Alguns fatos sobre campanhas nos Estados Unidos

“Nós alimentamos a opinião pública com enganos, desonestidade e fabricando números. Nós tivemos sucesso em quebrar as limitações das leis sobre aborto porque agimos no momento ideal e a grande mídia cooperou com nossos planos. Os efeitos do aborto ilegal eram usados de forma sensacionalista, fabricamos uma pesquisas que indicavam que 85% da população era favorável à legalização do aborto enquanto sabíamos que a realidade eram 5%. Nós mentimos vergonhosamente, e ainda assim éramos citados na mídia como se nossas palavras fossem a lei.

(Citação do livro de John Powell, Abortion: the silent Holocaust. Tabor, Allen, Texas 1981).

Estatísticas da mortalidade materna sobre aborto induzido

Na NARAL, nós geralmente enfatizava o drama de casos individuais e não as estatísticas gerais. Mais tarde falamos em números de mortes maternas na faixa de 5 a 10 mil. Eu confesso que sabia que eram números totalmente falsos, mas na ‘moralidade’ da nossa revolução estes números, amplamente aceitos, eram úteis.”

(trecho traduzido do livro: Bernard Nathanson, Richard Ostling. Aborting America. Pinnacle Books. New Yoirk, 1979).

Sobre a oposição ao aborto

“Havia apenas silêncio por parte da oposição. Alimentamos o discurso com mentiras, fabricamos números (…) Mimamos e acariciamos a imprensa (..) ”

Em fevereiro de 1971, eu organizei e gerenciei o Centro da Saúde Sexual e Reprodutiva, um eufemismo para clínica de abortos. Não era apenas uma clínica de aborto; era A clínica de aborto. Ficavam em Nova Iorque e curiosamente a clínica era patrocinada pelo Clergy Consulation Service, uma organização composta por 1.200 Ministros Protestantes e Rabinos Judeus. Era um negócio de $5 milhões de dólares por ano. Pense agora quantas crianças poderiam ser beneficiadas por esses recursos; quantas pesquisas sobre a cura do câncer poderia ser feita”.

Sobre o motivo da mudança de Dr. Nathanson

“Por que eu deixei de ser pró-aborto? Bem, para começar, isso não teve nada a ver com convicções religiosas. Eu sou ateu. Eu comecei a mudar de ideia quando percebi a realidade inescapável de que o feto, o embrião, é uma pessoa. Uma vida humana a ser protegida.”

(Citação do livro de John Powell, Abortion: the silent Holocaust. Tabor, Allen, Texas 1981).

Artigo sobre início do movimento pró-aborto

Documentários sobre aborto, produzidos pelo Dr. Nathanson.

Vídeo 1

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