Atacado por ativistas, ônibus-protesto deixa no ar: quem é intolerante?

Depois de ser proibido pelas autoridades na Espanha, de onde veio, e enfrentar toda sorte de provações, o ônibus-protesto FreeSpeechBus foi apedrejado e hostilizado durante sua intervenção na reunião da ONU, em Nova York, onde se buscava recomendar o aborto e a Ideologia de Gênero como solução global. O ônibus conclui sua turnê com a percepção de que as ideologias não estão nem um pouco interessadas em dialogar com quem acredita em fatos biológicos.

O FreeSpeechBus, o ônibus-protesto que levava escritas frases como “Meninos têm pênis, meninas têm vagina” encerrou sua turnê depois de ser apedrejado nos EUA. Esta é a resposta do mundo que prega a tolerância e a paz enquanto obriga as famílias a aceitarem para seus filhos uma educação sexual que nega fatos biológicos, o que comprovadamente gera problemas psicológicos e sociais nas crianças. Na Europa, há vários anos os pais que impedirem seus filhos pequenos de frequentarem aulas que ensinam masturbação e homossexualismo podem e têm sido punidos pela lei. A pergunta que devemos fazer é: quem acredita na necessidade dessas coisas seria capaz de algo como diálogo e tolerância?

A experiência do FreeSpeechBus responde satisfatoriamente, uma vez que o protesto consistia apenas em afirmar crenças comuns à maior parcela da humanidade. Diferente dos ativistas, o ônibus não estava impondo qualquer punição a quem acreditasse no contrário. Apenas evocava o direito de cada família ensinar seus filhos do modo como acredita que as coisas são.

A Ideologia de Gênero defende que homens e mulheres não possuem uma identidade social baseada na identidade biológica. Para eles, o homem nasce neutro e vai, ao longo da vida, recebendo estímulos sociais que o definem, de fora, como homem ou mulher. Paradoxalmente, acabam defendendo que basear-se na própria biologia para definir sua orientação sexual significa ser escravo da sociedade, mas se você acreditar nas palavras do professor que defende a Ideologia de Gênero, você está sendo livre. Para resolver todos os problemas de ordem sexual, os ativistas propõem a “mudança de sexo”. Mas quando o corpo não combina com a mente, não seria mais fácil mudar a mente do que mudar o corpo? Mas eles querem o poder sobre os corpos de todos. O mesmo ocorre com os defensores internacionais do aborto, do meio ambiente etc.

O totalitarismo das ideologias

Assim como o ambientalismo busca o controle dos recursos utilizando pesquisas a nos informarem da finitude dos recursos e a ameaça de sua destruição por nossa culpa, os defensores do aborto querem controlar o nível populacional usando a justificativa de “conquista de direitos”. Convencem, com isso, mães a matarem seus próprios filhos no ventre. Assim, também os que recomentam a mudança de sexo e, com isso, a desestruturação da personalidade humana, almejam nada menos do que tornar o homem um escravo amorfo, que não exitará em entregar seu próprio corpo aos caprichos da elite dos que estruturam e administram as ideias.

As ideologias, hoje, servem de instrumentos de organização e administração totalitária do mundo. A mesma sanha controladora denunciada pelos críticos da modernidade, culpada da devastação e dos genocídios totalitários que serviram de justificativa para um consenso global, agora servem para a administração total desse consenso.  A pós-modernidade, neste sentido, seria uma “ultra-modernidade” ou “neo-modernidade”, em sentido de uma hipertrofia da utopia controladora que agora se dirige para as consciências. A melhor expressão para resumir esse intento manifestado pela suposta inevitabilidade do fenômeno da globalização, é engenharia social.

 

 

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