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Aborto: Paraguai mostra força ante pressão de organizações internacionais

O governo do Paraguai, uma das economias que mais crescem na América Latina, rejeitou recomendações feitas pela Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), que enviou ao Estado paraguaio uma espécie de intimação sobre a aprovação de um caso de aborto, envolvendo uma menina que sofreu abuso sexual.

O Estado paraguaio respondeu de forma contundente e conforme sua Carta Magna: antes de tudo, não vamos autorizar nenhuma ingerência de um organismo internacional que nos diga o que fazer. Segundo: o direito à vida é um direito constitucional e ambas as vidas serão protegidas”.

“Terceiro: a menina está bem, mantendo a gravidez e não temos nenhuma obrigação de publicar ou expor sua integridade, porque ela vai seguir vivendo e deve ter uma vida normal”.

Apesar de a mãe da menina ter desmentido que pediu o aborto, representantes de organizações internacionais pró-legalização seguem pressionando. Assim que souberam do caso da menina que ficou grávida após abuso sexual, ONGs procuraram a família para assinar contrato que permitisse representar a família no caso e buscaram apoio de organismos internacionais.

De forma similar ao famoso caso Roe vs Wade, que serviu de navio quebra-gelo para a legalização nos Estados Unidos na década de 70,  ONGs buscam utilizar casos de gravidez fruto de violência sexual para dar publicidade à questão do aborto e abrir precedentes legais.

Governo paraguaio rejeitou pressões.

Organizações internacionais tem feito pressões em diversas áreas e tentam de todas as formas prejudicar inclusive acordos comerciais envolvendo o Paraguai e outros países, como forma de pressionar o governo. Anos atrás, as Nações Unidas ameaçaram países africanos mais pobres de cortar ajuda humanitária caso não se submetessem às suas políticas abortivas e de gênero.

Informações:
ACI Digital
Estudos Nacionais

Pesquisador independente e tradutor, escreve e coordena pesquisas para o site EstudosNacionais.com. Desenvolve projetos editoriais na editora Estudos Nacionais e Livraria Pius.
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