Congresso médico no Rio de Janeiro terá curso de aborto por desmembramento para primeiro e segundo trimestre

O Congresso Mundial de Obstetrícia e Ginecologia, FIGO 2018, será realizado em outubro desde ano no Rio de Janeiro e terá na fase pré-congresso um curso de tecnologias em aborto, cujo objetivo é preparar médicos para a realização de abortos induzidos, no primeiro e no segundo trimestre de gestação.

O curso, que é promovido em parceria com clínicas de aborto como a Marie Stopes International, irá abordar inclusive as técnicas de abortos mais agressivas como a D&E, conhecida como desmembramento. A técnica de D&E (desmembramento) vem sendo banida em alguns estados americanos, onde o aborto é legal, por conta da agressividade do procedimento de mutilação do feto, que está em estágio avançado de desenvolvimento.

O congresso Figo 2018 terá cerca de 48 colóquios sobre o tema do aborto, incluindo palestras com a participação da militante pró-aborto Débora Diniz, presidente do Anis – Instituto de Bioética, no Brasil, e Vice-Presidente da ONG International Women’s Health Coalition (IWHC).

Dentre as organizações que estão promovendo o evento no Brasil está a Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Obstetrícia e Ginecologia), órgão que tem se engajado fortemente com outras ONGs da militância pela legalização do aborto no Brasil. A Febrasgo também se inscreveu na audiência pública da ADPF 442, que tramita no STF, para discutir a possibilidade da legalização do aborto até 12 semanas de gestação sob vontade da gestante, onde a Federação posiciona-se claramente pró-legalização.

Diagnóstico completo e denúncia

A equipe de pesquisa do site Estudos Nacionais realizou um grande diagnóstico e um relatório sobre o caso, publicado como Relatório Estudos Nacionais 01 2018. O estudo permite verificar como a indústria internacional do aborto, composta por fundações, ONGs e clínicas de aborto, planejou e executou nas últimas décadas uma estratégia de instrumentalização de associações de obstetras e ginecologistas para que estes se tornassem aliadas na causa da expansão do acesso ao aborto em diversos países.

O relatório, nas 13 primeiras páginas, apresenta toda a análise de evidências que apontam para um sério problema de conflito de interesse envolvendo o órgão médico do Brasil e clínicas de abortos internacionais. Nas páginas 14 a 22 o relatório traz, na forma de anexos, informações detalhadas sobre o evento, obtidas por meio do site oficial do evento e pesquisas.

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