precisamos-falar-sobre-aborto-mitos-e-verdades

Números de abortos aumentam com a legalização, confirma levantamento com 19 países

O livro Precisamos falar sobre aborto: mitos e verdades mostra levantamento feito nas estatísticas oficiais de 19 países que legalizaram o aborto e responde de forma definitiva: a legalização do aborto provoca aumentos dramáticos nos números de abortos provocados.

Amplitude do levantamento

Em todos eles o número de abortos subiu drasticamente e a sociedade viu consequências negativas nas mais diversas esferas. Todos esses países analisados representam 51% da população total mundial. Ou seja, 3 bilhões 658 milhões de habitantes. Isso quer dizer que os malefícios da legalização e expansão do aborto estão impactando a maior parte da população mundial, representando um grande holocausto e tudo graças ao processo de legalização.

Região / País Número de abortos
 

País

População do país (em milhões) Número de abortos no 1 ano de aborto legal Último valor disponível Percentual de aumento desde a legalização
África do Sul 55,9 1.600 89.126 5.570%
Alemanha 82,67 17.800 99.237 458%
Austrália 21,6 1.140 84.500 7.412%
Canadá 36,3 11.000 100.000 809%
China 1370 3.910.110 6.690.027 71%
Escócia 5,9 1.544 12.063 681%
Espanha 46,15 17.766 108.690 512%
EUA 323 170.000 926.200 445%
França 66,9 33.454 203.463 508%
Grécia 10,75 7.184 17.632 245%
Índia 1300 380.000 701.415 85%
México (DF) 8,85 10.134 132.609 1.209%
Nepal 26,4 10.561 323.000 2.958%
Nova Zelândia 5 2.700 13.155 387%
Paquistão 210 890.000 2.250.000 253%
Portugal 10,32 6.107 16.454 167%
Reino Unido 65,5 27.200 190.000 599%
Suécia 9,9 500 38.071 7.614%
Uruguai 3,4 7.171 9.719 36%
População total  3.658,54  

Metodologia está subdimensiona o aumento de abortos provocados ocorridos

No capítulo “Um panorama internacional sobre a questão do aborto” são detalhados diversos engodos da indústria do abortamento legal. Por opção metodológica, para que o estudo não fosse passível de críticas de ferrenhos defensores da ideologia do aborto legal, optou-se por comparar dados do primeiro ano de aborto legal com o último valor registrado. Além disso, verificam-se muitos casos de subnotificação de abortos legais. Essas características fazem com que o aumento verificado esteja subdimensionado. Se usada outras metodologias veríamos que a legalização provoca aumentos ainda maiores nos números de aborto.

Entenda:

  • Subnotificação de abortos legais: Um deles é o fato de que em muitos países que tem o aborto legalizado existem provas e confissões da própria indústria do aborto, governos, grupos pró-escolha e de institutos dizendo que o número de aborto legal apurado anualmente é inferior ao que de fato ocorre, pelo fenomeno da sub-notificação de abortos legais.
  • Não foi considerado o valor acumulado de abortos: outro fator que indica que o estudo está sendo ‘moderado’ é o fato de que comparou o primeiro ano de aborto legal com o último número registrado (ano mais recente da apuração em cada país). Ao analisar as estatísticas afundo verifica-se que em muitos casos os países sofreram já passaram do pico de abortos legais ao ano, ou seja, o valor acumulado ou mesmo a média de número de abortos nas últimas décadas pode, em diversos casos, ser maior do que o último número registrado e usado como parâmetro de cálculo do percentual de aumentos.
  • Base de cálculo do primeiro ano é maior que da fase da ilegalidade: em todos estes países verificou-se um aumento gradual nos anos após a legalização, indicando tendência. Em muitos casos os números de abortos clandestinos que ocorriam antes da legalização eram menores que o número de abortos no primeiro ano da legalização. Quando se analisa a dinâmica do número de nascimentos, por exemplo, isso fica evidente. Desde o primeiro ano do aborto legal em muitos casos o número de nascidos vivos já é menor que no ano anterior. Se fosse possível obter estimativas confiáveis de abortos clandestinos no período pré-legalização certamente o percentual de aumento de abortos decorrente da legalização seriam bem superiores.
  • Abortos clandestinos continuam acontecendo após a legalização: em diversos países da análise, os próprios militantes pró-aborto admitem que o número de abortos legais é apenas parte do problema e que persistem casos de abortos clandestinos. É o caso do Reino Unido, Nepal e África do Sul. Na África do Sul estima-se que o número de abortos legais corresponda a 50% do total de abortos ocorridos.
  • Percentual de gestações interrompidas confirma dados: as conclusões desse levantamento são confirmadas pelo aumento no percentual de gestações terminando em aborto nestes países. Desde a legalização o número de abortos passa a representar uma parcela cada vez maior das gestações totais do país, confirmando que a prática aumentou e ainda, que as estimativas de abortos clandestinos usadas na época anterior a legalização eram fraudadas pela militância pró-aborto.

O estudo comprova que a legalização do aborto no Brasil provocaria um aumento na prática. Mostra também que os problemas de abortos forçados, que atingem em torno de 50% dos casos de aborto, passarão a afetar um número ainda maior de mulheres. O estudo também demonstra que a legalização do aborto é antes de tudo uma bandeira de indústrias bilionárias.

Este levantamento é parte de um conjunto de estudos publicados por 13 autores do Brasil e do exterior, em 640 páginas no livro Precisamos falar sobre aborto: mitos e verdades, que conta com centenas de referências bibliográficas para que deseja um conteúdo completo sobre esta pauta. O livro pode ser adquirido pelo site da editora Estudos Nacionais.


Mais informações sobre o tema em estudos sobre aborto.

 

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta