás de uma fraude nas urnas em 16 estados em favor de Hillary Clinton, já que é proprietário das máquinas de votação, segundo denúncia do Wikileaks. Além disso, e-mails vazados revelaram que o milionário conspirou com governos europeus para criar a “crise de refugiados”. Em seu país de origem, a Hungria, Soros está sendo acusado de facilitar a entrada e permanência de imigrantes ilegais para gerar uma crise no país e influenciar na bolsa de valores. As suas entidades têm isenção de impostos para atuar, além da proibição de entrar em assuntos políticos, mas Soros parece não se preocupar com isso, já que é dono de metade da mídia americana. Conheça outros crimes de Soros.

Fake news, terrorismo e “jornalismo independente”

Em 2017, a Open Society forneceu mais um exemplo de ousadia retórica ao anunciarem o “programa de apoio ao jornalismo independente”, anunciado pela ABRAJI e pela Rede de Jornalistas Internacionais.

O rótulo “fake news” refere-se, na prática, a tudo o que se opõe às causas financiadas por Soros, já que é ele quem apoia os programas de fact-checking promovidos pela Abraji, Agência Pública e outros. Seu poder sobre a mídia e a mente de jovens jornalistas é tamanho que, confrontados com esses dados e informações, certamente não haveria estranhamento, já que as causas apoiadas pelo milionário já são as mesmas que os fiéis escravos do seu “grande capital”.

Soros ajudou a financiar a defesa jurídica de um terrorista, preso em 1995, que inspirou o atentado de 1993, no World Trade Center, e matou seis pessoas e feriu mais de 1.000. Em 2000, ele conseguiu que sua advogada, Lynne Stewart, passasse secretamente mensagens para o grupo, infringindo a lei dos EUA. Stewart recebeu doações de George Soros.

A Open Society, por meio da ABRAJI, funciona como um comitê partidário de esquerda, influenciando as mentes de jornalistas e estudantes para recrutá-los às utopias de seu messias, que vê a si mesmo como um Deus, segundo ele próprio afirmou.

Vejam o que diz o site do Congresso da Abraji, em 2016, sobre o papel e importância dos financiadores como Soros e Ford:

A Open Society financia projetos em aproximadamente 104 países e com 20 programas temáticos. A Ford Foundation também atua em diversos países, apoiando projetos que duram cerca de dois anos no valor de 200 mil dólares. Ambas as fundações financiam projetos ligados a questões de justiça social, racismo e gênero, por exemplo.

Graciela e Maria Teresa destacaram que financiadores buscam ideias claras, que identifiquem uma necessidade. Entre os critérios para a seleção de projetos estão a transparência e a disposição do jornalista em romper com tabus e buscar novos pontos de vista sobre um tema, além de ter sempre em mente o interesse público da iniciativa.


“Procuramos projetos que tem um público em mente, uma comunidade a quem servir e a quem escutar, e que pense em que tipo de cultura gerar”, disse Maria Teresa, diretora do Open Society, que já passou por veículos independentes e faz parte do Conselho da Fundação Novo Jornalismo Iberoamericano (FNPI). “Para muitos financiadores o que importa é o efeito do jornalismo sobre a realidade em um setor específico, é utilitarista”.

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