‘Ativismo Judicial: ameaça à democracia’, documentário que vai revelar os mecanismos da agenda abortista no Brasil

“Essas questões todas deveriam, realmente, ser resolvidas pelo Parlamento. Mas acontece que o Parlamento não quer pagar o preço social de decidir sobre o aborto, sobre a união homoafetiva e outras questões que nos falta (ao STF) capacidade institucional. Como eles não querem pagar o preço social e como nós não somos eleitos, nós temos um grau de independência maior, pois, depois da investidura, não devemos satisfação a mais ninguém”. – Luiz Fux, Ministro do STF.

Essa fala do ministro Luiz Fux é o resumo perfeito daquilo que chamamos ativismo judicial. Este ativismo ocorre quando o Judiciário legisla sobre pautas ditas controversas arrogando a si uma competência que lhe é estranha constitucionalmente. Sabemos que cabe ao Judiciário julgar e ao Legislativo fazer as leis. Essa é a noção básica que todos aprendemos. Agindo diferente do que se manda, o Supremo desequilibra a balança entre os Três Poderes e, desse modo, desestabiliza, desde a base, a democracia.

Quem acompanha os debates sobre a liberação do aborto no Brasil sabe que é justamente por meio desse artifício que os abortistas querem descriminalizar o procedimento. E mais: na esteira dos ensinamentos do Dr. Alan Frank Guttmacher, ex-presidente da Planned Parenthood, mais famosa clínica de abortos do mundo, a agenda abortista tem que ser implementada por etapas. E tem sido assim em vários países.

Veja-se o exemplo brasileiro. A lei, primeiro, abrigou os casos em que se excluía a licitude do ato, quais sejam: no caso de gravidez decorrente de estupro ou em risco de morte à gestante; mais recentemente, porém, passaram a pleitear a possibilidade de abortamento dos fetos anencéfalos; em seguida, pediu-se a descriminalização do abortamento até a décima segunda semana de gestação; agora, a pauta, de claro teor eugênico, é a liberação do aborto em caso de microcefalia (que, segundo os abortistas, embora sem respaldo científico [veja aqui], é causada pelo vírus zika).

É nesse contexto que os Estudos Nacionais está lançando o documentário: Ativismo Judicial: Ameaça à Democracia cujo capítulo inaugural – Vírus zika: aborto e eugenia – é justamente sobre o lobby abortista em torno da relação entre o vírus e a microcefalia. Veja o teaser do episódio:

 

 

O documentário vai contar com inúmeros nomes da mais alta relevância para o movimento pró-vida brasileiro. Certamente será um marco no debate público sobre essa temática e servirá para que importantes mensagens cheguem de maneira direta e simplificada a um público cada vez maior.

Lembrando que está previsto para o próximo dia 22 o julgamento da ADI 5581 que pede, entre outras coisas, a liberação do aborto caso a grávida esteja infectada com o vírus zika.

Compartilhem.


 
 

2 thoughts on “‘Ativismo Judicial: ameaça à democracia’, documentário que vai revelar os mecanismos da agenda abortista no Brasil

  1. Somente quando o povo que paga a conta da ladroagem e da mamata invadir em massa as ruas e pedir FAXINA GERAL contra o cheiro de enxofre e contra o poder em que idiota não vota, o Brasil pegará o rumo definitivo da Ordem e do Progresso.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *