EUA: Senado reprova lei que proíbe aborto em gestações superiores a 20 semanas

Os Estados Unidos é um dos únicos países do mundo que permite aborto tardio, junto com China, Coréia do Norte, Vietnã, Canadá, Holanda e Cingapura

revista estudos nacionaisNa madrugada de domingo (28), o Senado americano reprovou projeto de lei que visava para proibir realização de abortos após 20 semanas de gestação, uma vez que diversos lugares dos Estados Unidos promovem abortos em gestações após 5, 6 ou 7 meses de gestação.

A Lei, chamada de ‘Lei de Proteção ao Nascituro Capaz de Sentir Dor” (trad. livre) patrocinada pelo senador Lindsey Graham Olin, da Carolina do Sul, proíbe abortos em bebês com idade superior a 20 semanas (22 semanas de gestação) com base na ciência da dor fetal.

O projeto de lei ainda contém falhas, permitindo que bebês concebidos em estupro ou incesto continuassem a ser abortados, independentemente da capacidade de sentir dor.

Às 20 semanas, o bebê não nascido é do tamanho de um tablet, inclusive, as mães já conseguem sentir seus bebês chutando, ou seja, já são indivíduos humanos. Por exemplo, quando as mães fazem operação no útero durante esse período de gestação, já é prática padrão do médico dar anestesia aos bebês.

Ainda é legal desmembrá-los em abortos violentos e dolorosos, posto que a Lei ainda precisa da assinatura de Donald Trump. De acordo com o Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC), em 2013 havia pelo menos 5.770 abortos tardios nos EUA por ano, em bebês com mais de 20 semanas de idade.

Assista o vídeo abaixo e veja como é um bebê que nasce com 22 semanas de gestação:

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Marjorie Dannenfelser, presidente da ONG Susan B. Anthony Lista (SBA List), disse que “Votar para manter a brutalidade do aborto tardio legal não é apenas moralmente abominável, mas desafia o consenso nacional e é uma grande responsabilidade política”, continuou Marjorie.


Escrito e traduzido por: Raul Effting.

Fontes:

[1] LifeSiteNews

[2] Daily Caller

 

 

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